LOGINSabrina Becker.
-Senhora? Peço que coloque o cinto, por favor. O homem pode gentilmente ao me olhar pelo retrovisor e assenti contra vontade. Bufo puxando cinto o afivelando ao lado do corpo. Aquele filho da mãe não tinha esse direito! Quem ele pensa que é? -Eu vou matá-lo.- grito desferindo socos no banco do passageiro descontando minha raiva. -Maldito Aaron.- me afundo no banco tentando controlando minha respiração ofegante. O homem apenas me olha de relance e sorri canto negando com a cabeça. -Qual é a graça? -Você é doida.- ele rir baixo. -Admiro Aaron... -Tá me chamando de louca?- ele negou. -Quem é você? Creio que não seja um simples soldadinho dele, não teria coragem se quer de dirigir a palavra ou o olhar para mim, se fosse. -Diogo! Atual chefe da segurança da máfia alemã e antes de tudo, amigo do homem que você acabou de ameaçar a matar.- diz calmamente sem perder seu sorriso de lado. -Claro! O que houve? Reforma naquela cede? -Meio que isso. -Sua idade?- perguntei o encarando pelo retrovisor. -28 anos. -E a do Aaron? Ele estreitou os olhos e fechou o cenho em dúvida, a cara dele foi engraçada. -Irá fazer 28 em breve.- respondeu calmo. -Quando é o aniversário dele?- ok! Eu sabia a idade mas não a data de aniversário. Eu esqueço a própria data do meu aniversário! Só lembro por conta da Sabina que faz questão de me lembrar todo ano. -Em 3 meses, Becker! Você é muito curiosa... -Eu sei.- dou de ombros. Sinto o veículo para, aguardando que o portão se abra. Lentamente. -Um ano depois.- resmungo já impaciente. Depois de 2 minutos o portão se abre e o carro adentra na mansão Duckworth. O carro para e olho para Diogo. -Obrigado! -Só comprir com minha obrigação, Duckworth, Até breve. Assenti, a porta ao meu lado abriu e logo saio, minha mente permanece ainda confusa. Onde aquele miserável foi? Aaron Duckworth. -Vê? Assenti. -Nossos sistemas estão fodidos.- agarrei os fios puxando para trás. -Como isso passou por debaixo dos nossos olhos e não vimos? Gustavo deu de ombros com os braços cruzados. -E o Diogo? -Foi levar sua garota para casa, em segurança.- respondeu calmo. -Tem que cuidar desse corte no lábio. -Eu to legal Gustavo. -Se você diz! O que eu faço em relação a isso?- Aponta para o televisor. -Veja se ele está usando um dos nossos carros, se ele estiver o acharemos fácil. O dou às costas e Gustavo protesta. -Onde você vai? -Tenho que ver a Sabrina.- respondo sem olhar em seus olhos. -Faça o que pedi Gustavo, estou exausto. Fechei a porta com força, ponho as mãos no bolsos caminhando tranquilamente, somente com um pensamento. Eu irei matar o Venture. [...] A porta estava escancarada, toquei a maçaneta a empurrando delicadamente, sem fazer barulho. Seus fios loiros estavam espalhados pelo travesseiro, sua respiração era tranquila enquanto dormia agarrada ao meu travesseiro de costas para o meu lado da cama. Aproximo em passos leves quase inaudíveis me abaixando ao seu lado, encarando seu semblante calmo. Aliso suas bochechas levemente rosadas com o polegar e ela aperta o travesseiro mais forte contra si. -Prometo que volto gatinha.- beijo sua testa e ela cerra os olhos. -Por você, garota insolente. -Ainda vai sair?- questiona sonolenta e assinto. -Que horas são? -01:45 da manhã Becker. -Quero ir com você.- neguei e ela continua. -Não mandei você me acorda Duckworth. Se levanta em um pulo e me ponho de pé. -Não quero que se machuque Garota desobediente! -Não vou! Ela caminha até Closet apressada, depois de 3 minutos Sabrina volta vestindo uma jaqueta de couro, short jeans claro e uma blusa de ceda branca. -Atrasa lado. O telefone toca em meu bolso e pego visualizando o número desconhecido. -Boate! -O que aconteceu com seu número antigo? -Hackearam seu babaca, sorte que eu sempre tenho um reserva, caso alguma garota vaze meu número. -Maravilha! Estou a caminho, seis homens apenas. Desligo o telefone e encaro Sabrina que está sorrindo mais que o normal. -Nem pense! -Qual é Aaron! Só uma bebida.- cruza os braços e faz bico. -Talvez um pouco de dança. A ignoro indo até a cômoda, puxei uma gaveta retirando uma pistola e a analiso. Talvez se eu estivesse com ela mais cedo Dimitri estaria morto. Certeza. -Vamos?- estendo minha mão livre e ela pega. -Você irá ficar no carro. -Que seja. [...] -Área vip! Com duas mulheres. -Tudo bem! Fechem todas as áreas de saída possíveis.- Olho de relance Sabrina visivelmente entediada. -Diogo, fica com ela. Assentiu relaxando à postura recostando-se no carro. -Circulando!- os homens assentiram se espalhando pelas ruas. -Eu não posso entrar mesmo? -Não Becker! Vem Gustavo. Escuto Sabrina bater o pé, acho que ela não sabe o significado da palavra segurança. Garota teimosa. No caminho até aqui, Sabrina havia limpado os resquícios de sangue que restavam na minha face. As batidas da música eletrônica se encontravam baixas, diferente de outros dias, esse lugar estava mais vazio que nunca. Direciono o olhar na área vip encontrando o maldito hacker se esfregando em duas mulheres. -Gustavo! Vá pelo outro lado.- grito e o mesmo assenti se afastando. Uma garçonete passou ao meu lado e pego um dos copos com bebidas coloridas que ela carrega em uma bandejas dourada e sorri. Caminho até a pequena escadaria que é guardada por 2 seguranças. Não preciso dizer nada, eles abrem a passagem e subo bebendo o líquido azul de uma só vez. Deixo o copo por cima do parapeito quadricular e caminho em direção ao homem que dançava com as mulheres totalmente despreocupado. -Garotas.- elas se viram olhando em meus olhos e aceno para que saiam. Se afastam acenando um tchau para o rapaz. Dou um passo à frente encarando seus olhos temerosos e ri em ironia. -Acho que você não é tão inteligente quanto aparentava ser.- o seguro pela gola da camisa. -Espero que tenha aproveitado bem a sua última noite. Gustavo sobe com mais dois homens nervosos. -Acredita que barram minha entrada?- diz irritado. -Vou fazer pôsteres com minha foto escrito "Subchefe da máfia alemã".- diz irônico. -Não preciso de porra de autorização para nada. Empurro o rapaz que permanecia calado em direção aos homens que o seguram em cada lado do braço. -Você é idiota Gustavo!- dou as costas descendo as escadas rapidamente. -Vamos embora! Estou com sono. Me desvio de algumas pessoas que ainda permaneciam ali, acenei para algumas pessoas e voltei minha atenção para a saída. Dei passagem para os homens que seguravam o rapaz que estava de cabeça baixa. Abrem a porta e o empurram para dentro. -Que fácil!- diz Gustavo desconfiado. -Sim... [...] Sabrina Becker. -Quer pipoca?- Gustavo oferece e nego. -Quem perde é você. -Obrigado Gustavo.- volto a encarar Aaron que conversa calmamente com o rapaz. -Os interrogatórios sempre são assim? Bem...calmos. -Não! Ele está tentando entrar em um acordo com o rapaz, se não funcionar fode. -Da última vez o outro cara levou um tiro na garganta. -Céus! O homem desviou o olhar me encarando em análise. -Ela é ainda mais bonita pessoalmente...-diz alto e Gustavo nega. -Esqueça a parte do acordo.- Diogo fala calmamente cruzando os braços. Aaron soca sua barriga com força fazendo o rapaz cuspir sangue. -Nem pense em intervir Sabrina.- Gustavo amassa o saco de pipoca ja vazio. -Da próximo vez trarei 3 sacos de pipoca. -O que ele fez? -Foi ele que substituiu as imagens das câmeras. Volto a encarar Aaron que segura uma adaga firmemente a cravando com força na coxa do rapaz que grita em dor, abaixando a cabeça com sua respiração descompassada. -Eu digo.- ele grita e Aaron puxa a lâmina de uma só vez. -Só se trazê-la até aqui. -Ele é louco...- Diego diz incrédulo. O galpão é iluminado somente pela lâmpada no centro que tem como objetivo iluminar somente aquele lugar onde o homem era mantido e torturado. -Será a última imagem que verá dela.- Aaron rosna erguendo a coluna e se vira para mim. -Venha aqui. Entrelaço os dedos em frente ao corpo caminhando lentamente até Aaron, parando ao seu lado. Cerro os olhos por estar muito tempo em uma parte mau iluminada. -Você é linda Becker, seus pais devem sentir muito orgulho de você.- diz irônico. -De quem se tornou ao substituir sua irmã. Aaron xingou baixo sacando a pistola. -Diz agora. -01, 02, 03, 04, 05, 06, 07.- pensou. -Menos 07 e menos 06. -O que isso quer dizer?- questiono baixo e Aaron me olha de relance. -Se afasta Becker!- rosnou autoritário e engoli seco. Recuei os passos ainda de costas observando a situação. -Você não poderá evitar o que está por vir Duckworth.- A garoto disse com um grande sorriso. Aaron engatilha a arma e sinto minhas costas baterem contra algo -Sugiro que não vejo isso Becker.- Diogo impede minha visão com sua mão, tento tirar mas paro ouvir um tiro. Dimitri Venture. Giro à bebida amarelada na taça e a bebo de uma só vez. -Iremos fechar senhor, mas alguma coisa? A mulher usando uma roupa social sexy segura uma bandeja dourada em frente ao seu corpo. Nego me pondo de pé. -Obrigado querida. Ela sorrir se retirando, retiro o celular do bolso digitando o número. -Fala. - 06. -Obrigado.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







