Foi rápido. Um movimento fluido, poderoso. A mão dele fechou-se ao redor do meu braço, e ele me arrastou de volta para dentro da casa. Eu gritei, surpresa, mas ele não parou. Atravessou o saguão, subiu as escadas, e eu tropecei, tentando acompanhar o passo dele.— Christian, o que você está fazendo? — Eu gritei, tentando me soltar. — Me solta!— Não. — Ele disse, e a voz dele era dura. — Você não vai embora. Não assim.Ele me puxou pelo corredor, passando por portas fechadas, até chegar a um banheiro. Ele me empurrou para dentro, e eu cambaleei, as costas batendo na pia de mármore.— Christian, para! — Eu gritei, as mãos erguidas. — Eu não vou para o seu quarto! Eu não vou...— Silêncio. — Ele sibilou, e o som cortou o ar como uma lâmina.Eu congelei. Não pelo tom da voz dele. Mas porque ele tinha se aproximado. Muito. Ele estava na minha frente, o corpo ainda coberto apenas pela toalha, as mãos apoiadas na pia de cada lado de mim, me prendendo entre os braços dele. Eu estava sentada
Last Updated : 2026-10-13 Read more