Sofia se levantou rapidamente, a cara vermelha de raiva e constrangimento, os olhos brilhando com lágrimas que ela se recusava a deixar cair.— Não vou precisar de sua ajuda, obrigado. — A voz dela estava firme, embora a tensão no corpo fosse visível, como uma corda prestes a arrebentar.Olhando-a, franzi a testa, um sorriso de canto.— Ah, claro. Porque você vai limpar esse chiqueiro sozinha, né?Ela empurrou o vestido sujo para longe da pele e pegou a pá de novo, os dedos apertando o cabo. Aos poucos, começou a colocar a lama no balde, cada movimento um esforço visível. Alguns minutos se passaram e, pela maneira como ela estava respirando, cansada, ofegante, era óbvio que mal tinha feito progresso, que o trabalho era maior do que ela imaginava. Ela estava visivelmente exausta, mas não havia avançado muito, o balde ainda meio vazio.— Está cansada já, menina? Pensei que estivesse aqui para trabalhar, não para descansar. Achei que ia dar conta disso aqui, mas vejo que não está nem per
Zuletzt aktualisiert : 2026-10-10 Mehr lesen