แชร์

39

ผู้เขียน: AnglicaLuiza
last update วันที่เผยแพร่: 2025-04-09 18:25:04

O dia da despedida de solteiro de Aiden e Selene amanheceu quente, com o sol de dezembro castigando os jardins da mansão. Desde cedo, os funcionários corriam pelos corredores ajustando os últimos detalhes da comemoração que havia sido cuidadosamente organizada pelos padrinhos e madrinhas. Era uma tradição Vasquez — os homens e as mulheres se separariam para celebrar em grupos distintos, cada um com seu próprio cronograma.

O clã Devereaux, entretanto, não quis participar. Selene não sabia se aqu
อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป
บทที่ถูกล็อก

บทล่าสุด

  • A Falsa Luna   47

    O aposento designado a Selene era amplo, com pé-direito alto e grandes janelas góticas que permitiam que a luz da lua se derramasse pelo chão de mármore negro. As paredes eram adornadas com tapeçarias ricas em detalhes, representando símbolos que ela ainda não compreendia completamente, mas que certamente pertenciam à linhagem Devereaux. A cama imponente, com colunas esculpidas em madeira escura, estava vestida com lençóis de linho fino e colchas bordadas em tons de vinho e ouro.Ao entrar no quarto, Selene sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Tudo ali pertencia à mulher que lhe dera a vida, mas que nunca fora parte dela. O aroma sutil de algo floral ainda pairava no ar, como se a antiga ocupante do aposento pudesse retornar a qualquer momento. As roupas no armário, os livros na escrivaninha, os pequenos adornos sobre a cômoda... tudo indicava que aquele espaço havia sido preservado com zelo. Como se o clã esperasse que sua mãe voltasse. Mas ela não voltou. E, no lugar dela, Selen

  • A Falsa Luna   46

    Os meses foram se passando, e a inquietude de Selene começou a se dissipar. Apesar das conversas veladas sobre mudanças políticas e possíveis levantes, nada de concreto parecia estar acontecendo. A vida seguiu seu curso e, pouco a pouco, ela encontrou uma rotina confortável ao lado de Aiden.No entanto, havia algo que lhe afligia: após meses de casamento, ainda não havia nenhum sinal de gravidez. A princípio, não se preocupou, mas aos poucos começou a perceber os olhares e os cochichos quando passava pelos corredores da mansão ou em eventos sociais. Comentários sutis, questionamentos indiretos, e até mesmo algumas mulheres mais velhas a aconselhando sobre chás e superstições antigas. O peso da expectativa crescia sobre seus ombros.Naquela noite, enquanto estavam juntos na sala de estar, Selene não conseguiu mais conter a angústia. Aiden estava sentado ao seu lado no sofá, uma das mãos segurando a dela com firmeza, a outra repousando sobre a lateral de seu rosto. O olhar dele, sempre

  • A Falsa Luna   45

    Aiden conduziu Selene por entre os convidados, desviando de grupos que riam alto e taças que tilintavam. Quando finalmente pararam, Aiden sorriu de leve e fez um gesto cortês.— Selene, este é Lucius Armand, do clã Armand.O homem diante dela tinha uma presença imponente e enigmática. Seus olhos eram de um tom acinzentado, frios e calculistas, mas não hostis. Os cabelos escuros estavam penteados para trás, e ele exalava uma elegância antiga, daquelas que não se aprendia, mas herdava. O sorriso que lançou a Selene não passou de um leve curvar dos lábios, mas havia algo nele que fez seu estômago revirar.— É um prazer conhecê-la, Luna Vasquez. — Sua voz era baixa, mas carregava uma firmeza que fazia cada palavra parecer uma promessa.Selene assentiu educadamente, mas não conseguia disfarçar a curiosidade. Por que Aiden fazia questão de apresentá-la a ele? Lucius não disse nada mais que o formal, mas o modo como observava cada um de seus gestos parecia estudá-la.A conversa não se esten

  • A Falsa Luna   44

    Os dias seguintes marcaram a adaptação de Selene à sua nova vida como luna do clã Vasquez. Suas obrigações eram poucas e, para seu espanto, a maioria delas parecia mais simbólica e fútil do que realmente necessária. Ela deveria estar presente em algumas reuniões sociais com as esposas de outros alfas, comparecer a eventos da alta sociedade híbrida e supervisionar os empregados da casa — embora estes fossem tão bem treinados que quase não precisavam de supervisão.A parte mais peculiar, e talvez a que mais a incomodava, era o cuidado constante com sua imagem. Esperavam que ela estivesse sempre impecável, vestida de acordo com as tradições da Cidade Alta, e que seu comportamento refletisse elegância e sobriedade. Em sua mente, essas exigências pareciam uma forma disfarçada de controle, uma maneira de manter as lunas como peças decorativas em seus palácios dourados.Enquanto isso, Aiden se afundava em trabalho. Seus dias eram longos e exaustivos, e muitas vezes ele só retornava à mansão

  • A Falsa Luna   43

    Quando retornaram da viagem de núpcias, apesar do alívio por não voltar para a movimentação intensa da mansão, Selene não sentiu aquele calor reconfortante que tantos descreviam ao “voltar para casa”. Pelo contrário, o peso do desconhecido ainda pairava sobre ela, mesmo já tendo pisado ali antes.A primeira vez que visitara a casa, meses atrás, havia encarado cada detalhe como uma sentença. As paredes imaculadas, os móveis de madeira nobre, a elegância dos tecidos e o brilho dos lustres não haviam sido símbolos de um lar – mas de uma prisão que se fechava sobre ela. Naquele tempo, tudo o que queria era escapar.Agora, ao atravessar novamente a porta de entrada, o sentimento era diferente, mas não menos avassalador. A casa não era apenas grande e suntuosa; era mais silenciosa que a mansão dos Vasquez, e essa quietude, curiosamente, a tranquilizou. Não havia tantos olhos, tantas vozes. A ausência do burburinho constante fez Selene respirar um pouco melhor.— Finalmente em casa. — Aiden

  • A Falsa Luna   42

    O carro os deixou diante do imponente Grand Resort Ravena, um hotel que parecia saído de uma revista de luxo. As colunas brancas se erguiam altivas, e a fachada refletia o pôr do sol sobre o mar, banhando tudo em tons dourados. Selene desceu do veículo ajeitando o vestido de noiva, sentindo-se deslocada, ainda usando o símbolo do dia anterior. Não traziam malas, nem qualquer bagagem.— Não trouxemos nada… — ela comentou, encucada.Aiden sorriu de lado.— Confie em mim.Eles atravessaram o hall, onde um aroma de flores frescas pairava no ar, e Selene observou com curiosidade os funcionários que os recebiam. Havia humanos, mas também híbridos de espécies que ela nunca tinha visto: uma recepcionista de pele azulada e olhos perolados, um mensageiro de orelhas pontudas e cauda felpuda, e um garçom alto, esguio, com escamas prateadas subindo pelo pescoço.Aiden cumprimentava a todos com naturalidade, falando fluentemente o dialeto local, uma mistura melódica que Selene mal conseguia decifra

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status