O Que Aconteceu Com Os Membros Do The Smiths Depois Do Fim Da Banda?

2026-02-20 02:02:58
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4 回答

Delilah
Delilah
Resenhista Psicanalista
Quando o The Smiths se separou em 1987, cada membro seguiu caminhos bem distintos, e é fascinante ver como suas carreiras evoluíram. Morrissey, claro, mergulhou de cabeça em sua carreira solo, mantendo aquele estilo melancólico e poético que marcou a banda. Seus álbuns, especialmente 'Viva Hate', capturaram a essência dos fãs mais nostálgicos. Johnny Marr, por outro lado, virou um verdadeiro camaleão musical, colaborando com bandas como Electronic e The Cribs, além de trabalhar com nomes como Modest Mouse. Sua guitarra inconfundível continuou a ecoar em outros projetos.

Andy Rourke e Mike Joyce, menos midiáticos, seguiram em frente com trabalhos variados. Rourke, antes de falecer em 2023, tocava em projetos menores e até enfrentou desafios pessoais, como problemas com drogas. Joyce, depois de uma batalha judicial contra Morrissey e Marr por direitos autorais, manteve uma presença discreta na cena musical. É curioso como a banda que definiu uma geração deixou legados tão fragmentados, mas igualmente ricos.
2026-02-22 12:09:06
4
Quentin
Quentin
Comentador Aprendiz
A dissolução do The Smiths foi quase um terremoto cultural, e os membros nunca mais se reconectaram artisticamente. Morrissey transformou-se numa figura polarizante, misturando sua música com opiniões controversas, enquanto Johnny Marr se tornou o arquétipo do músico versátil, até compondo trilhas sonoras para filmes. Andy Rourke, o baixista, teve momentos difíceis, mas sua técnica influenciou muitos artistas indie. Mike Joyce, o baterista, ficou conhecido pelo processo judicial, mas também participou de turnês com bandas como Buzzcocks. A ironia? A banda que cantava sobre desilusão acabou refletindo isso na vida real—cada um indo para um canto, sem reunificações ou nostalgia barata.
2026-02-23 12:16:27
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Grant
Grant
Radar literário Jornalista
Morrissey seguiu como voz da desilusão pós-Smiths, enquanto Marr explorou desde rock alternativo até trilhas cinematográficas. Rourke e Joyce tiveram trajetórias mais modestas, mas essenciais para entender a fragmentação da banda. A ausência de uma reunião só reforça o mito: eles eram grandes justamente porque não duraram.
2026-02-23 18:13:55
7
Xavier
Xavier
Resenhista Comerciante
Dá pra dizer que o fim do The Smiths foi como um álbum conceitual sobre reinvenção. Morrissey abraçou o estrelato solo, com altos e baixos—desde discos aclamados até declarações que afastaram fãs. Johnny Marr, meu favorito, virou o 'guitar hero' indie, emprestando seu talento a dezenas de projetos, desde sessões com Hans Zimmer até formar o The Healers. Andy Rourke, infelizmente, enfrentou vícios e problemas de saúde, mas sua contribuição musical permanece inegável. Mike Joyce seguiu como baterista de apoio, sem o mesmo brilho, mas com histórias divertidas da época da banda. O mais triste? Eles nunca enterraram o machado—Morrissey e Marr ainda trocam farpas públicas, décadas depois.
2026-02-25 16:23:05
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The Smiths: quais integrantes ficaram famosos após a banda?

4 回答2026-02-20 21:30:56
Morrissey é o nome que mais se destaca pós-The Smiths, tanto pela voz marcante quanto pelas polêmicas que criou. Sua carreira solo começou nos anos 90 e mistura melancolia com críticas sociais, mantendo fãs fiéis até hoje. Ele virou um ícone cult, mesmo com opiniões controversas. Johnny Marr também seguiu brilhando como guitarrista, trabalhando com bandas como 'Modest Mouse' e 'The Cribs'. Seu estilo único de tocar influenciou gerações. Enquanto isso, Andy Rourke e Mike Joyce ficaram mais nos bastidores, participando de projetos menores, mas ainda respeitados pelos fãs da cena alternativa.

Quem são os membros originais da banda The Smiths?

5 回答2026-02-20 23:44:04
The Smiths é uma daquelas bandas que marcou época, e conhecer sua formação original é quase uma obrigação para qualquer fã de música alternativa. A banda surgiu em Manchester em 1982, com quatro integrantes que se complementavam perfeitamente: Morrissey, o vocalista excêntrico e lírico; Johnny Marr, o guitarrista genial por trás dos riffs inconfundíveis; Andy Rourke, o baixista que dava aquele groove único; e Mike Joyce, o baterista que mantinha a batida pulsante. O que mais me fascina é como cada um trouxe algo único. Morrissey com suas letras melancólicas e cheias de ironia, Marr com suas guitarras que pareciam contar histórias sozinhas, Rourke com linhas de baixo que eram quase melodias secundárias, e Joyce com uma precisão rítmica que era a espinha dorsal do som. Juntos, eles criaram algo que ainda ecoa décadas depois.

Morrissey e Johnny Marr eram os únicos membros do The Smiths?

4 回答2026-02-20 20:52:48
Quando mergulho na história do The Smiths, sempre fico impressionado com como a banda era mais do que apenas Morrissey e Johnny Marr. Andy Rourke e Mike Joyce completavam o quarteto, trazendo aquele baixo melódico e a batida marcante que definiram o som deles. Rourke tinha um estilo único, quase conversando com as guitarras de Marr, enquanto Joyce mantinha tudo coeso com seu ritmo preciso. É fácil focar nos dois mais famosos, mas a magia dos discos do The Smiths vinha dessa química coletiva. Ouvir 'The Queen Is Dead' ou 'Meat Is Murder' sem a seção rítmica seria como um bolo sem recheio – ainda bom, mas incompleto. Acho que essa é a beleza das bandas: cada peça é vital, mesmo que algumas brilhem mais.

Lista completa de músicos que passaram pelo The Smiths

4 回答2026-02-20 04:25:51
The Smiths foi uma banda icônica dos anos 80, e sua formação original é sempre lembrada com carinho. Morrissey, o vocalista, tinha uma presença única no palco, enquanto Johnny Marr, o guitarrista, criava arranjos inesquecíveis. Andy Rourke, o baixista, e Mike Joyce, o baterista, completavam o quarteto que marcou época. Durante a trajetória da banda, alguns músicos participaram de forma mais breve ou em turnês. Craig Gannon, por exemplo, foi um guitarrista adicional em 1986, contribuindo para o álbum 'The Queen Is Dead' e algumas apresentações ao vivo. Outros nomes, como Ivor Perry, foram cogitados, mas não chegaram a integrar oficialmente a formação. A história do The Smiths é tão fascinante quanto sua música, e cada integrante deixou sua marca. Mesmo após o fim da banda, seus fãs continuam discutindo e celebrando cada detalhe dessa época.

Qual a formação clássica do The Smiths nos anos 80?

4 回答2026-02-20 22:10:16
Lembro da primeira vez que ouvi 'This Charming Man' e fiquei completamente hipnotizado pela química da formação original do The Smiths. Johnny Marr trouxe aquelas guitarras brilhantes e melódicas, enquanto Andy Rourke segurava o baixo com uma elegância quase despretensiosa. Mike Joyce era a força motriz nas baterias, criando um ritmo pulsante que sustentava tudo. E Morrissey, claro, com sua voz única e letras que misturavam melancolia e ironia. Essa combinação de talentos produziu alguns dos álbuns mais icônicos dos anos 80, como 'The Queen Is Dead' e 'Meat Is Murder'. Era impressionante como cada membro contribuía com algo especial. Marr tinha essa habilidade de transformar acordes simples em arranjos complexos e memoráveis, enquanto Morrissey transformava palavras cotidianas em poesia cortante. A formação clássica durou até 1987, deixando um legado que ainda influencia bandas hoje. Parece que eles capturaram algo mágico naquela época, uma sintonia rara que fazia tudo funcionar.

O que aconteceu com os membros do The Beatles após a separação?

2 回答2026-03-12 02:49:56
A dissolução dos Beatles em 1970 marcou o início de jornadas individuais fascinantes. John Lennon mergulhou em carreira solo com álbuns icônicos como 'Imagine', misturando ativismo político e arte até seu trágico assassinato em 1980. Paul McCartney formou o Wings, explorando desde baladas até rock experimental, e se tornou um dos artistas mais prolíficos da história. George Harrison brilhou com 'All Things Must Pass', abraçando espiritualidade e organizando o Concerto para Bangladesh. Ringo Starr alternou entre música, atuação e uma imagem de 'everyday guy', mantendo o legado vivo com turnês nostálgicas. Cada um carregou pedaços do DNA dos Beatles em seus trabalhos: McCartney manteve o melodismo cativante, Lennon a ousadia conceitual, Harrison a profundidade mística e Starr o charme despretensioso. As rivalidades iniciais deram lugar a colaborações esporádicas, como 'Anthology' nos anos 90. Hoje, McCartney e Starr seguem como embaixadores da cultura pop, enquanto o imaginário coletivo preserva Lennon e Harrison como mitos eternos da música.

O que aconteceu com os membros do Oasis após a separação?

4 回答2026-04-30 23:32:35
Lembro como se fosse ontem quando o Oasis anunciou o fim. Liam Gallagher seguiu carreira solo com aquele estilo marcante, misturando rock clássico com uma pegada mais pessoal. Seu álbum 'As You Were' foi um sucesso, provando que ele ainda tinha muita coisa pra dizer. Noel, por outro lado, montou a High Flying Birds e explorou sons mais experimentais, quase psicodélicos. A rivalidade entre os irmãos virou lenda, mas cada um encontrou seu caminho. Os outros membros também seguiram em frente. Gem Archer e Andy Bell trabalharam em projetos menores, mas com muita autenticidade. Bell até lançou um álbum solo inspirado nos anos 90. Chris Sharrock, o baterista, virou um músico de estúdio respeitado, tocando para gente como Robbie Williams. É curioso como a banda se dissolveu, mas o legado deles ainda ecoa em todo lugar que o britpop influenciou.

O que aconteceu com os membros antigos do Evanescence?

3 回答2026-02-20 09:21:31
Evanescence é uma banda que sempre teve uma história turbulenta em relação à formação. Amy Lee, a vocalista e principal compositora, é a única membro original que permanece desde a fundação. Ben Moody, o guitarrista co-fundador, deixou a banda em 2003 durante a turnê do álbum 'Fallen', citando diferenças criativas. John LeCompt e Rocky Gray, que entraram depois do lançamento de 'Fallen', também saíram em 2007, alegando conflitos com a direção da banda. Terry Balsamo, que substituiu Moody, ficou até 2015 antes de sair por motivos de saúde. A formação atual é bem diferente, com músicos que entraram depois de 2015. Amy Lee sempre foi o coração e a alma do Evanescence, mantendo o som característico mesmo com tantas mudanças. É interessante observar como a banda evoluiu, misturando elementos do rock gótico com orquestrações épicas, e ainda assim mantendo uma identidade única. Cada saída trouxe uma nova fase criativa, e isso se reflete nos álbuns mais recentes, como 'The Bitter Truth'.

O que aconteceu com os membros do Queen após a morte de Freddie?

3 回答2026-03-18 08:43:54
Lembro como se fosse hoje a comoção que foi a morte do Freddie Mercury em 1991. O Queen nunca mais seria o mesmo, mas os membros restantes seguiram caminhos fascinantes. Brian May mergulhou ainda mais na música, lançando álbuns solo e colaborando com artistas como Lady Gaga. Ele também se tornou um defensor ferrenho dos direitos animais, mostrando um lado que muitos fãs nem imaginavam. Roger Taylor não ficou para trás, formando a banda The Cross e explorando sons mais experimentais. John Deacon, o baixista, foi quem mais surpreendeu: ele simplesmente desapareceu da vida pública, recusando qualquer entrevista ou participação especial. É curioso como cada um lidou com a perda do Freddie à sua maneira - alguns abraçando a luz dos holofotes, outros preferindo o silêncio.

Como os membros do The Beatles se conheceram e formaram a banda?

2 回答2026-03-12 05:23:19
Lembro de ter mergulhado fundo na história do The Beatles quando estava obcecado por entender como as grandes bandas surgem. Tudo começou em Liverpool, nos anos 1950, com John Lennon e seu grupo de skiffle, 'The Quarrymen'. Paul McCartney foi apresentado a John depois de uma apresentação numa igreja local, e sua habilidade com o violão impressionou John o suficiente para convidá-lo a se juntar ao grupo. George Harrison, ainda mais jovem, foi trazido por Paul depois que John hesitou inicialmente por causa da idade dele. Ringo Starr veio bem depois, substituindo Pete Best na bateria em 1962, quando a banda já estava se profissionalizando sob a gerência de Brian Epstein. O que me fascina nessa história é a combinação de sorte e timing. Eles poderiam ter ficado só mais uma banda local se não fosse pela química única entre eles e a visão de Epstein. A evolução deles, de garotos tocando em pubs para ícones globais, mostra como conexões pessoais e oportunidades certas podem criar algo monumental. Até hoje, quando ouço 'Love Me Do', consigo sentir a energia crua daqueles primeiros dias.
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