A terceira noite foi a pior.Margaret não trouxe apenas um ou dois homens. Trouxe três.Eles entraram juntos, rindo alto, já bêbados, cheirando a uísque barato e suor. Um era careca e barrigudo, o mesmo do primeiro dia. O segundo era jovem, magro, com olhos nervosos e um sorriso sádico. O terceiro era o mais perigoso: alto, musculoso, com cicatrizes no rosto e um olhar vazio, como se já tivesse feito coisas muito piores do que o que estava prestes a fazer.Margaret ficou na porta, contando o dinheiro com dedos ágeis.— Três horas — disse ela. — Podem usar como quiserem. Mas não a matem. Ainda preciso dela.O careca riu.— Não se preocupe. Vamos devolver inteira… mais ou menos.A porta se fechou.Eu estava amarrada da mesma forma: braços acima da cabeça, pernas abertas, completamente nua. O ferimento de bala latejava. Meu corpo inteiro era um mapa de hematomas, mordidas e sêmen seco.O jovem foi o primeiro.Ele subiu na cama e enfiou o pau na minha boca sem aviso, segurando minha cabeç
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