LOGINMein Mafia-Ehemann Alessio schlief mit seiner Stiefschwester Sophia. Im Auto, im Arbeitszimmer, im Badezimmer, sogar auf dem Esstisch – überall hinterließen sie Spuren ihrer Affäre. „Sophia, keine Sorge. Sobald ich meine Stellung in der Familie gefestigt habe, werde ich dir alles geben.“ „Blair… sie ist nur ein Werkzeug, um meine Position zu sichern.“ In unseren acht Ehejahren hatte er die süßesten Worte der Welt in mein Ohr geflüstert. Jetzt war seine Hingabe nichts mehr wert. Ich weinte nicht und machte keine Szene. Stattdessen traf ich eine Abmachung auf dem Schwarzmarkt. In zwei Wochen würde Blair Greco für immer aus dieser Welt verschwinden.
View MoreJADE
Eu sempre digo que homem rico tem duas características principais: acha que manda em tudo e acredita que dinheiro resolve qualquer problema. E, sinceramente? Na maioria das vezes, resolve mesmo. Olhei meu reflexo no espelho do quarto de hotel pela última vez. O vestido preto justo abraçava minhas curvas com precisão cirúrgica, marcando a cintura e valorizando o colo sem exageros. O tecido era de um cetim macio que deslizava na pele a cada movimento, com um decote discreto mas que deixava claro que eu sabia exatamente o que tinha de melhor. O salto alto de dez centímetros me dava aquela altura imponente que fazia os homens erguem o queixo só para me olhar nos olhos e fazia as mulheres me analisarem de cima a baixo, tentando descobrir qual era o meu truque. O batom vermelho vivo, quase sanguinário, completava o conjunto. Era minha armadura. Minha assinatura. Ninguém passava por mim sem notar. — Tá um espetáculo — murmurei para mim mesma, ajustando a alcinha do brinco de pérola que brilhava suavemente na luz do abajur. Trabalho há anos como acompanhante de luxo, e não tenho vergonha nenhuma disso. Não sou garota de programa: sou companhia. Sei me portar em qualquer lugar, desde uma festa de gala até um jantar fechado num restaurante de ponta. Sei conversar sobre política, economia, arte, futebol ou qualquer assunto que alguém queira puxar. Sei ouvir quando precisam desabafar, sei rir na hora certa, sei fazer alguém se sentir a pessoa mais interessante do mundo por algumas horas. É uma arte. E eu sou mestre nela. O celular vibrou forte na mesa de cabeceira, quebrando o silêncio do quarto. Era Vanessa, minha sócia e a pessoa que melhor sabe como esse mundo funciona, quem me avisa dos riscos e quem nunca me engana sobre os clientes. Atendi na hora, colocando no viva-voz enquanto pegava a bolsa clutch preta de couro legítimo. — Já tá pronta? — perguntou ela, sem enrolação, com aquela voz firme que eu conheço bem. — De pé, maquiada, cheirosa e pronta pro que der e vier. Só falta chegar lá e fazer o serviço — respondi, passando o dedo na tela para conferir o endereço mais uma vez. — Quem é o cara mesmo? Você disse que era especial. — Henrique Montenegro. Franzi a testa por um instante, e depois concordei com a cabeça, como se o nome já me dissesse tudo. Claro que era ele. Todo mundo que acompanha negócios no Brasil já tinha ouvido falar no nome Montenegro, a família que construiu impérios em vários setores, e ele, o herdeiro que não herdou só o dinheiro, mas também a fama de ser impossível de lidar. — O dono da rede de hospitais, das empresas de tecnologia e de todos aqueles empreendimentos que ninguém consegue nem contar direito? — Ele mesmo. — a voz de Vanessa ficou mais séria, mais baixa, como se estivesse me avisando de um perigo que só ela enxergava. — Escuta bem, Jade. Esse é diferente de todos os outros que já atendi. É bilionário, exigente ao extremo, detesta atrasos, odeia gente que fala demais e não tolera frescura… e quase nunca sorri. Dizem que ninguém nunca viu ele perder a compostura, nem rir de verdade. É uma muralha de gelo, e ninguém conseguiu ainda derreter nem um pedacinho dela. Assobiei baixo, sentindo uma pontada de curiosidade misturada com aquele friozinho na barriga que só aparece quando sei que vou encarar um desafio de verdade. — Caramba. E o que ele quer com uma companhia como eu, então? Se ele é tão fechado assim… — Disse apenas que precisa de alguém para acompanhá-lo a um jantar de negócios muito importante, conversar com os convidados, fazer parecer que ele não está sozinho, não deixar que ninguém fique falando com ele por mais tempo do que ele aguenta. Nada mais. Mas tenta não irritar o homem. Pagou o dobro do valor normal, pediu discrição total e não gosta de surpresas. — Relaxa. Sei lidar com muralhas — falei, mas quando desliguei a ligação, fiquei olhando para a tela apagada por um instante, refletindo. Bilionário, exigente, nunca sorri, ninguém consegue chegar perto… Esses costumam ser os mais difíceis de todos. Mas também os mais interessantes. Respirei fundo, endireitei os ombros, ajustei o decote do vestido e sorri de novo para o espelho o sorriso profissional, perfeito, calculado, que não deixa transparecer nem um pingo de dúvida ou receio. — Vamos ver do que você é feito, senhor Henrique Montenegro. Saí do quarto, caminhando pelo corredor silencioso do hotel com a postura de quem sabe exatamente onde pisa, sem pressa, sem medo. Mal sabia eu que, pela primeira vez na vida, o desafio não seria convencer um homem a gostar da minha companhia, nem fazer ele se sentir bem ao meu lado. Seria descobrir como arrancar uma única reação deleAlessio erhob sich von seinem Stuhl; sein Körper zitterte. „Du hast meine Tochter getötet?“„Sie war nicht deine Tochter!“ Sophia lachte hysterisch. „Margaret hat es dir gesagt! Sie war Falcone-Blut!“„Das war eine Lüge!“, sagte ich kalt. „Isabella war Alessios Tochter. Die DNA-Ergebnisse wurden von Margaret gefälscht.“Alessio sah seine Mutter an, seine Augen voller ungläubigen Schmerzes.„Mutter?“Margaret stand auf; ihr Gesicht war eine Maske aus verzerrtem Hass. „Ja! Ich habe alles getan! Für die Familie! Für dich! Diese Schlampe hätte uns zerstört!“Alessio taumelte zurück auf seinen Stuhl, als hätte ihn der Blitz getroffen. „Meine Tochter… Meine Isabella…“Plötzlich schnellte er hoch und riss einem Leibwächter die Waffe aus der Hand.„Alessio, nein!“, schrie Sophia.KRACH!Ein Schuss hallte wider. Eine rote Blüte erschien auf Sophias Brust, und sie brach in einer Blutlache zusammen.„Du hast mein Kind getötet“, sagte Alessio, seine Stimme leer wie der Tod. „Du hast mein
„Köpfe runter!“, brüllte Stephen und drückte mich auf den Sitz.Der Fahrer riss das Lenkrad herum, und die Reifen quietschten auf dem nassen Asphalt. Motorräder preschten an uns vorbei und überschütteten den Wagen mit Dauerfeuer.„Wie viele?“, fragte ich.„Mindestens ein Dutzend“, sagte Stephen und zog seine Pistole. „Profis.“Unsere Begleitfahrzeuge erwiderten das Feuer. Die Nacht erfüllte sich mit einem Inferno aus Schüssen, heulenden Motoren und kreischenden Reifen.„Durchbrechen!“, brüllte Stephen den Fahrer an.Der Wagen beschleunigte, doch die Angreifer kamen näher. Kugeln hagelten auf die Karosserie. Die Heckscheibe zersprang, ließ Glassplitter auf uns niederregnen.Plötzlich raste ein Laster aus einer Seitenstraße und rammte uns frontal.„Festhalten!“Die Welt wirbelte. Ein ohrenbetäubendes Kreischen von verbogenem Metall. Ein Moment der Schwerelosigkeit. Dann der Aufprall. Der Wagen überschlug sich, ehe er mit einer gewaltigen Fontäne im Wasser aufschlug. Eiskaltes Flussw
Stephens Blick verfing sich in meinem. Er gab ein einziges, unheimlich ruhiges Nicken. „Wie du wünschst.“Alessio versuchte erneut anzugreifen, doch ich gab ihm keine Chance.Hinter mir hörte ich ihn zischen: „Ich werde dich zurückholen, Blair. Du gehörst mir.“Im Auto bekam ich keine Luft. Stephens Duft hing immer noch an meiner Haut, und Alessios Stimme hallte wie ein Fluch in meinem Schädel wider. Ich starrte aus dem Fenster und flüsterte: „Stephen, ich brauche eine Weile allein.“Er widersprach nicht. Er öffnete einfach die Tür und ging. Er wusste, wann er Wache stehen musste und wann er mir Raum geben sollte.Ich saß lange da, während meine Finger auf dem Ledersitz zitterten, bevor ich dem Fahrer befahl, mich nach Hause zu bringen.„Vater, ich möchte meine Identität öffentlich machen.“Luciano stellte seinen Whisky ab, und sein Blick wurde scharf. „Bist du dir sicher? Sobald du es tust, gibt es kein Zurück mehr.“Ich stand in seinem Arbeitszimmer. Sonnenlicht fiel durch di
Am nächsten Nachmittag fand die internationale Kunstauktion in Mailand statt. Eigentlich war ich gekommen, um eine Skizze von da Vinci zu erwerben, doch als ich sie sah, war das bedeutungslos.Und sie war nicht allein.Sie hing am Arm eines Mannes – einer mit einer silbernen Maske.Es war Stephen Falcone. Dieses eiskalte Arschloch, das alle fürchteten. Und er hatte sie.Sie trug ein elegantes weißes Kostüm, ihre Haare zu einer kunstvollen Frisur hochgesteckt. Ein völlig anderes Gesicht, doch ich wusste, dass sie es war.„Meine Damen und Herren, das nächste Los ist…“Ich hörte kein Wort des Auktionators. Ich starrte sie nur an.Sie spürte meinen Blick und drehte den Kopf zu mir. Unsere Blicke trafen sich, ein kaltes Lächeln umspielte ihre Lippen.Ich stand auf und trat auf sie zu. „Blair.“„Mein Name ist Blair“, erwiderte sie kühl. „Aber ich kenne Sie nicht.“Bevor ich ein weiteres Wort sagen konnte, ertönte das Auktionsglöckchen. Stephen hob sein Preisschild, schleuderte Millio











