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Capítulo 256

Autor: Caçador de Flores
— Mas como uma técnica que só existia nos mitos pode ser real? — Continuou o diretor, com o rosto enrugado agora tomado por um tom avermelhado de pura empolgação. — Se essa moça domina esse método, ela é um gênio da medicina moderna! Um talento raro, absoluto! Como um prodígio desses foi mandado embora do nosso hospital?

Ele ficou paralisado, alternando o olhar entre a performance impecável de Cecília e as figuras pálidas e apavoradas de Geraldo e Álvaro, que encolhiam os ombros num canto.

As p
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    Sem pensar duas vezes, a mulher correu para o banheiro, jogando água gelada no rosto em uma tentativa desesperada de recobrar a compostura. No entanto, por mais que tentasse lavar o pânico de si, o seu coração batia cada vez mais rápido, a ponto de parecer que iria saltar pela boca a qualquer instante.— Será que o meu destino vai terminar assim, arruinada nas mãos de um qualquer? Desgraçado miserável! Eu jamais vou permitir que você consiga o que quer! Acabo com a sua raça antes! — Murmurou Cecília, tomada por um instinto de sobrevivência feroz.Rangendo os dentes com tanta força que quase os quebrou, ela assumiu uma expressão de pura determinação e frieza. Com as mãos ainda levemente trêmulas devido ao susto, sacou algumas agulhas de acupuntura que trazia consigo e virou brutalmente o meu corpo que estava caído no chão. No instante seguinte, ela já tinha a agulha posicionada, pronta para cravá-la sem um pingo de piedade direto nas minhas partes baixas.— Quero só ver a cara do canalh

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    Com bastante bom senso, Raul e Duarte perceberam a dinâmica familiar e preferiram não atrapalhar. Fizeram questão de deixar seus contatos de emergência com os meus pais e partiram com seus homens logo em seguida. O resto do dia fluiu com uma tranquilidade reconfortante. Eu e Bruna ficamos por ali, dedicando nosso tempo aos meus pais. Sentamos para jogar conversa fora, preparamos o almoço juntos e rimos de histórias antigas."Viver dias assim, banhados nessa paz e simplicidade, sempre foi o meu maior sonho.", refleti, observando Bruna ajudar minha mãe na cozinha. "E, de forma irônica, foi preciso que o meu casamento desmoronasse para que eu encontrasse essa realidade ao lado dela."A paz durou até o fim da noite. Após o jantar, apesar dos insistentes convites dos meus pais para que dormisse ali, Bruna se despediu e foi para casa.— Pai, mãe, vou indo para o quarto descansar também. Amanhã o dia vai ser cheio. — Anunciei, dando um beijo neles e me preparando para procurar uma das suítes

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