A Virgem E O Mafioso Obcessivo
Peguei uma longa faca afiada de cima da mesma.
— Corte a língua dele — ordenei a Rafael, que acenou para mim com animação.
— Imagino o quanto deve ter sido satisfatório para você pensar que estava me passando para trás e ainda comendo a minha irmã nas horas vagas — mergulhei a faca dentro de um reservatório cheio de ácido quente e corrosivo, reservatório que tinha tamanho suficiente para eu, sem dificuldade, me livrar de um corpo sem deixar rastros para trás, se sentisse vontade de fatiar Pietro em pedaços. — Mas adivinhe, cunhadinho? — perguntei em falso tom amigável enquanto escutava seus últimos gritos. Sua língua caiu decepada no chão. — Ah, é mesmo. Você já não pode me responder, não é?