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Fui Desfigurada Pela Amiga de Infância do Meu Namorado

Fui Desfigurada Pela Amiga de Infância do Meu Namorado

By:  CarbonatoCompleted
Language: Portuguese
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Durante as férias, meu namorado, Lucas Mendes, pediu que eu fosse até a casa da sua amiga de infância para ajudar a alimentar o cachorro dela. No entanto, assim que cheguei com a ração, um enorme Pitbull me derrubou no chão e começou a me morder ferozmente. Felizmente, um vizinho me salvou do ataque, mas meu rosto ficou com cicatrizes permanentes, impossíveis de serem apagadas pelo resto da vida. Eu estava à beira de um colapso mental, mas Lucas, em vez de me apoiar, me acusou: — Deve ter sido você que o alimentou do jeito errado e o irritou. Você só ficou desfigurada, mas o Nino perdeu a vida! Por fim, a pressão esmagadora me fez pular do alto de um prédio. Após minha morte, vi Lucas abraçado à amiga de infância: — Amor, você é tão esperto. Deixou o Nino passar fome por dias antes. Agora que ela morreu, podemos finalmente ficar juntos. Ao abrir os olhos novamente, percebi que tinha voltado ao dia em que Lucas me pediu para ir alimentar o cachorro.

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Chapter 1

Capítulo 1

— Renata, não esquece de ir hoje ajudar a Larissa a alimentar o cachorro.

A voz de Lucas soou do outro lado da linha, uma voz que eu jamais esqueceria nesta vida.

Fiquei completamente paralisada, olhando para a cena diante de mim, sem conseguir acreditar no que via.

Do lado de fora da janela, tocava uma música festiva de Ano Novo, como se a agitação da véspera ainda não tivesse acabado.

Corri até o espelho. Meu rosto estava liso e intacto, sem nenhuma cicatriz.

Só então percebi: eu tinha renascido!

— Renata? Renata, você ainda está me ouvindo?

Como eu não respondia, Lucas aumentou o tom de voz do outro lado da linha.

— Hoje não estou me sentindo muito bem, não vou conseguir ir alimentar o cachorro. Fala para ela dar um jeito sozinha por enquanto. — Respondi.

Ao ouvir isso, Lucas ficou imediatamente descontente:

— Como assim? A Larissa foi para o interior visitar a família. Se você não for, o Nino vai morrer de fome. Você não vive alimentando os gatos de rua? Por que agora não quer alimentar um cachorro?

Dei uma risada fria.

— Fui mordida por um cachorro quando criança, tenho medo. Hoje não dá. Fala para ela procurar alguém na internet para ir lá alimentar.

— Não dá. A Larissa mora sozinha, como ela vai deixar um estranho entrar em casa? Você também é mulher, cadê sua empatia?

Vendo que eu estava irredutível, Lucas suavizou rapidamente o tom:

— Já que você não está bem, fica em casa descansando. Eu levo o cachorro para a sua casa e você cuida dele por alguns dias. Eu te pago o valor de mercado. Pode ser?

O coração que eu tinha acabado de acalmar disparou novamente.

Eu morava com meus pais. Se aquele cachorro feroz fosse levado para lá, nós três provavelmente morreríamos de forma horrível.

Maldito Lucas. Eu realmente queria arrancar o coração dele para ver de que cor era!

Dei duas risadas secas e disse:

— Esquece, deixa pra lá. Você não foi para o interior com seu pai? Eu faço esse favor. Não precisa falar de dinheiro, parece até que somos estranhos.

Lucas também riu:

— Agradeço em nome da Larissa. Quando ela voltar, faço ela te convidar para jantar.

Depois de desligar, coloquei a mão no peito e me sentei, ofegante.

Era época de Ano Novo. Meus pais tinham saído para jogar baralho com parentes, e no chão da sala ainda estavam os presentes de fim de ano que eles tinham ganhado.

Olhando para aquelas coisas, tive uma ideia.

Dirigi até o apartamento do Lucas.

Peguei duas caixas de bebidas caras e uma cesta de frutos do mar em casa e bati à porta.

Em casa só estava a mãe de Lucas, Helena Mendes. Quando jovem, ela não se dava bem com os sogros, por isso nunca ia visitar a família no interior.

Talvez por isso, depois de tantos anos, ela também não ia com a minha cara.

— Meu filho ainda não decidiu se vai se casar com você. Não é apropriado aparecer aqui trazendo presentes. Leve tudo de volta.

Sorri e disse:

— Dona Helena, independentemente de eu e o Lucas nos casarmos ou não, a senhora é mais velha. Como eu poderia levar de volta os presentes dados a senhora? Se não gostou dessas coisas, eu te acompanho para trocar. A senhora escolhe o que quiser.

Minha expressão era sincera, sem demonstrar nenhum desagrado. Como diz o ditado, não se bate em quem está sorrindo, então ela ficou sem jeito de recusar.

Ao ouvir que podia escolher o que quisesse comprar, ela fingiu relutar um pouco, mas acabou saindo comigo.
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