Eterna Esperança
— ela perguntou, a preocupação evidente na voz.
Eu respirei fundo antes de responder, sentando-me no sofá ao lado dela. O olhar de Karina era como uma âncora, me mantendo ali, me fazendo sentir que não estava sozinha. Mas, no fundo, eu me sentia. Eu estava sozinha nessa batalha, sem saber como ia enfrentar o tratamento, como conseguiria cuidar de Isabela e lidar com essa doença ao mesmo tempo.
— O diagnóstico não é bom, Karina — respondi, tentando manter a voz firme, mas a angústia era inegável. — Eles acham que é terminal.