Os dias seguintes foram estranhamente tranquilos, como se o mundo tivesse decidido nos dar um respiro depois de tanta tempestade.Eu passava as manhãs com Matthew. Ele não me largava por muito tempo — dormia grudado em mim, seguia-me pela casa, contava-me cada detalhe do que havia acontecido enquanto eu estava “viajando”. Eu ouvia tudo, acariciando seus cabelos, sentindo o peso doce da maternidade que quase havia perdido para sempre.— Você não vai embora de novo, né? — perguntou ele certa manhã, enquanto tomávamos café na varanda.Eu o puxei para o meu colo, ignorando a dor residual no abdômen.— Nunca mais, meu amor. Prometo.Zion, Luka e Elias nos observavam de longe, dando espaço, mas sempre presentes. Eles tinham aprendido — do jeito mais doloroso possível — que me pressionar só me fazia querer fugir. Agora eles esperavam. Me tocavam com cuidado. Me olhavam como se eu fosse algo precioso e frágil.Naquela tarde, quando Matthew foi tirar soneca com Evie, os três me levaram para o
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