INICIAR SESIÓNElisa Valentin.
São 8:00h da manhã. Antes de tudo, vamos ao fatos. Detesto dormir menos que 3:00 hrs por dia, eu ainda não dormir. Estou com fome. Exausta. Cansada. Detonada. E o pior de se lidar no momento. Aaron. O sol já havia surgido no horizonte já fez um tempinho, Gustavo pediu para Clara dormir em sua casa já que Aaron insistia que a mulher estava omitindo algo, por isso, para evitar um surtinho do Duckworth chefe Gustavo preferiu manter a mulher em sua casa até a tempestade se acalmar. Porém um pequeno lado meu investigador me diz que há algo de errado. Talvez eu concorde com o Duckworth chefe. Sabrina precisa voltar para casa com urgência, ela tá grávida. O filho da mãe do Aaron ainda queria que eu fosse pra casa, ele realmente não me conhece. Sabrina é minha amiga. Obvio que irei ajudar. Ele, Gustavo e Diogo conversavam entre si, Aaron já tinha olheiras bem marcadas, ele nem dormiu de tanta preocupação. Eu não consigo imaginar o que ele sente nesse momento, perder a mulher e as filhas de uma só vez em plena data do seu aniversário. Observo cada canto dessa casa de forma rápida e discreta à procura das câmeras. Olha só. Me levanto do sofá contornando o mesmo recebendo o olhar frio daquele sujeito. -Onde vai Elisa? -Preciso checar as câmeras.- Passo por eles indo em direção ao escritório. -Ninguém entrou aqui, será perca de tempo.- Diogo diz com desdém a mas desculpa eu rir. -Perca de tempo são vocês três aí debatendo sobre não sei o quê.- caminho em direção escutando o resmunga do rapaz. -Vão rodar por aí rapazes, acredite eu resolvo esse problema brincando. Me sento na poltrona a puxando para mais perto da mesa. -Eu não acredito nisso.- Gustavo resmunga baixo. -Ela mandou a gente rodar? -Exatamente!- olho por cima tela. -Ou me observem a trabalhar, observem e aprendam. Acesso às imagens anteriores das câmaras antigas em busca de qualquer rastro. -Então Valentin?- Aaron abre os braços. -Como Diogo disse, ninguém entrou. -Nunca abra a porta para estranhos, Aaron levi Duckworth.- O chamo com o dedo indicador. Ele se aproxima rapidamente virando a tela do notebook para ele. Entrelaço os dedos sobre a mesa o olhando seriamente. -Como pode ver, Clara está nervosa, até Sabrina desconfiou chegando a vim aqui para acessar as câmeras.- me levanto afastando a cadeira. -Eu preciso checar seu quarto. Aaron se pôs ereto e olha de relance Gustavo. -Eu vou matar aquela vadia, Diogo! Traga aquela mulher aqui.- Aaron diz autoritário e nego sutilmente. -Sabrina... O homem dos fios cacheados assentiu se retirando depressa. -Homens! O que vocês têm de ego tens de lerdeza.- contorno a mesa parando em sua frente. -Posso entrar em seu quarto? Aaron indicou a saída do escritório com o queixo, assenti indo até a saída. Passei por Gustavo que me olha incrédulo, pisco para ele batendo de leve em seu ombro ao passar por ele. -É assim que se faz, Duckworth dois. Gustavo revirou os olhos logo me seguindo. -Agora entendo porque você era da polícia, até que é inteligente. Se daria bem com a gente aqui. -Eu sou inteligente.- afirmei! É a verdade... -Eu passo, Gustavo. Subo as escadas de mármore quase que correndo, ouço os passos de Gustavo por trás de mim. -Faz silêncio ok? -Tá! A porta está aberta o que já facilita o meu trabalho. -O quê está procurando?- Gustavo adentra logo depois de mim. -Silêncio.- sussurrei o mais baixo possível e ele assentiu. Me abaixei próxima a uma cômoda silenciosamente, apalpo debaixo do móvel sentindo um pequeno aparelho e o pego analisando. Escuta. Como eu suspeitava. Olho para Gustavo que me parece surpreso. -Avise ao Aaron.- balbuciei. Gustavo assentiu se retirando apressadamente. Me ponho de pé analisando o restante do carro, com certeza deve ter mais. [...] Desço as escadas notando à euforia lá embaixo, Aaron andava de um lado para o outro passando os dedos entre os fios negros bagunçados os penteado para trás. -O que houve?- Paro em meio aos degraus e ele me olha. -Aquela vadia sumiu.- Aaron pega um vaso que enfeitava um outro móvel o arremessando com força contra a parede. -Porra. Sabrina Becker. Encaro a porta fixamente, eu mal tinha dormido...a porta está trancada ou seja, eu não estou em casa. Aaron não é nem doido de me trancar. Minha mente está confusa. Ele ainda tem um pouco de juízo. Há uma bandeja do café da manhã, eu não toquei em nada a verdade que eu nem sei onde estou e não colocaria a vida das minhas filhas em risco. E ainda quero entender o porque do quarto ser idêntico ao do Aaron. Ouço o momento em que a porta é destrancada e aberta lentamente. Ergo a cabeça lentamente, meu cabelo cai sobre as duas laterais do meu rosto, respiro fundo e fecho os olhos não acreditando. -Maravilha.- Comento baixo. Sinceramente, eu nem me surpreendi. -Desculpe Becker... Ergo a cabeça novamente e reviro os olhos. -Não me peça desculpas, Venture.- Me ajeito na cama. -Eu já tô ansiosa pelo final, vamos concordar! Sabemos como isso vai acabar.- comento humorada e ela nega. Outra figura surge na porta e desvio o olhar. -Jhonson... -Sabrina Becker.- Ele entrelaça os dedos em frente ao seu corpo parando ao lado do Venture. -Bem? -Sabrina Duckworth Becker, corrigindo.- dou de ombros. -Não tem medo de morrer mesmo, né? Ele negou. -Eu não vou morrer, Sabrina. Está muito enganada. -Você quer apostar?- o desafio me pondo de joelhos na cama. -Aaron vai matar você, se você tivesse juízo não teria me sequestrado. Ele riu ironicamente me dando as costas. -O quarto é idêntico ao do Aaron, por quê?- ele me olhou por cima do ombro e sorri de canto. -Verá, gatinha.- se virou novamente. -É assim que ele te chama, não é? Calafrios percorrem o meu corpo, olho para Venture que abaixa a cabeça. -Vamos, Venture. Venture o segue sem hesitar , a porta é trancada novamente e bufo. -Mas que merda.- digo entre os dentes, retiro um dos travesseiros e arremesso na porta com força. -Eu te odeio, Venture!Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







