เข้าสู่ระบบBati duas vezes na porta de madeira pesada e, após ouvir a voz autorizada de Massimo de dentro, empurrei a porta com força e entrei. Massimo e Adrian estavam conversando perto da mesa de centro, analisando mapas de Milão. Assim que cruzei a porta, já fui despejando a raiva acumulada: — Que história é essa que eu acabei de saber da boca daquele moleque do Jean-Luc? — esbravejei, a voz ecoando grave e alterada pelas paredes do escritório. Massimo franziu a testa, levantando a cabeça com irritação pela minha audácia em entrar daquele jeito. — Calma aí, Matteo! Baixa esse tom. Do que diabos você está falando? — questionou Massimo, cruzando os braços. — Do casamento! Que história é essa de que a Sofia vai casar daqui a um mês com aquele francês nojento?! — perguntei, sentindo a mandíbula estalando de raiva. Do outro lado da sala, Adrian me olhava fixamente, balanç
POV: Matteo Volkov Depois de deixar a Giulia em segurança na sua casa e trocar aquele último beijo que ainda deixava o meu corpo em estado de alerta, entrei novamente no SUV blindado e fiz Sergei tomar o caminho de volta para a mansão Capone. O trajeto foi tomado por um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco abafado do motor cortando as ruas úmidas de Nápoles. — Como estão as coisas por lá, Sergei? — perguntei, olhando pela janela lateral, enquanto os faróis iluminavam as fachadas antigas da cidade. — A Bratva em São Petersburgo continua cobrando a minha presença? Sergei manteve os olhos fixos na estrada, as mãos firmes no volante do veículo. — O conselho na Rússia está impaciente, Pakhan — respondeu ele sério. — Os negócios exigem o senhor lá. Há ramificações em Moscou que precisam da sua aprovação direta, e os veteranos começam a murmurar sobre a sua ausência prolongada na matriz. Soltei um suspiro pes
Massimo fechou a pasta de documentos e recostou-se na cadeira, mudando discretamente o rumo da conversa para os interesses corporativos que nos uniam. — Já que resolvemos a parte burocrática do matrimônio, vamos falar sobre a expansão dos negócios entre a família Capone e a holding Laurent — disse Massimo, puxando outro bloco de anotações. — Os carregamentos de importação que chegam pelo porto de Gênova precisam de novas rotas seguras, considerando que os Moretti tentaram sabotar nossos armazéns na semana passada. A sua parte na França consegue absorver o aumento de volume para o próximo trimestre? Pelos vinte minutos seguintes, o escritório transformou-se em uma verdadeira sala de guerra financeira. Discutimos porcentagens, rotas de escoamento de mercadorias, esquemas de lavagem de dinheiro através dos cassinos e a ampliação das redes de distribuição na Europa. Massimo era um estrategista frio e implacável; ele entendia de números e de poder tão bem qu
POV: Jean-Luc Deixei Sofia plantada na sala de visitas com aquela expressão de quem parecia estar engolindo vidro mastigado. A arrogância e rebeldia dela ainda me divertiam um pouco; ela achava que podia brincar de ser durona, mas no fim das contas, pertencia à linhagem dos acordos, e o destino dela estava traçado e assinado pelo próprio pai. Ajustei os punhos do meu terno cinza claro, passei a mão pelos cabelos perfeitamente penteados para trás e caminhei com passos firmes pelo corredor da mansão Capone, seguindo em direção ao escritório de Massimo. Assim que cheguei à porta de madeira escura, dei duas batidas secas e, sem esperar por um convite formal, girei a maçaneta e entrei. O escritório de Massimo era a tradução exata do poder que a família Capone tentava manter. Massimo estava de pé perto da janela, com as mãos nos bolsos da calça social preta, observando os jardins do lado de fora. Assim que me ouviu entrar, ele virou-se lentamen
POV: Sofia Capone O trajeto de volta da cobertura de Massimo até a mansão Capone durou poucos minutos, mas cada segundo dentro do carro blindado pareceu se arrastar como se o relógio estivesse conspirando contra mim. Enquanto o motorista contornava os portões de ferro que se abriam lentamente, eu tentava ajeitar a postura, respirar fundo e varrer da minha mente qualquer resquício daquela manhã selvagem e inesquecível ao lado de Matteo e Giulia. Eu precisava vestir a minha melhor armadura. Precisava voltar a ser a herdeira intocável da família Capone, pelo menos até que o problema com o francês estivesse resolvido. Assim que o veículo estacionou na entrada principal, o motorista desceu rapidamente e abriu a porta para mim. Desci ajeitando a barra do vestido e erguendo o queixo, caminhando com passos firmes em direção ao hall de entrada da mansão. O silêncio na casa parecia pesado, quase cortante. O luto pela morte do meu pai ainda pairava
Eu não questionei. Só continuei aproveitando. Matteo levou a mão até meu clitóris e começou a circular os dedos enquanto me comia sem dó. O meu corpo inteiro começou a tremer, os sinais do orgasmo subindo em ondas quentes. Matteo percebeu, segurou minhas coxas com força, saiu quase todo e meteu de uma vez, duro. Eu gozei. O orgasmo veio forte, me fazendo contrair em volta do pau dele e gritar contra a boceta da Giulia. Assim que caí exausta na cama, Matteo saiu de mim. Giulia prontamente se abaixou e começou a chupar o meu cuzinho, ainda sensível e trêmulo, limpando tudo com a língua. Logo depois, Matteo caminhou até a poltrona do quarto, sentou de pernas abertas, segurando o pau erguido e latejante pela base, exibindo toda a grossura e o tamanho impressionante. Ele chamou a Giulia com um gesto autoritário. — Vem, Giulia. Senta. Ela obedeceu na mesma hora. Foi até ele e sentou de uma vez, engolindo o pau inteiro. Enquant







