EVY A FEIA "A BELEZA QUE NINGUÉM VIU!"
Fechou a porta com a precisão de quem finaliza um rito, o barulho ecoando como um selamento de um pacto com seu próprio destino.
Do lado de fora, a cidade seguia indiferente, senhora de seus próprios segredos e histórias não contadas.
Dentro do apartamento, a caixa de veludo esperava, silenciosa, como um coração pulsando sob as cinzas daquilo que foi e daquilo que poderia ter sido.
O renascimento havia começado — e no mundo de Clarice, renascer era sinônimo de vingança, uma revolução em que a primeira vítima era a própria ilusão de invulnerabilidade.