LOGINLella
Andrew distribui uma trilha de beijos pelo meu pescoço, colo e barriga, antes de se concentrar na fivela do meu cinto. A calça jeans pesada cai de uma vez só, assim que ele consegue desafivelar o cinto.
- Essa calça é no mínimo três vezes maior que você!
- Eu gosto de conforto…
- Falou a mulher usando uma calcinha fio dental. - Ele rebate.
- Mas, quem disse que calcinhas desse tipo não são confortáveis?
- Achei que as mulheres categorizavam esse tipo de peça como instrumento de tortura.
- Acho que você confundiu as bolas… Sutiãs claramente são os vilões da história!
- Então, nada de sutiã? - Ele pergunta passando o polegar pela lateral do meu top.
- Nada de sutiã! - Digo antes dele puxar o top por cima da minha cabeça e brincar com os meus pequenos seios. Empurro seu corpo pra trás e monto em seu colo. Ele continua deslizando as mãos pelo meu corpo enquanto nos beijamos. Andrew fica desnorteado ao encontrar minha calcinha completamente encharcada.
- Puta que pariu! Preciso entrar em você agora! Prometo te compensar depois…
- Vou cobrar! - Digo rindo, enquanto me afasto um pouco. Andrew se livra do restante de nossas roupas e veste a camisinha em tempo recorde.
Andrew me puxa novamente pro seu colo, me deixando no controle. Seus olhos fervem de desejo à medida que ele se afunda dentro de mim. É incrível observar todas as expressões dele enquanto geme baixinho. Aumento o ritmo aos poucos, aproveitando cada segundo. Andrew chega ao ápice quando me vê gozar. Desabo ao seu lado, curtindo a sensação de prazer passeando pelo meu corpo. Andrew me puxa pro seu peito, sua respiração é ritmada e seus dedos fazem pequenos círculos no meu braço. O momento é tão tranquilo e íntimo que me pego pensando como seria um futuro com ele… Dou um pulo da cama lhe assustando.
- O que houve?
- Preciso fazer xixi… - Minto. Respiro fundo me olhando no espelho até conseguir me recompor. Eventualmente Andrew vem atrás de mim.
- Posso entrar ou é contra as regras? - Ele pergunta batendo na porta.
- Pode! - Digo abrindo a porta pra sair e dando de cara com Andrew parado na porta. Ele continua nu e seu corpo parece preencher todo o espaço, atrapalhando a minha passagem.
- Tudo bem? - Ele pergunta sem sair do lugar.
- Claro! - Digo tentando sair do banheiro.
- Por que não toma um banho comigo?
- Nesse box apertado?
- Você não sabe? Esse é o melhor quarto do hotel! - Ele brinca, me fazendo gargalhar. Quando menos espero, ele me beija e aos poucos me conduz até o box. Andrew compensa a falta de preliminares enquanto tomamos banho, depois transamos na cama menor, passando pela escrivaninha e finalizando na outra cama de casal. Andrew parece insaciável e aos poucos ele vai sugando toda energia do meu corpo. Depois da terceira rodada, ele liga a tv, zapeando os canais e começa a rir.
- Como você sabia que só tem três canais?
- Quando posso, viajo de carro. Gosto de dirigir o dia inteiro, a noite paro no primeiro hotel de beira de estrada que vejo. São todos farinha do mesmo saco! - Explico.
- Cherry. - Ele diz capturando a minha atenção. - Você não vai mesmo me dizer o seu nome, né?
- Qual é o nome da última mulher que você transou? - Pergunto de supetão.
- Eu não sei! Ela não quis me contar de jeito nenhum!
- Bobo! Qual é o nome da última mulher que você transou? Antes de mim, é claro! - Ele parece se esforçar pra lembrar. - Não precisa cansar seus neurônios pra me dar uma resposta. Tá cara que você não lembra. Sabe por que? Porque não é importante! Mas adivinha, essa noite você pode me chamar como quiser…
- E se eu quiser mais que uma noite?
- Você não quer mais uma noite, só está intrigado porque eu não quero.
- Cherry, eu quero te ver novamente, jantar contigo em um restaurante chic, te levar pra um hotel cinco estrelas, relaxar em uma banheira gigante, viajar de carro com você do meu lado… Eu realmente quero te conhecer de verdade!
- Todo homem sonha com sexo sem compromisso. Você realmente precisa ser do contra? Preciso descansar um pouco, tenta descansar também! - Digo virando para o lado e fechando os olhos.
Acabo pegando no sono em algum momento, acordo de madrugada sentindo calor. O corpo de Andrew está completamente entrelaçado ao meu, com cuidado eu me desvencilho de seus braços e me levanto. Visto minhas roupas e saio do quarto na ponta dos pés, quando volto pra estrada, o sol ainda está longe de nascer.
Por um instante me pego pensando em retornar… Mas, pra quê?
Pra dizer o meu nome, viver mais alguns momentos ao lado dele e no final das contas me apaixonar? Não! Nem pensar!
Já vivi isso uma vez e prometi que nunca mais viveria outra vez. Fui apaixonada por Eliot durante toda a minha infância e quando nos beijamos pela primeira vez, eu tive certeza que passaríamos o resto da vida juntos. Nós éramos o casal clichê da cidade, a líder de torcida e o capitão do time. Mas, tudo virou de cabeça pra baixo quando ele se formou e foi estudar em outro estado. Ele quis manter o namoro a distância, mas a distância foi minando aos poucos nossa relação. Durante as férias, resolvi fazer uma visita surpresa e as coisas não acabaram muito bem. O baque foi tão grande, que eu me fechei para o mundo.
Essa noite com Andrew, fez meu coração bater mais forte, por isso eu precisava me afastar o mais rápido possível! Piso fundo no acelerador, buscando me abrigar no conforto que só a casa da minha mãe poderia me oferecer. Estaciono o carro nos fundos da casa, com receio de ser encontrada e só me sinto segura quando me aconchego entre as cobertas do meu antigo quarto.
No café da manhã, minha mãe questiona meu sumiço repentino. Desconverso, alegando que encontrei alguns amigos da escola. Ela obviamente não acredita na minha mentira descarada, mas não fala mais nada. Resolvo voltar pra casa no dia seguinte, deixando pra trás a minha pequena aventura.
Conforme os dias vão se transformando em semanas, as lembranças daquela noite viram apenas um borrão.
AndrewO desejo por ela me devora por completo. Ela é a faísca e eu sou o combustível, esperando para arder. Ela parece a mesma, mas diferente. Quase cinco anos deixaram ela ainda mais incrível, suas curvas aumentaram, mas a sensação de tê-la em meus braços é exatamente a mesma. Começo a despi-la ainda no sofá, jogando sua blusa longe. Ela rebola no meu colo enquanto nos beijamos. Minha camisa preta também vai pro chão e o toque direto dos nossos corpos é viciante. Me levanto da poltrona, com ela em meus braços. - Preciso descer pra tirar essa calça! - Ela diz entre beijos e carícias. Devagar, coloco ela no chão. Mas, ao invés de tirar sua própria calça, ela se ajoelha desafivelando o meu cinto. - Isso é um sonho?
Lella Tinha certeza absoluta de que nunca mais veria Andrew. Mas o destino, com seu senso de humor cruel, fez questão de me provar o contrário. Às quartas e sextas, assumo o papel de dealer em um cassino. Um bico que fui obrigada a aceitar para manter minha oficina de pé. Mesmo sendo excelente no que faço, meu negócio entrou em crise desde que uma multinacional se instalou no bairro e esvaziou a clientela. Com as contas acumulando, não tive escolha. Saí de casa esperando uma noite tranquila e tudo corria bem, até que ele surgiu. Exceto pelo cabelo mais curto e algumas leves marcas de expressão ao redor dos olhos, ele parecia exatamente o mesmo de quase cinco anos atrás. Quando ele murmurou um "boa noite" e se acomodou perto de mim, senti meu corpo esquentar e tive a impressão de que o chão cedia sob meus pés. Ele permaneceu distraído nas primeiras rodadas, mas na quarta, o jogo mudou. Ele começou a jogar para valer: aumentava as apostas, blefava com maestria e eliminava
Andrew É quase impossível encontrar alguém sem ter no mínimo as informações básicas e eu não sabia nem o nome dela. Quase cinco anos se passaram e eu ainda não conseguia parar de pensar naquela noite. Acordei no meio da madrugada e Cherry já tinha ido embora. Corri para o carro e acelerei tudo o que podia na esperança de alcançá-la. Naquele ano, fui campeão; nos dois seguintes, levantei o troféu de novo até me consagrar tricampeão. As ações da empresa subiam sem parar e eu tinha todos os motivos para me sentir realizado. Mas então vieram dois anos batendo na trave. Pódios e mais pódios, sem a pontuação necessária para o tetra. A verdade é que ainda faltava algo. Uma lacuna que parecia crescer a cada ano. Deitei-me com muitas mulheres, mas não houve faísca com nenhuma. Estava acorrentado a uma memória, apaixonado por uma mulher que mal conhecia. Cheguei a duvidar de mim mesmo, perguntando se aquela noite realmente tinha acontecido ou se fora apenas um truque da minha mente. - Bom
Lella Andrew distribui uma trilha de beijos pelo meu pescoço, colo e barriga, antes de se concentrar na fivela do meu cinto. A calça jeans pesada cai de uma vez só, assim que ele consegue desafivelar o cinto. - Essa calça é no mínimo três vezes maior que você! - Eu gosto de conforto… - Falou a mulher usando uma calcinha fio dental. - Ele rebate. - Mas, quem disse que calcinhas desse tipo não são confortáveis? - Achei que as mulheres categorizavam esse tipo de peça como instrumento de tortura. - Acho que você confundiu as bolas… Sutiãs claramente são os vilões da história! - Então, nada de sutiã? - Ele pergunta passando o polegar pela lateral do meu top. - Nada de sutiã! - Digo antes dele puxar o top por cima da minha cabeça e brincar com os meus pequenos seios. Empurro seu corpo pra trás e monto em seu colo. Ele continua deslizando as mãos pelo meu corpo enquanto nos beijamos. Andrew fica desnorteado ao encontrar minha calcinha completamente encharcada. - Puta que
Andrew Passo um bom tempo observando a mulher misteriosa ao meu lado, saboreando cada pedaço do maior hambúrguer que já vi na vida. - Sabe quando alguém diz: “Só acredito vendo?” - Comento sem conseguir me conter. - Huuuum!? - Ela emite um som qualquer sem se separar de seu hambúrguer - Eu estou aqui vendo e não consigo acreditar! Pra onde vai tanta comida? - Pergunto perplexo. A maioria das mulheres que conheço não come mais do que um punhado de salada, enquanto ela se delicia a cada mordida. Cherry não responde, apenas dá de ombros e continua seu relacionamento quase romântico com seu hambúrguer. Quando ela engole o último pedaço, seu olhar é de total satisfação. - Alguém já te disse que é quase pornográfico te ver comendo? - Não! - Ela responde gargalhando. - É claro que não! Meu celular toca sem parar. - É melhor você atender! - Ela diz apontando pro aparelho. - Eu não quero… - Digo apertando o botão para silenciar. - Você que sabe! - Ela diz dando de ombros
Lella Em um dia qualquer, de uma semana qualquer, de um mês qualquer… Estava passando alguns dias na casa da minha mãe em Nevada quando decidi passar o dia com minha avó paterna. No meio da tarde entrei no carro com o intuito de voltar pra casa da minha mãe. O problema é que minha rota foi bruscamente desviada por Andrew Di’Lucien. O tipo de cara que derrete calcinhas com apenas um olhar. Com olhos verdes, cabelos claros, mandíbula marcada combinando perfeitamente com seu nariz levemente empinado e um corpo de dar água na boca… Andrew Di’Lucien é de longe o cara mais gato que eu já vi na vida! Você deve estar se perguntando: “Por que essa maluca não diz logo o nome?” Porque eu me chamo Lella Louise Marshall, sou engenheira mecatrônica e de maneira bem indireta, Andrew é meu chefe. Andrew é piloto da Nascar, ele corre pela Di’Lux, empresa da família dele. Seu pai, Richard Di’Lucien é o chefão e Andrew é seu futuro sucessor. Costumo trabalhar na fábrica, mas em alguns moment







