Com Amor, Samara
Por favor, Samara.
Samara fechou os olhos e se controlou para não falar aquilo que ecoava em sua mente constantemente, como um pesadelo difícil de ser esquecido e ignorado. Samara tinha medo, ela era humana, mas os medos dela eram apenas sobre coisas que poderiam ser reais e prováveis de acontecer. Ela descartaria qualquer suposição negativa se visse que não teria cabimento, mas aquele… Aquele desagradável pensamento não era só um impulso de uma mente inquieta como a de Tony ou dos demais valentões do colégio Doctor John Dalton, mas sim, uma premonição.