Goodbye The Wrong Ex, Hello My Fated Mate

Goodbye The Wrong Ex, Hello My Fated Mate

last updateLast Updated : 2024-05-15
By:  Liz GrayCompleted
Language: English
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7 ratings. 7 reviews
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"I, Grace Hawthorne reject Logan Harper,” I announced with steel in my voice. The hall fell into deep silence, I could hear the sound of sweat dripping from Logan’s forehead or my father’s increasing heartbeat. Logan's face contorted with a mixture of anger and disbelief. "Grace, what are you doing? This is our wedding!" “Not anymore. I reject you.” I announced once again. My father, Daniel, standing nearby, was seething with rage. He stepped forward, his face contorted with fury. In a fit of madness, he raised a hand as if to strike me, but before he could make contact, a commanding voice rang out, stopping him in his tracks. "How dare you lay a hand on my Mate?" Xander had appeared in a flash of power, his presence filling the room. His eyes bore into Daniel’s with an intensity that sent a chill down everyone's spine. Everyone’s face paled seeing the Alpha of the Silver Moon Pack, anger rushed through Daniel’s features and he roared. "Not your mate, she is my daughter." Xander cut him off with a wave of his hand. "You dare to touch what’s mine and I will show you what a real Alpha can do for his mate." Xander’s growl had an intensity that shook even The wolf council. His deep blue eyes bored into mine and a slow smile grazed his features, he gestured to me to come toward him and I did. “Miss me Darling.” he purred, and a chill ran down my spine.

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Chapter 1

Chapter 1 Betrayal

— Sr. Ciro, hoje é o dia de você e a Larissa assinarem no cartório. Você não vai mesmo? Você simplesmente não apareceu. Não tem medo de ela explodir?

— Explodir? Todo mundo sabe que a Larissa vive grudada no Sr. Ciro, igual carrapato. Mesmo se ela descobrir que ele faltou por causa da Mel, ela engole seco.

— Pois é. A Larissa não chega aos pés da Mel. Desde pequeno, o Sr. Ciro só tinha olhos pra Mel.

...

A "Mel" que saía da boca de todo mundo era Melissa Vasconcelos, a irmã de criação de Ciro Vasconcelos, irmã só de nome.

Larissa parou à porta da sala privativa. Aquelas palavras fizeram o sangue gelar, um frio cortante que parecia rasgar por dentro.

Esse era o homem que ela amou por anos? Patético.

Os dedos se fecharam num punho duro, as unhas rasgaram a própria palma, deixando marcas vermelhas. Ainda assim, aquela dor era nada perto do que queimava por dentro.

Ela puxou o ar, firme, e empurrou a porta.

Bum.

A gritaria morreu na mesma hora.

— Larissa... — O choque correu pela sala.

A mulher à porta era de uma beleza impossível de ignorar.

Pele clara e luminosa. Olhos vivos. Alta, com curvas ardentes na medida certa. O vestido rosa marcava a cintura com perfeição, o cabelo meio preso emoldurava o rosto — bonita de doer, como se tivesse sido favorecida pelo próprio céu.

Só que o olhar... o olhar era gelo. Ela varreu Ciro e Melissa com calma e deixou o desprezo cair, afiado:

— Ciro... então esse era o motivo de você não ter aparecido no cartório?

Um traço de culpa atravessou o rosto bonito de Ciro. Ele se aproximou, como se a presença dele bastasse para apagar o que fez:

— Assinar no cartório dava pra fazer em qualquer dia. Mas a Mel voltou do exterior, isso não acontecia sempre. Como irmão, eu tinha de receber ela.

Larissa devolveu com um sorriso de escárnio.

— Um ano só tem um aniversário de namoro. Isso também não valia nada? Ou você nem lembrava que, se a gente não assinasse hoje, ia ter de esperar até o ano que vem?

Era o plano deles: o aniversário de namoro virar aniversário de casamento. Uma única data, dois significados, um símbolo.

Só que a verdade se desenhava com nitidez. Ciro não queria se casar.

Quem ele queria era Melissa, a mulher que ele amava desde garoto e nunca conseguiu ter.

Talvez ao sentir a raiva dela crescer, ele tentou pegar a mão dela, apressado.

— Para com isso. Depois eu te explico.

Larissa se desvencilhou num movimento seco.

Foi quando Melissa falou, entrando no meio com a voz mansa demais:

— Larissa, me desculpa. Eu errei. Eu não sabia que vocês tinham planejado assinar hoje.

Ela abaixou a cabeça, pedindo perdão com um ar tão injustiçado que parecia ser a vítima ali.

Larissa sempre a detestou. Não queria ouvir, muito menos responder.

Mesmo assim, Melissa levantou o olhar úmido, frágil até o exagero.

— Por favor, me perdoa. Eu de coração desejava o melhor pra você e pro Ciro.

Desejava?

Larissa soltou uma risada curta, afiada.

— Você pode parar com esse teatro? Se você de verdade desejasse, você não tinha voltado.

O semblante de Ciro escureceu.

— Larissa, não seja tão cruel.

— Cruel? Ou foi só eu falar da sua mulher que você já não gostou? — Ela o encarou com uma frieza de quem olhava um desconhecido.

A expressão dele já estava feia. A voz veio em repreensão, baixa e dura:

— Larissa, olha onde você está. Para de falar besteira!

Que cena bonita. Ele defendia tão bem a "irmãzinha".

Se ele ia blindar Melissa desse jeito, então ela podia muito bem realizar esse amor.

— Já que fez, por que tem medo que falem?

Os olhos de Melissa se encheram de lágrimas, com o rosto magoado.

— Larissa, eu e o Ciro não somos nada do que você está imaginando. Você podia parar de me acusar, como você sempre fez?

A voz saiu trêmula, com choro preso.

— Se eu soubesse que voltar dessa vez ia fazer vocês brigarem, eu nem voltava...

O jeito de quase chorar puxou a pena de quem assistia.

E ninguém ali aceitava ver Melissa "sofrer".

O ataque veio em coro.

— Larissa, aí você passou do ponto. O Sr. Ciro e a Mel são irmãos. Você vai sentir ciúme até disso?

— Pois é! Foi porque você não suportava a Mel que, nesses três anos, ela ficou no exterior, só pra dar espaço pra vocês. E agora você ia fazer tudo de novo?

— Cuidado pra não exagerar. Daqui a pouco o Sr. Ciro te larga!

...

Larissa encarou aquela indignação coletiva com uma calma gelada.

Antes, por causa de Ciro, ela engolia tudo daqueles amigos dele.

As risadas. As ironias. Os comentários maldosos ditos às suas costas.

Sempre ficou em silêncio.

Mas não hoje.

O olhar de Larissa era afiado como lâmina.

— Uma "irmã" que vive grudada no próprio irmão… e ainda acha que tem razão?

Ela deixou o desprezo escorrer, frio.

— Vocês perderam o bom senso? Ou simplesmente gostam de assistir a esse tipo de romance constrangedor? Eu não me importo de sair de cena e deixar os dois encenarem pra vocês.

O grupo ficou em choque.

Ninguém esperava que Larissa, sempre tão mansa diante de Ciro, fosse se tornar tão cortante.

Era duro demais de ouvir.

— Larissa, por que você precisava me humilhar desse jeito?

Melissa estava à beira do choro. Os cantos dos olhos vermelhos, o ar ofendido e frágil.

— Se você não gosta de mim, tudo bem. Mas o Ciro gosta tanto de você, faz tanta coisa por você. Por que você nunca está satisfeita?

Larissa franziu o cenho.

Melissa sabia representar. E ninguém conhecia melhor do que Larissa o quanto ela sabia representar.

Eles se conheciam havia dez anos. Namoraram por cinco.

No primeiro ano, no aniversário de Larissa, Melissa ligou dizendo que sofreu um acidente de carro e levou Ciro embora.

No segundo Dia dos Namorados, Melissa terminou um relacionamento. Chorou ao telefone, disse que queria se matar.

Na terceira vez. Na quarta...

Melissa sempre encontrava um motivo para chamar Ciro. E, em todas as vezes, Ciro escolhia deixar Larissa para trás.

Até que, três anos antes, Melissa anunciou de repente que ia estudar no exterior.

Ciro e aqueles amigos concluíram que Larissa a tinha forçado a ir embora.

O olhar frio de Larissa carregava ironia. Ela não desviou os olhos de Melissa.

— Uma relação normal entre irmãos sacrificaria algo tão importante quanto um registro de casamento?

A voz ficou ainda mais dura.

— Um "irmão" sem caráter e pudor. Uma "irmã" que ultrapassa todos os limites. E ainda têm a audácia de me acusar?

A voz dela desceu meio tom, cada palavra precisa:

— E ainda esperam que eu seja magnânima? Que eu compreenda? Com base em quê? Na desfaçatez de vocês?

Melissa corou de vergonha, o rosto ardendo, mas não conseguiu rebater. As lágrimas caíram sem controle.

Ciro perdeu a paciência de vez. A raiva explodiu quando ele encarou Larissa.

— Larissa, chega! Você não se acha ridícula?

Ele respirava pesado.

— É só um registro. Se não deu pra assinar hoje, a gente assinava no seu aniversário. Qual é o drama? Custava ser mais madura?

Madura?

Podia. Claro que podia.

O coração de Larissa ficou imóvel como água parada.

— Ciro, vamos terminar.

O grupo ficou em choque.

Ciro ficou alguns segundos sem reação. O rosto escureceu.

— De novo essa história de terminar? — A voz dele subiu. — Há três anos você fez exatamente isso. A Mel só foi estudar fora porque tinha medo de que a gente se separasse. E agora vai começar tudo outra vez? Quer expulsá-la de vez?

— Larissa, como você pode ser tão calculista? — Ciro explodiu. — Eu já concordei em registrar o casamento com você, e mesmo assim não consegue aceitar a Mel? Vai insistir até destruir a vida dela? Se continuar com essa maldade, eu não vou assinar nada!

Melissa aproveitava a defesa dele. Quando baixou a cabeça, um brilho satisfeito atravessou o olhar.

Ao ouvir aquilo, Larissa riu. Um sorriso claro, quase luminoso.

— Ótimo. Então não registre. Não haverá casamento.

Ela soltou as palavras e se virou para sair.

— Larissa! — A voz de Ciro veio carregada de ameaça. — Se você sair por essa porta hoje sem pedir desculpas à Mel, eu nunca vou te perdoar!

Todos apostavam na mesma coisa: que ela voltaria. Que cederia.

Ela amava Ciro demais.

E, de fato, ela parou.

Virou o rosto e passou os olhos por todos. De repente, ergueu a mão, solene.

— Já que todos estão aqui, escutem bem. Eu, Larissa Moretti, declaro neste momento que estou terminando com Ciro Vasconcelos. Nunca haverá casamento entre nós.

O ar pareceu pesar. Ela continuou, a voz glacial:

— E se eu voltar atrás... que ele nunca construa família. Que perca o que mais ama. Que jamais encontre paz.

Sem dar espaço para reação, Larissa ignorou os olhares atônitos e saiu da sala privativa.

Atordoada entre revolta e dor, entrou no primeiro táxi que viu. Bloqueou todos os contatos de Ciro, apagando qualquer possibilidade de retorno.

O toque do celular rasgou o torpor e trouxe ela de volta à realidade.

Um número desconhecido. E, ao mesmo tempo... estranhamente familiar.

Por um segundo, o coração pareceu falhar. Ela atendeu.

Do outro lado, uma voz masculina, grave e serena, deslizou como veludo no silêncio:

— Se o casamento ainda está nos seus planos, por que não comigo?

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reviewsMore

Petrina Buls
Petrina Buls
yes I was hoping you make a story for Daisy and Mason and her other mate hoping it be Michael.
2025-02-23 11:38:23
0
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Petrina Buls
Petrina Buls
I have like ten or more of your stories and I have to say you are one amazing writer. I can't wait to read more of them keep up the amazing writing.
2025-02-17 15:45:16
0
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Evelyn Jones
Evelyn Jones
Haven't read this one, but currently reading another story of hers, The Bullied Luna's Triplet Mates, and it's pretty d*mn amazing so far ... Will definitely be checking out more of her stories!
2024-06-25 03:43:56
2
0
Julie Un
Julie Un
What about Daisy and Mason? And her second mate are you seriously not finishing that one I kinda thought it would be Michael
2024-06-23 22:41:36
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0
Nancy
Nancy
Hmm the main female character is mistreated by her father, her stepsister f*cks her mate, main character takes up with a cursed alpha under a contract, and now her witchy friend is going to help them fake a mate mark. This story is STRIKINGLY similar to Alpha Nocturne’s Contract Mate. No more for me
2024-06-16 21:38:29
12
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141 Chapters
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