Quanto Custa O Diário De Anne Frank Em Edição De Capa Dura?
2026-01-15 18:19:45
117
Ikuti7
Share
LuizaLua
Busca-livros
Analista
Kuis Kepribadian ABO
Ikuti kuis singkat untuk mengetahui apakah Anda Alpha, Beta, atau Omega.
Aroma
Kepribadian
Pola Cinta Ideal
Keinginan Rahasia
Sisi Gelap Anda
Mulai Tes
4 Jawaban
Zofia
Fã de histórias
Comerciante
Lembro que quando estava montando minha coleção de clássicos literários, fiquei impressionada com a variação de preços do 'Diário de Anne Frank' em capa dura. Dependendo da editora e da edição especial, os valores podem oscilar entre R$ 50 e R$ 120. A versão da Editora Record, por exemplo, costuma ser mais acessível, enquanto edições importadas ou com extras, como fotos e prefácios exclusivos, tendem a ser mais caras.
Fiquei de olho nas promoções de livrarias online e físicas, e percebi que eventos como a Bienal do Livro ou Black Friday podem reduzir o preço em até 30%. Comprar em sebos também é uma opção, mas a conservação da capa dura varia bastante. No fim, acabei optando por uma edição nova porque adoro a sensação de folhear páginas intactas enquanto mergulho na história.
2026-01-18 02:16:47
8
Jonah
Leitor ativo
Repórter
Ontem mesmo passei na seção de biografias e vi o 'Diário de Anne Frank' em capa dura por R$ 58. Mas já comprei ele mais barato numa feira de livros usados — sem rasuras e com aquele cheirinho gostoso de papel antigo. Se o orçamento estiver apertado, recomendo garimpar em sebos ou grupos de troca; a história é tão poderosa que o formato acaba sendo detalhe.
2026-01-18 12:11:21
6
Violet
Leitor ativo
Repórter
Curioso como um livro tão essencial pode ter preços tão variados, né? A edição de capa dura do 'Diário de Anne Frank' que eu tenho aqui em casa saiu por R$ 65, mas já vi ela por R$ 90 em outras lojas. Acho que o segredo é comparar não só o valor, mas também o conteúdo adicional. Algumas versões têm mapas da época ou textos de estudiosos que enriquecem demais a leitura. Se for presente, vale investir numa dessas!
2026-01-19 03:34:15
1
Piper
Radar literário
Contabilista
A última vez que vi o 'Diário de Anne Frank' em capa dura numa livraria grande, estava em torno de R$ 70. Mas confesso que sempre dou uma pesquisada antes de comprar qualquer livro — os preços mudam tanto que às vezes a diferença entre lojas chega a R$ 20. Se você não liga para esperar, sites como Mercado Livre ou Amazon costumam ter ofertas relâmpago. Uma dica: edições com traduções consagradas, como a de Ivanir Alves Calado, valem cada centavo a mais.
2026-01-19 11:10:23
8
Lihat Semua Jawaban
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi
Buku Terkait
O Preço da Traição: A Maré que Traz a Vingança
Soldador do Atlântico
0
4.9K
Ao saber que eu estava grávida, o amor inesquecível do meu marido me empurrou de propósito do convés de um cruzeiro.
Não gritei por socorro. Em silêncio, agarrei a minha sogra, que também caíra na água, e juntas lutamos para sobreviver.
Na vida passada, clamei desesperada no meio do mar. Meu marido desceu imediatamente com homens para salvar a mim e à sua mãe. A amante, porém, manchada de sangue, atraiu tubarões e acabou devorada.
Após a morte dela, ele declarou que, por ter me empurrado, ela não merecia viver e passou a me tratar com devoção. Mas, quando meu filho nasceu, foi ele quem pegou o retrato daquela mulher e esmagou a criança com ele.
Rugiu ele:
— Você me fez perder o amor da minha vida. Agora vai provar o mesmo gosto da perda!
Lutei até o fim e o arrastei comigo para a morte. Quando abri os olhos novamente... eu estava de volta àquele mesmo mar.
No dia do divórcio, eu, Lídia Duarte, saí vestindo apenas uma muda de roupa do tempo de casada.
A casa, o carro, o dinheiro, as crianças, deixei tudo para Cristiano Reis.
Ele me olhou com certa surpresa e zombou:
— Você pensou bem? As três filhas que você criou com as próprias mãos, também não as quer mais?
— Se você realmente não quer nada, eu também não vou te cobrar pensão alimentícia. Assim fica justo.
Assinei o acordo rapidamente e disse com indiferença:
— Sim, muito justo.
Cristiano hesitou por um instante antes de assinar lentamente seu nome.
— Se você se arrepender, nós não precisamos...
Acenei com a mão, interrompendo-o, e saí sem olhar para trás.
Cristiano costumava dizer que eu me casei com ele por dinheiro e poder, e que eu tentava amarrá-lo usando as crianças.
Mas não tem problema.
Quando ele for recolher o meu corpo, ele entenderá.
Dos dez aos dezoito anos, meus pais me obrigaram a escrever duzentas e noventa e nove dívidas.
Cada centavo que eu pedia a eles era considerado um empréstimo — algo que eu teria que pagar quando me tornasse adulta.
Até que sofri um acidente de carro... Na hora de pagar a cirurgia, ainda me faltavam três mil no cartão.
Sem saída, fui implorar ajuda aos meus pais.
Mas eles apenas sorriram friamente:
— Júlia Monforte, você já tem dezoito anos. Não temos mais obrigação nenhuma com você. Escreva uma nova dívida!
Com lágrimas nos olhos, escrevi minha tricentésima dívida.
Após a cirurgia, abri o Instagram e me deparei com uma publicação da minha irmã adotiva.
Na foto, ela estava em um cruzeiro internacional, celebrando seu aniversário de dezoito anos como uma princesa, cercada de gente a bajulando.
O presente dos meus pais para ela? Um apartamento de alto padrão no centro de São Paulo... e a chave de um Maserati.
Até meu amigo de infância... olhava para ela com olhos cheios de amor.
Ela agradecia: "Obrigada às pessoas que eu mais amo, por me darem o melhor que eu poderia ter."
E eu, segurando aquela dívida toda amassada nas mãos, simplesmente sorri.
Depois que eu quitar essa dívida... uma coisa é certa — não preciso mais de uma família assim.
Dediquei trinta anos da minha vida a Julian Marchetti depois que a guerra acabou.
Construí seu império, criei seus filhos e mantive a família unida nos bastidores.
Mas quando ele morreu, seu testamento sequer mencionava meu nome.
Metade de sua fortuna foi para nossos filhos. A outra metade foi para Lydia Carter, a filha do homem que salvou sua vida na Normandia.
A mesma Lydia que roubou minha identidade.
A mesma Lydia que construiu toda a sua vida sobre as ruínas da minha.
Tudo o que ele me deixou foi um único bilhete, rabiscado com sua caligrafia familiar: Eu te amei. Tivemos trinta bons anos. Mas tenho uma dívida com Lydia. Isso é o mínimo que posso fazer.
Caí morta de um ataque cardíaco ali mesmo, em seu escritório, segurando aquele pedaço de papel patético.
Quando abri os olhos novamente, havia renascido em 1945, logo após o fim da guerra.
Desta vez, não vou engolir minha raiva nem sofrer em silêncio. Vou revidar. E vou recuperar tudo o que me pertence por direito.
Durante a cerimônia de premiação da Competição Internacional de Design de Joias, a minha meia-irmã recebeu o grande prêmio, só que usando os designs que havia roubado de mim.
E qual era o grande prêmio? Tornar-se a noiva do principal patrocinador da premiação, Jude Moretti, o Padrinho da família Moretti. Ele era um homem cruel e ambicioso, mas que acabou atingido por uma grande explosão e por isso diziam que ele não podia ter filhos.
Naquela noite, os homens de Moretti, vestidos com seus paletós pretos, traziam um contrato de casamento todo cravejado a ouro. Eles buscavam a "artesã extraordinária".
Meu noivo, Marco, entrou em pânico e fugiu com a Sandra às pressas para Vegas, eles se casaram naquela noite e ela foi salva.
Com o ato consumado, Sandra retornou usando o meu vestido de seda, o pescoço cheio de marcas e exibindo um anel brilhante em seu dedo.
— Agora, o Marco é meu. — Ela disse em tom de deboche. — O que você vai fazer, Odessa? O padrinho te deu apenas um dia para decidir. Se você não se casar, a Família vai pedir uma compensação e você terá que trabalhar em algum cortiço qualquer, ou quem sabe eles não te vendem para algum maluco com fetiches estranhos.
Ela estava enganada, eu não tinha escolha. Mais cedo, eu encontrei meu pai e minha madrasta tendo dificuldades para lidar com aquele contrato.
— Eu faço isso! — Eu disse. — Eu me caso com o Padrinho.
Após renascer, fui eu quem mudou o nome no meu vínculo de sangue com o Príncipe Mortlock. Escrevi "Isabella" — a outra vampira que ele sempre amou, sempre protegeu.
Quando Isabella quis o colar de rubi, aquele que marcava a companheira do príncipe — eu o dei a ela.
O vestido de noiva que Mortlock havia preparado para mim? Também o dei para Isabella.
Fiz tudo isso porque, na minha vida passada, consegui o que queria. Tornei-me a companheira de Mortlock, mas vivi cada momento à sombra de Isabella. No fim, durante uma batalha contra caçadores de vampiros, Mortlock correu primeiro até Isabella, que estava ferida. Fui eu quem ficou para trás e acabou com uma estaca de prata atravessada no coração.
Então, desta vez, decidi deixá-los em paz. Ficar bem longe de Mortlock.
Mas, desta vez, o príncipe frio e distante chorou e implorou para que eu me tornasse sua companheira novamente.
Tenho uma edição de 'O Diário de Anne Frank' aqui na minha estante, e a versão completa tem cerca de 350 páginas, dependendo da editora e do formato. Essa edição inclui não só os textos originais, mas também trechos que foram censurados em versões anteriores, dando uma visão mais profunda da vida dela durante a Segunda Guerra Mundial. A leitura é pesada, mas essencial – cada página traz uma mistura de esperança, medo e reflexões surpreendentemente maduras para uma adolescente.
Acho fascinante como o diário consegue equilibrar a rotina comum de uma garota com o horror do contexto histórico. Algumas passagens são tão vívidas que parece que Anne está conversando diretamente com a gente. Se você nunca leu, recomendo demais – é daqueles livros que mudam a forma como a gente enxerga a vida.
Lembro que quando estava no ensino médio, nossa professora de história recomendou 'O Diário de Anne Frank' como leitura complementar. Na época, fui direto à livraria mais próxima do colégio e encontrei uma edição linda, com capa dura e tradução impecável. Hoje em dia, além das livrarias físicas como Saraiva e Cultura, você pode encontrar o livro em plataformas online como Amazon, Americanas e Submarino. A versão digital também está disponível no Kindle e em apps como Google Play Livros.
Uma dica: vale a pena comparar preços e edições. Algumas versões têm prefácios históricos incríveis ou fotos da época que enriquecem a experiência. Se tiver paciência, garimpe sebos virtuais — já encontrei edições antigas com anotações de leitores que deixam a leitura ainda mais emocionante.
Lembro que quando estava no ensino médio, tive que ler 'Diário de Anne Frank' para uma aula de história. Foi uma experiência marcante, e desde então sempre recomendo o livro. Você pode encontrá-lo em grandes livrarias como Saraiva e Cultura, tanto nas lojas físicas quanto online. A Amazon também costuma ter boas edições, às vezes com descontos. Se preferir algo mais acessível, vale dar uma olhada em sebos virtuais como Estante Virtual ou até mesmo no Mercado Livre, onde às vezes aparecem edições antigas bem conservadas.
Uma dica: se você quer uma edição específica, como aquela com capa dura ou tradução de algum autor em particular, é bom pesquisar pelo ISBN. Isso evita surpresas na hora da compra. E se morar perto de alguma biblioteca pública, pode ser uma ótima opção para ler antes de decidir comprar.