LOGINCassandra
Eu sabia que a mamã não amava verdadeiramente o Don George — só estava interessada no dinheiro dele —, mas mantive-me calada e deixei-a seguir em frente. Descobri que Don George já tinha sessenta e cinco anos. A mamã tinha exatamente quarenta anos, por isso tinha a certeza de que a relação deles não era séria — embora ele fosse bonito e não parecesse um idoso típico. "Mãe, tens a certeza desta decisão de casar? Não o amas; porque não desistes logo?", perguntei enquanto estávamos num hotel, a preparar-nos para o casamento civil deles. A mamã beliscou-me, irritada. «Fala baixo! É claro que não quero isso a sério — vês como o George é frágil; ele foi operado à anca e tem dificuldade em andar. Está a fazer tratamento no estrangeiro, mas eu disse-lhe para contratar *tu* em vez disso, assim ganharias dinheiro para além do que nós duas receberíamos dele. Além do mais, eu enrolei o velhote direitinho; ele já comprou uma mansão, e é lá que vamos viver. Não seremos mais pobres — especialmente quando ele bater as botas! Então, porque é que eu iria desistir do casamento? Não sou burra! Vou fazer dele o meu *sugar daddy* até ele cair morto!" Apenas acenei com a cabeça; nunca imaginei que o dinheiro mudasse o carácter da mamã desta forma. Sempre fora materialista — antigamente, o pai vivia a fazer empréstimos só para comprar o que ela queria —, mas agora a situação tinha-se agravado ainda mais. Assisti ao seu casamento civil em silêncio. A mamã sabia fingir felicidade muito bem; até derramou algumas lágrimas ao abraçar Don George depois da cerimónia. "Parabéns", disse eu. Don George sorriu. "Obrigado. A sua mãe mencionou que interrompeu o curso de Fisioterapia? Devia continuar os estudos — eu trato das despesas —, mas não há problema se eu a contratasse como minha fisioterapeuta também?" "S-Sim", respondi. A mansão para onde fomos — localizada num condomínio exclusivo — era enorme, e eu não conseguia acreditar que aquele era agora o nosso novo lar. Tinha conseguido pagar a propina para voltar aos estudos; apesar do atraso de quase um ano, pelo menos ainda me conseguiria formar. Já tinha passado quase um mês, e eu começava a habituar-me à nossa nova vida, quando, certa noite, ao chegar a casa, procurei imediatamente a mamã. Fui primeiro ao quarto que ela partilhava com o Don George, mas, ao vê-lo a dormir sozinho, voltei a fechar a porta. Decidi retomar a terapia dele no dia seguinte, uma vez que estava ocupada com os trabalhos da faculdade. Estava prestes a entrar no meu quarto quando ouvi gemidos; segui o som e percebi que vinha do quarto ao fundo do corredor. Encostei o ouvido à porta, chocada com o que ouvia, e abri-a imediatamente apenas uma frincha. "Ohhh! Elena! Continua... esfrega essa cona com força! Continuas tão gostosa! O meu pau é melhor do que o daquele teu marido velho e gagá?" dizia um homem. "Oh, com certeza!" a mamã respondia enquanto cavalgava sobre ele, movendo-se como uma jóquei. Entrei de rompante, fazendo com que os dois travassem. A mamã vestiu-se à pressa, enquanto o homem apenas esboçou um sorriso de canto antes de sair. "Mãe, o que estás a fazer? Não sentes pena do Don George?" – perguntei, fervendo de frustração — mas, se eu estava irritada, a mamã estava ainda mais. Ela arrastou-me para fora do quarto de hóspedes e levou-me para o quarto que partilhava com o Don George; depois, apontou para o velho sem demonstrar o mínimo receio. "Dei-lhe um sonífero, por isso, mesmo que eu e o meu namorado tivéssemos relações mesmo aqui na nossa cama, ele não acordaria. O Mark também me deu algo para o deixar ainda mais fraco, para que não recuperasse depressa. Olha, ele está com ainda mais dificuldade em andar agora! É perfeito, não é? Quando ele partir, seremos milionárias da noite para o dia; então, porque é que estás tão irritada? Também estás a beneficiar disso! Tens um carro para ir para a faculdade e uma mesada enorme, por isso nem se atreva a recriminar-me!" disse a mamã. Apenas baixei a cabeça; Era verdade que tudo tinha mudado, mas não consegui deixar de sentir pena do Don George, pois ele sempre tinha sido tão gentil connosco. No dia seguinte, como era a minha folga, chegou a altura da sessão de terapia do Don George. Reparei como parecia abatido e fraco — provavelmente porque o medicamento que a mamã lhe tinha dado ainda estava a fazer efeito. — Querido, o meu cartão de crédito estourou o limite; posso pedir o seu emprestado? — a mamã perguntou com doçura. Sem fazer perguntas, Don George abriu a carteira, entregou-lhe o cartão e voltou calmamente para a sua refeição. — O meu amor é tão querido — disse a mamã, beijando-o na face antes de se levantar. — Vou chegar tarde a casa; Vou sair com amigos. — E depois ela saiu. Fiz uma careta; "amigos", pois... ela provavelmente estava com aquele rapaz dela. Don George olhou para mim e sorriu. — Não queres ir às compras? Abanei a cabeça imediatamente. — Não, não tenho nada para comprar e, além disso, hoje é dia de terapia. A chávena de café que Don George segurava escorregou-lhe da mão, e o conteúdo derramou-se todo sobre ele. Manang Karen limpou o chão imediatamente, enquanto eu o levava na cadeira de rodas até ao elevador para voltarmos ao quarto e eu ajudá-lo a trocar de roupa. — Desculpa — disse Don George, sem jeito, ao entrarmos no quarto que partilhava com a mamã. — Oh, não foi nada — respondi, guiando-o até à casa de banho. — Cass, só não sabia porquê..."O meu corpo está tão fraco... é embaraçoso, mas será que me podes ajudar a tirar a roupa?"
Assenti com a cabeça; tudo aquilo era culpa da mamã, e aquela era a única coisa que eu podia fazer para, de alguma forma, aliviar a minha consciência. Despi Dom George enquanto ele ainda estava sentado na cadeira de rodas e, em seguida, liguei o chuveiro. Peguei no sabonete líquido e comecei a dar-lhe banho, mas levei um susto quando o meu olhar caiu sobre o pénis dele — era enorme, mesmo flácido. Para evitar qualquer constrangimento, obriguei-me a ignorar aquilo, apressei a tarefa e tapei-o com uma toalha. "O Dom George é muito bem dotado; porque é que a mamã foi procurar outra pessoa?" – sussurrei, coçando a cabeça.CassandraFoi como se tivesse voltado à realidade de repente; bebi tudo o que estava no copo de um só trago e servi outro. Percebi então que a mamã não tinha sido totalmente honesta quando foi trabalhar para o estrangeiro.Provavelmente, o seu patrão não a maltratava por crueldade; a culpa devia ser dela própria, uma vez que andava a roubá-los.O Don George e eu continuámos a beber até terminarmos quase três garrafas de bebida cara."Não tem mulher? Não sei nada sobre a sua vida, enquanto a mãe certamente lhe contou tudo sobre a nossa naquela altura", perguntei.Deu um gole antes de encher os nossos copos novamente. "A minha primeira mulher morreu. Tenho dois filhos, mas não nos damos bem. Não cresceram comigo; viveram com os meus sogros desde a infância. Nunca me viram realmente como pai, mas continuam a usar o meu dinheiro até hoje."Esperei para ver se ele dizia mais alguma coisa, mas ele parou, por isso não insisti no assunto — não queria parecer uma coscuvilheira e, além disso, j
CassandraAs minhas sessões de terapia com o Sr. George decorreram tranquilamente nos últimos dias; felizmente, os exames tinham acabado e tínhamos duas semanas de férias, pelo que pude dedicar-lhe o meu tempo.Como a minha mãe raramente vinha a casa, não estava por perto para dar a medicação errada ao velho e, como resultado, ele já conseguia andar sem usar bengala. A cadeira de rodas também tinha sido guardada, uma vez que as suas forças tinham realmente regressado.— Senhor George, por favor, perdoe a minha mãe. Ela está sempre fora. Se não está com amigos ou a fazer compras, está em spas e salões de beleza. Ela não está a cumprir as obrigações que tem para com o senhor — disse eu, enquanto lhe massajava a cabeça.O Sr. George abriu os olhos por breves instantes e assentiu.— Está bem, desde que ela esteja feliz.Senti uma pontada de pena dele; os seus sentimentos em relação à minha mãe pareciam tão genuínos, enquanto ela o via apenas como um multibanco.— Sabe nadar? — perguntou d
CassandraEu sabia que a mamã não amava verdadeiramente o Don George — só estava interessada no dinheiro dele —, mas mantive-me calada e deixei-a seguir em frente.Descobri que Don George já tinha sessenta e cinco anos. A mamã tinha exatamente quarenta anos, por isso tinha a certeza de que a relação deles não era séria — embora ele fosse bonito e não parecesse um idoso típico."Mãe, tens a certeza desta decisão de casar? Não o amas; porque não desistes logo?", perguntei enquanto estávamos num hotel, a preparar-nos para o casamento civil deles.A mamã beliscou-me, irritada. «Fala baixo! É claro que não quero isso a sério — vês como o George é frágil; ele foi operado à anca e tem dificuldade em andar. Está a fazer tratamento no estrangeiro, mas eu disse-lhe para contratar *tu* em vez disso, assim ganharias dinheiro para além do que nós duas receberíamos dele. Além do mais, eu enrolei o velhote direitinho; ele já comprou uma mansão, e é lá que vamos viver. Não seremos mais pobres — espec
CassandraHá um ano...A minha mãe e eu fomos a correr para o hospital assim que soubemos que o meu pai estava entre as vítimas de um grave acidente de viação na EDSA.Ao chegarmos, fomos encaminhadas diretamente para a morgue; soubemos imediatamente que tinha falecido.— Luís! — gritou a minha mãe enquanto abraçava o corpo sem vida do meu pai.Quase caí no chão; as minhas pernas fraquejaram. Os enfermeiros e outras pessoas — que também ali choravam — ajudaram-me a manter-me de pé.A morgue estava repleta de lamentos das famílias das vítimas; estavam, provavelmente, ali uma dúzia de corpos.Não me importava que o meu uniforme branco estivesse a ficar manchado de sangue enquanto segurava a cabeça do meu pai, que estava quase irreconhecível.Os polícias chegaram e fizeram uma declaração: — O condutor da carrinha, que estava alcoolizado, foi detido, mas...— Mas o quê? — perguntou alguém.O polícia abanou a cabeça antes de continuar: — O problema é que conseguiu pagar uma caução, pois de
Cassandra“Ahhhh! Cassandra, é tão bom fazer sexo contigo!” George gritou enquanto estocava com força dentro da minha cona. Eu estava de gatas na sua cama macia, entregando-me de bom grado ao meu padrasto.Sim, o George é o meu padrasto — o segundo marido da minha mãe —, mas há uma razão para ser eu a partilhar a cama dele agora.Agarrou os meus seios e apertou-os com firmeza enquanto continuava as suas estocadas rápidas e intensas na minha abertura avermelhada. Os meus fluidos espirravam a cada estocada profunda do seu grande pau na minha caverna inchada.“Ummmm! Ummmmp! A tua cona é tão apertada!” dizia enquanto me comia furiosamente.Os meus olhos reviraram-se em êxtase enquanto acompanhava o seu ritmo, sabendo que estava perto do clímax.Eu também queria voltar a gozar, por isso tentei acompanhar os seus movimentos, mesmo com os joelhos a tremerem de fraqueza.“Ahhhhh! Continua! Mete com força! Come-me sem parar! Fazes sexo tão bem!” – gritei, fazendo com que George acelerasse ai







