Henrique empurrou a porta do quarto, acendeu a luz morna, deixou a mala em um canto e fechou a porta atrás de si.Em seguida, passou os dois braços pela cintura de Carolina e a apertou contra o corpo, como se quisesse fundi-la a si. De olhos fechados, aspirou profundamente o perfume dela junto ao ombro. Quando falou, sua voz saiu baixa e rouca, carregada de desejo.— Dorme comigo esta noite. Pode ser?Carolina entendeu o que ele queria dizer e assentiu.Henrique se sentou na cama. Aproveitando o movimento, Carolina se acomodou em seu colo e o abraçou com força, sem a menor vontade de soltá-lo.Henrique tocou de leve a cintura dela, tentando afastá-la um pouco, mas Carolina apenas o abraçou ainda mais forte.Ele sorriu, indulgente.— Carol, me solta.— Não quero. = Ela resmungou, manhosa.Henrique soltou um suspiro baixo. Seu sorriso transbordava ternura, e até sua voz ficou mais macia, mais quente.— Desse jeito, grudada em mim... Como é que eu vou te beijar?Carolina sorriu e, por fim
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