แชร์

Laços Proibidos - Capítulo 4

ผู้เขียน: Janne Vellamour
last update ปรับปรุงล่าสุด: 2026-01-12 17:16:18

A chuva batia contra as janelas da sala como tambores anunciando o que estava por vir. Marina se aconchegou no sofá, seus pés descalços encolhidos sob o shorts de seda que subia a cada movimento. O filme na TV era apenas ruído de fundo — ela escolhera aquela comédia romântica clichê de propósito, sabendo que Ricardo jamais assistiria sozinho.

— Passa o controle — ele pediu, estendendo a mão sem tirar os olhos da tela.

Marina se esticou exageradamente, deixando o shorts subir mais um pouco. — Não alcanço.

Ricardo suspirou e se inclinou, seu braço roçando em suas pernas. Quando seus dedos se encontraram no controle, Marina não soltou.

— Marina... — sua voz soou como um aviso.

— O quê? — ela puxou o controle, trazendo-o junto. Seus rostos ficaram a um palmo de distância.

Ele recuou como se tivesse levado um choque.

Meia hora depois, Marina deu o golpe final. Bocejou teatralmente e deixou a cabeça cair no ombro dele.

— Cansada? — Ricardo perguntou, rígido como uma tábua.

— Muito — ela murmurou contra seu pescoço, sentindo o pulso dele acelerar.

Sua mão subiu em hesitação, pairou no ar, então finalmente pousou em seu ombro. Marina conteve um sorriso. O toque era leve demais, educado demais — precisava mudar isso.

Fingindo se ajustar, esfregou o nariz na curva de seu pescoço, inalando seu cheiro. — Você cheira tão bem...

Ricardo congelou. — Você devia ir pra cama.

— Não quero — ela sussurrou, erguendo o rosto.

Seus lábios se encontraram num acidente que não era acidente. Marina sentiu-o endurecer, prontos para recuar, então prendeu seus dedos no cabelo dele. O beijo era quente, molhado, proibido. Quando ele tentou se afastar, ela mordeu seu lábio inferior.

— Só isso — Marina respirou contra sua boca. — Ninguém precisa saber.

Sua mão desceu das costas dela até a curva das nádegas, apertando com possessividade repentina. O gemido que escapou de sua garganta fez Marina tremer.

A TV continuava a passar cenas felizes ignoradas, enquanto naquele sofá, uma linha era cruzada com línguas e mãos famintas. Ricardo a virou de costas, seu corpo grande envolvendo o dela, seus dedos encontrando a pele quente sob o shorts.

— Você vai me matar — ele rosnou em seu ouvido.

Marina arqueou contra ele, guiando sua mão para onde mais precisava. — Só se você deixar.

O filme terminou. Eles não.

Marina sentiu as mãos grandes de Ricardo explorando seu corpo com uma mistura de desejo e hesitação - como se parte dele ainda acreditasse que poderia parar a qualquer momento.

— Você pensa nisso há quanto tempo? — ela sussurrou, girando no colo dele até ficar de frente.

Seus joelhos se apertaram em torno dos quadris dele, e ela sentiu o volume rígido pressionando sua coxa. Ricardo fechou os olhos por um instante, como se lutasse por controle.

— Não devíamos...

— Responda a pergunta — Marina insistiu, roçando-se contra ele de propósito.

Um gemido escapou de seus lábios antes que pudesse responder. — Desde aquela noite no verão passado. Você usava um vestido amarelo.

A lembrança surpreendeu Marina. Ela se lembrava daquele vestido - curto, justo, e ele passara o jantar inteiro sem conseguir olhá-la nos olhos.

— Você ficou duro só de me ver naquele vestido? — suas mãos desceram para o cós da calça dele, brincando com o botão.

Ricardo a agarrou pelos pulsos. — Marina, sua mãe pode chegar...

— Está em São Paulo até domingo — ela respondeu, libertando uma mão para abrir o botão. — E você já está tão tentado...

O zíper desceu com um som sugestivo. Quando sua mão encontrou o que procurava, Ricardo arqueou as costas com um grunhido abafado.

— Deus, você é tão quente... — Marina murmurou, sentindo o pulso acelerado dele contra sua palma.

Seus lábios se encontraram novamente, desta vez sem hesitação. O beijo era mais profundo, mais sujo, com dentes e línguas colidindo. Ricardo a empinou contra o braço do sofá, suas mãos finalmente perdendo a timidez para explorar cada curva sob o tecido fino.

Quando seus dedos encontraram a umidade através do shorts, foi a vez de Marina gemer.

— Toda essa água só pra mim? — ele rosnou em seu ouvido, fazendo-a tremer.

Ela respondeu esfregando-se contra sua mão. — Você não vai deixar uma garota esperando, vai?

Ricardo não respondeu com palavras. Em um movimento fluido, virou-a de costas e puxou o shorts para baixo, expondo sua nudez à luz fraca da TV. O ar gelado na pele úmida fez Marina estremecer.

— Lindo — ele murmurou, passando os polegares por suas dobras mais íntimas. — Todo molhadinho pra mim.

Marina enterrou o rosto no encosto do sofá quando seus dedos finalmente a penetraram. Eles eram mais largos que os dela, preenchendo-a de um jeito que fez seus músculos se contraírem imediatamente.

— Assim, não... não vou durar muito — ela admitiu, suas palavras se perdendo em outro gemido.

Ricardo curvou os dedos dentro dela, encontrando o ponto que a fez gritar. — Quero te ver gozar primeiro.

A TV mudou para um comercial barulhento, iluminando seus corpos entrelaçados em flashes azulados. Marina olhou por cima do ombro e viu o rosto dele - tenso com concentração, os olhos escuros fixos onde seus dedos a possuíam. A visão foi o empurrão final que ela precisava.

Seu orgasmo a atingiu como um trem, fazendo com que se arqueara e se contorcesse contra ele. Ricardo segurou-a firme, prolongando cada onda até ela ficar fraca e tremula.

— Agora é minha vez — ele sussurrou, levantando-a como se pesasse nada.

Marina mal teve tempo de recuperar o fôlego antes de se encontrar de joelhos no chão, com a prova de seu desejo diante de seu rosto. Ela olhou para cima através de seus cílios, vendo Ricardo morder o lábio em antecipação.

— Mostra como você queria isso — ele ordenou, enroscando os dedos em seus cabelos.

Ela obedeceu, lambendo o comprimento inteiro antes de engolir ele por completo. O grito abafado de Ricardo foi a coisa mais doce que já ouvira.

Lá fora, a chuva continuava a cair. Dentro, nenhum dos dois ouviu quando o filme acabou de novo.

อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • Tabú: Amarras e Pecados   Laços Proibidos - Capítulo 5

    O vapor já começava a embaçar os espelhos quando Marina ajustou a temperatura da água. O jantar tinha acabado há menos de vinte minutos, um jantar onde seus pés descalços haviam percorrido a canela de Ricardo sob a mesa, onde cada garfada parecia carregada de promessas não ditas. Agora, com a casa silenciosa e a mãe dela visitando uma tia em outra cidade, Marina planejava seu próximo movimento.Deixou a porta do banheiro entreaberta, o suficiente para que o som da água pudesse ser ouvido no corredor. Tirou a roupa com movimentos deliberadamente lentos, imaginando que talvez ele estivesse do outro lado, escutando, imaginando. O espelho embaçado refletia seu corpo em fragmentos, a curva de um quadril, o arco de um seio, antes que o vapor apagasse completamente sua imagem.Entrou no boxe e deixou a água correr por seu corpo, sabendo que o vidro fosco transformaria sua silhueta em uma sombra tentadora para quem passasse. Lavou os cabelos com movimentos exagerados, arqueando as costas para

  • Tabú: Amarras e Pecados   Laços Proibidos - Capítulo 4

    A chuva batia contra as janelas da sala como tambores anunciando o que estava por vir. Marina se aconchegou no sofá, seus pés descalços encolhidos sob o shorts de seda que subia a cada movimento. O filme na TV era apenas ruído de fundo — ela escolhera aquela comédia romântica clichê de propósito, sabendo que Ricardo jamais assistiria sozinho.— Passa o controle — ele pediu, estendendo a mão sem tirar os olhos da tela.Marina se esticou exageradamente, deixando o shorts subir mais um pouco. — Não alcanço.Ricardo suspirou e se inclinou, seu braço roçando em suas pernas. Quando seus dedos se encontraram no controle, Marina não soltou.— Marina... — sua voz soou como um aviso.— O quê? — ela puxou o controle, trazendo-o junto. Seus rostos ficaram a um palmo de distância.Ele recuou como se tivesse levado um choque.Meia hora depois, Marina deu o golpe final. Bocejou teatralmente e deixou a cabeça cair no ombro dele.— Cansada? — Ricardo perguntou, rígido como uma tábua.— Muito — ela mur

  • Tabú: Amarras e Pecados   Laços Proibidos - Capítulo 3

    O vapor do banho ainda envolvia o corpo de Marina quando ela saiu do box, as gotas escorrendo por sua pele cor de mel. A toalha branca, pequena demais para cobri-la decentemente, mal conseguia envolver seu torso. Ela se secou com movimentos lentos, deliberados, sabendo que o som da água parando certamente chamaria sua atenção.Com um último olhar no espelho embaçado, Marina deixou a porta do banheiro entreaberta, apenas o suficiente para que, se alguém passasse pelo corredor no momento certo, pudesse ter uma visão privilegiada.E então ela esperou.O corredor estava silencioso, apenas o tic-tac do relógio na sala ecoando na casa vazia. Marina começou a se enxugar com cuidado extra, passando a toalha pelos seios com movimentos circulares, alongando o corpo como um gato ao sol. Foi então que ouviu um passo hesitante no corredor, seguido por uma pausa que dizia tudo.Ricardo estava lá.Ela podia sentir seu olhar como um toque físico percorrendo suas costas nuas, parando na curva de suas

  • Tabú: Amarras e Pecados   Laços Proibidos - Capítulo 2

    O táxi da mãe de Marina mal havia desaparecido no fim da rua quando um novo tipo de eletricidade tomou conta da casa. Marina permaneceu na varanda, os dedos enroscados na grade ainda quente do sol da tarde, observando até o último instante em que o carro dobrou a esquina. Três dias. Setenta e duas horas de liberdade perigosa.Dentro de casa, Ricardo já havia se trancado no escritório - seu refúgio desde aquela noite no sofá. Marina sorriu ao ouvir a porta se fechar com um clique mais alto que o necessário. Ele estava se protegendo. Mas ela não pretendia deixá-lo escapar tão fácil.O vestido deslizou por seu corpo como um segundo pele quando ela se trocou no quarto. Vermelho. Justo. O tecido tão fino que quase transparente sob a luz certa. Marina se observou no espelho, ajustando as alças para deixar os ombros completamente à mostra, puxando o decote um pouco mais para baixo. Satisfeita, deslizou os dedos entre as pernas por um instante, imaginando as mãos dele no lugar dos seus. Já es

  • Tabú: Amarras e Pecados   Laços Proibidos - Capítulo 1

    O calor do verão parecia ter se instalado para sempre naquela casa. O ar-condicionado quebrado há semanas transformava os cômodos em estufas úmidas, e Marina, de 22 anos, já não sabia mais como se refrescar. Vestindo apenas um shorts curto e um top de alcinha que deixava seus ombros dourados pelo sol à mostra, ela se esticou no sofá da sala, tentando captar algum vento da janela aberta.Era sua segunda semana de volta à casa da mãe após o término com Lucas. Dois anos de relacionamento tinham ido por água abaixo quando ele confessou que a traía com uma colega de trabalho. Marina jurou que nunca mais confiaria em homem algum—mas, nos últimos dias, havia um olhar que a fazia questionar essa decisão.Ricardo, seu padrastro, estava sentado na poltrona ao lado, fingindo ler um livro. Ele tinha 45 anos, o corpo ainda firme de quem nunca abandonara o hábito de levantar pesos na garagem, e um jeito calmo que sempre a tranquilizara. Nos cinco anos desde que ele se casara com sua mãe, Marina nun

  • Tabú: Amarras e Pecados   Tese Sobre o Prazer - Capítulo 6

    A espera tinha sido um suplício calculado. Três dias. Setenta e duas horas de abstinência programada. Quatro mil trezentos e vinte minutos de tortura deliberada. Ela contara cada um.Seu apartamento parecia ter se transformado numa cela de prisão, cada objeto banal - a escova de cabelo sobre a pia, a xícara de café pela manhã, a cama desfeita - lembrando-a de sua ausência. Até seus sonhos tinham se tornado cúmplices, trazendo visões úmidas que a faziam acordar com os lençóis entre as pernas e seu nome nos lábios.Quando o celular finalmente vibrou na mesa de cabeceira às 2h47, ela já estava acordada. O coração disparou antes mesmo de ler a mensagem. Seus dedos tremiam ao desbloquear a tela."Escritório. Agora."Nada mais. Nunca mais. Ele nunca desperdiçava palavras quando ações falariam mais alto.O prédio da faculdade estava deserto àquela hora, os corredores iluminados apenas pelas luzes de emergência que lançavam sombras alongadas sobre as paredes. Seus passos ecoavam no silêncio,

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status