A Luna do Alfa bastardo
ele rosnou, a fúria clara em cada palavra.
Mordi meus lábios, pela primeira vez, com medo de que a raiva daquele alfa se voltasse contra mim. A loba ficou imóvel, deitada no chão, com a respiração fraca, um fio leve de ar. Seus olhos já não pareciam ver nada enquanto uma lágrima solitária rolava pelo seu rosto. Indiferente às condições de sua Luna, o alfa supremo passou por ela, seguindo na direção da construção espelhada. Outras lobas se aproximaram e carregaram a luna, seguindo o alfa supremo.
“Beta.” um dos lobos chamou o grande lobo que havia me capturado. Ele também era alto, o cabelo completamente raspado e o rosto tomado por marcas e cicatrizes. “O que devemos fazer?”