Desejos e traição
A calcinha fio dental preta, que ele tanto gostara de ver, estava encharcada e colada na sua bunda gosta empinada pra ele.
Sem dizer uma palavra, ele se sentou de novo no banco, o jeans ainda aberto, e inclinou o corpo para ela. A mão dele, quente e com a pele áspera, subiu novamente pela coxa macia de Priscila. Desta vez, o toque não era de provocação, mas de reivindicação. Seus dedos deslizaram sobre o tecido molhado da calcinha, pressionando a bunda dela, sentindo o calor que emanava de entre as pernas. Priscila soltou um suspiro trêmulo, e relaxou completamente, afundando no banco de couro, entregando o peso de seu corpo àquele toque. Ela não moveu um músculo para resistir, apenas permit