A casa estava envolta em um silêncio pesado, quase reverente, como se até as paredes soubessem que algo definitivo estava sendo decidido naquela noite.Matthew e Claire dormiam profundamente no quarto do menino. Depois do resgate traumático, Matthew havia tido pesadelos violentos — acordava gritando, chamando por mim, por Zion, por Elias. Claire, minha afilhada e filha de Evie e Declan, havia se deitado ao lado dele na cama grande, segurando sua mão mesmo no sono. A menina de quinze anos era extremamente protetora com o “irmão mais novo”, como ela o chamava. Eu havia ficado com eles até quase as quatro da manhã, velando o sono das crianças como se pudesse protegê-las até dos próprios sonhos.Quando desci para a cozinha para preparar um chá, notei que os trê
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