แชร์

Cap 3 "A NOITE DE DESPEDIDA"

ผู้เขียน: Larissa Nanda Sanches
last update วันที่เผยแพร่: 2026-06-07 00:18:12

Eu sorri, revirei os olhos e me sentei no sofá. No fundo, sabia que elas estavam apenas querendo me animar de alguma forma depois do dia terrível que tive. Kiara foi pegar uma bebida e dar uma olhada nos rapazes que dançavam. Era um mais bonito que o outro, todos sarados, e havia também muitos estrangeiros por ali. Logo, Asha foi atrás dela, me deixando sozinha.

Acabei ficando ali, sentada, perdida em meus pensamentos. Casamento? A palavra ainda ecoava na minha mente como uma sentença de prisão. Nisso, uma moça passou servindo bebidas. Sem pensar muito, peguei um copo e comecei a beber. Eu nunca havia bebido antes na vida, mas aquela mistura me deu uma sensação imediata de leveza e liberdade.

Foi quando eu o vi.

De repente, meus olhos travaram em um homem asiático. O seu semblante era sério e ele era absurdamente bonito. Estava sozinho em seu canto, sem camisa. O seu corpo era perfeito, parecia esculpido em mármore. Enquanto todos os outros caras dançavam e se moviam, ele permanecia ali, parado como uma estátua. Seus lábios eram rosados, sua altura era perfeita e os seus olhos refletiam um poder puro, misterioso e intimidador.

O resto da boate inteira parecia ter sumido em um borrão. Só existia ele. Cada centímetro daquele homem exalava um magnetismo perigoso. O peitoral dele era largo, definido, com os músculos da barriga perfeitamente marcados que desciam até sumir no cós da calça escura. A pele dele brilhava levemente sob os refletores, como se tivesse sido feita sob medida.

Ele percebeu que eu estava admirando a sua beleza. Simplesmente olhou direto para mim, com um semblante desconfiado e os olhos semicerrados. De imediato, a voz de um funcionário do bar cortou o momento:

— San-jin, pega para mim aquela garrafa!

Ele desviou o olhar e encarou o homem que o chamava. San-jin apenas acenou com a cabeça e foi até ele. Olhei rápido para a minha bebida, disfarçando o tamanho do flagra. Mas a minha mente estava um caos. Eu não vou me casar com aquele velho.

Eu me levantei rapidamente do sofá. De longe, percebi que San-jin começou a me observar, acompanhando os meus passos com atenção. Fui direto até a recepção. Com um sorriso bobo no rosto, eu já estava completamente fora de si por conta do álcool.

— Eu quero uma noite com aquele homem ali — disparei, apontando diretamente para San-jin. — Eu pago o quanto você quiser.

O funcionário me olhou por um instante e apenas respondeu:

— Certo.

Eu entrou primeiro no quarto. O lugar era extremamente requintado, com uma iluminação baixa e muito perfumado. Logo em seguida, San-jin entrou, fechando a porta atrás de si e me observando atentamente.

"Olhando para as roupas dela, ela me parece tão inocente", San-jin pensou, analisando cada detalhe meu enquanto eu cambaleava de leve. "Mas o que uma garota como essa está fazendo em um lugar como este? Ela está completamente sob o efeito do álcool..."

Antes que ele pudesse terminar de me analisar, criei coragem e me aproximei. San-jin fixou os olhos nos meus, observando a minha aproximação ousada. Fiquei tão perto que conseguia sentir o calor do seu corpo. Sem pensar nas consequências, me estiquei um pouco e o surpreendi com um selinho tímido. San-jin travou, ficando de olhos bem abertos, pego totalmente de surpresa pela minha audácia.

Mas eu não parei. Juntei nossos lábios e comecei a beijá-lo de verdade. Foi nesse momento que ele sentiu o meu aroma, uma mistura doce e marcante de flor de incenso de mel. Aquele perfume pareceu desarmar toda a pose séria dele. Soltando um suspiro pesado, San-jin cedeu e começou a me beijar intensamente. Minhas mãos subiram pelo seu peitoral largo e foram para as suas costas, sentindo como a sua pele era firme e os seus ombros eram imponentes.

O beijo se tornou tão profundo e urgente que nós dois começamos a ficar ofegantes. O ritmo mudou. Ele colou o corpo dele no meu, descendo os lábios quentes para o meu pescoço, trilhando um caminho de arrepios até a altura dos meus seios. Sem romper o contato da nossa pele, as mãos grandes dele começaram a desabotoar os botões da minha camisa, um por um. San-jin me segurou firme pela cintura, me guiando com cuidado até a cama luxuosa. Deitados ali, os beijos continuavam intensos, fazendo meu coração parecer que ia sair pelo peito. Ele começou a beijar meus seios com paixão enquanto puxava meu sutiã, me deixando completamente entregue àquela noite de liberdade.

De repente, ele parou por um segundo e me observou. Nossos olhos ficaram fixos, travados em uma conexão profunda, quase elétrica, que pareceu durar uma eternidade. Senti meu rosto arder, ficando completamente rosado sob o olhar atento dele.

"Essa mulher... ela é virgem", San-jin pensou, sentindo o peso avassalador daquela descoberta.

Sem desviar o olhar do meu, ele retomou o ritmo, e voltamos a nos beijar com uma fome renovada. Senti a boca dele quente contra a minha pele, enquanto ele começava a marcar o meu pescoço, deixando um rastro de fogo. Em resposta, fechei os olhos e apertei com força as costas largas dele, trazendo-o ainda mais para perto. Ele passava a mão pela minha coxa nua com força e, ao mesmo tempo, com uma gentileza que me tirava o fôlego. Seus lábios quentes começaram a trilhar um caminho de fogo, beijando de cima para baixo, subindo pelo meu abdômen até alcançar a minha boca novamente.

O olhar intimidador e misterioso dele agora tinha uma pitada de cuidado que me arrepiou a espinha. Ele percebeu que, por trás da minha audácia provocada pela bebida, existia uma pureza real.

— Você tem certeza disso? — a voz dele saiu grave, um sussurro rouco e arrastado bem perto do meu ouvido, como se estivesse me dando uma última chance de voltar atrás.

A voz dele me fazia sentir tremores por todo o corpo; até o tom que ele usava era absurdamente sexy. Em resposta, juntei minhas mãos na nuca dele e o puxei para outro beijo ardentemente, colando nossos corpos sem dar espaço para o tempo parar. Senti o peso do corpo sarado dele esmagando o meu de leve no colchão macio, me entregando completamente àquela loucura.

Enquanto isso, Kiara e Asha olhavam para todos os lados na boate lotada, tentando me encontrar no meio daquela multidão. O pânico começava a tomar conta das duas, e as expressões de diversão tinham sumido completamente de seus rostos.

— Será que ela foi embora sozinha? — Kiara perguntou, a voz sumindo por causa do som alto.

Asha, pensativa e de cenho franzido, caminhou rapidamente até o funcionário que organizava alguns papéis logo ao lado do balcão da recepção.

— Com licença... — Asha chamou, tentando parecer calma. — Você viu uma moça de cabelos longos e pele morena clara que estava com a gente agora há pouco?

— Ah, sim. Ela acabou de entrar para os quartos com um rapaz — o homem respondeu com naturalidade.

As expressões de Asha e Kiara mudaram imediatamente. O choque foi tão grande que elas quase não conseguiram respirar. Sem pensar duas vezes, Asha girou nos calcanhares e foi direto em direção à porta do corredor dos quartos privativos, desesperada para descobrir em qual deles eu estava. Mas ela não conseguiu dar nem dois passos. O segurança, com seu porte físico intimidador, se moveu rápido e barrou a entrada dela, colocando a mão espalmada no ar.

— Você está louca? Não pode entrar aí. Essa área é restrita — o homem alertou, com a voz firme.

— Ela vai se casar esta semana! Ela é virgem, e se a família dela souber, vão matar ela! Eu não sei o que pode acontecer! — Asha disparou desesperadamente, com a voz falhando pelo choro que ameaçava descer e o coração na boca. — Por favor, me deixa passar!

O guarda olhou rapidamente para os lados, incomodado com o escândalo que ela estava começando a fazer no meio do salão.

— Isso não é problema nosso, moça. Por favor, retire-se antes que eu tenha que tirá-la daqui — ele disse, frio e irredutível.

Asha deu um passo para trás, derrotada. Ela olhou para Kiara, e as duas ficaram completamente sem chão. A realidade caiu como uma tonelada de tijolos nas costas delas. Como elas iam voltar para casa sem a Alya? O que diriam para a família se alguém descobrisse?

อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • A MOCINHA E O EX-CHEFE DA FACÇÃO   Cap 35 O PERVERTIDO NO CASAMENTO

    Ao me aproximar, o meu pai olhou para mim todo orgulhoso e abriu um sorriso largo para os vizinhos verem. Eu continuei séria, encarando-o com frieza. Ele podia fingir o quanto quisesse para a vizinhança, mas eu sabia a verdade. Eu nunca iria perdoá-lo O meu pai pegou na minha mão e a entregou para San-jin segurar. Eu não fazia a menor questão de que o meu pai me levasse até o altar, e a minha frieza deixava isso bem claro. ​San-jin olhou para mim de cima a baixo, percebendo o meu incômodo com o toque do meu pai. Ele segurou a minha mão com firmeza, e o calor dos seus dedos me fez recuperar o ar na mesma hora. Era como se ele estivesse me dizendo, sem precisar falar nada, que dali para frente eu estava segura com ele. ​Disfarcei o meu nervoso, sustentei o olhar dele e dei o passo definitivo para o altar, deixando o meu pai para trás onde ele realmente merecia ficar: no passado. ​O celebrante começou a falar, dando início à cerimônia, mas a voz dele parecia distante, como um som

  • A MOCINHA E O EX-CHEFE DA FACÇÃO   Cap 34 NOIVA DA VINGANÇA

    San-jin tinha acabado de descer das escadas do quarto com passos silenciosos. Tamasi e Kiara estavam na cozinha quando ele cruzou a porta. ​— Meu querido genro, venha! Eu preparei uma refeição especial para você e a Alya — disse Tamasi, com um sorriso largo. ​San-jin se aproximou friamente ​— Por que você me chama de genro se a Alya nem sua filha é? — rebateu San-jin. ​Kiara olhou para a cara da mãe com aquela expressão de "eu te avisei que não era para tratar ele assim". Tamasi, que estava arrumando o prato de comida, ficou completamente sem graça e tentou disfarçar: ​— É... é que já é hábito... Eu a considero como uma filha. ​San-jin olhou para ela, sabendo perfeitamente que tudo aquilo era falsidade. Enquanto isso, Kiara ficava parada, observando cada detalhe e expressão dele. ​"Esse cara nem parece humano, ele é tão estranho", pensou Kiara, desconfiada daquela frieza toda. ​— Eu vou levar um prato para a Alya — avisou San-jin. ​— Todos da vizinhança te elogiam! D

  • A MOCINHA E O EX-CHEFE DA FACÇÃO   Cap 33 FOGO NA PELE

    — Ainda acho que você vai roubar o marido da minha irmã.Asha nem piscou, fuzilando-o com os olhos:— Vai para a merda, Ravan!E saiu da presença dele antes que ele pudesse falar mais qualquer besteira Eu entrei em silêncio, e os olhos dele me acompanharam enquanto eu fechava a porta.— Ontem você quase contou todo o nosso segredo para o Kabir — ele disse, respirando fundo.Por dentro, entrei em pânico. Eu realmente não lembrava do que tinha falado com o Kabir. San-jin se aproximou, ficando bem perto do meu rosto:— Você se lembra de alguma coisa?Eu continuei de cabeça baixa, olhando para o chão para disfarçar o nervoso.— Eu só me lembro que você deu uma rasteira nele.San-jin deu um sorriso de canto.— Que bom que você lembrou dessa parte.Olhei para ele com raiva. Na cabeça dele aquilo por acaso era bom?— Olha só, eu me lembro muito bem da nossa briga antes de eu beber — confrontei. — Lembro perfeitamente do motivo.— Exatamente — San-jin concordou. — Você deveria ter sido mais

  • A MOCINHA E O EX-CHEFE DA FACÇÃO   Cap 32 O ALTAR DA VINGANÇA

    No restaurante de luxo Adabe, a mesa estava cheia dos pratos mais caros e sofisticados do cardápio, mas o comportamento ali não tinha elegância nenhuma. Ravan e meu pai estavam comendo igual a dois porcos, limpando os pratos com pressa e mastigando de boca cheia. Eles estavam completamente fanáticos pela comida do restaurante luxuoso, aproveitando que não eram eles que iam pagar a conta.San-jin observava os dois discretamente, segurando seu copo com total elegância. O plano de despachar os dois por um tempo estava dando certo. Ele limpou os lábios com o guardanapo de tecido, olhou para o relógio de pulso e se levantou.— Eu tenho que resolver algumas pendências — explicou San-jin, com a voz calma de sempre. — Posso deixar vocês aqui? Volto em quarenta minutos.Ravan, com a boca cheia de carne, olhou para o prato quase intacto do cunhado e franziu a testa, folgado:— Nossa, você come tão pouco! O que vai fazer de tão importante agora?San-jin manteve a expressão tranquila, usando sua

  • A MOCINHA E O EX-CHEFE DA FACÇÃO   Cap 31 A NOIVA DO MAFIOSO

    Chega, Ravan! Às vezes você passa dos limites, seu idiota! — Patel brigou logo em seguida, cortando o filho para tentar consertar a burrada, com medo de irritar o genro rico.San-jin piscou, relaxou os músculos do rosto e voltou a olhar para a estrada. Num piscar de olhos, aquela energia assustadora sumiu e ele voltou a usar a sua máscara de bom moço.— Está tudo bem — falou San-jin de um jeito amigável, fingindo que nada tinha acontecido para não levantar suspeitas.Ele continuou dirigindo calmamente em direção ao restaurante, enquanto os dois sanguessugas da minha família não tinham coragem nem de respirar alto ao lado dele.A atendente olhou para nós com atenção:— Quem é a noiva?Eu dei um passo à frente, sentindo o peso do olhar de falcão da Tamasi queimar minhas costas.— Sou eu — respondi.E, naquele momento, percebi que o teatro mais perigoso da minha vida estava apenas começando.— Temos vários tipos de modelos que vão ficar lindos em você — disse a atendente, educada.Tamasi

  • A MOCINHA E O EX-CHEFE DA FACÇÃO   Cap 30 MÁQUINA NA CAMA?

    No banco de trás, a Kiara encolheu os ombros, visivelmente sem graça ao ver a mãe agir de forma tão arrogante e sem noção. Ela olhou para mim pelo retrovisor com um pedido mudo de desculpas nos olhos.O motorista, que eu também havia contratado junto com o carro, apenas escutava aquela conversa estranha pelo retrovisor, mantendo a postura profissional enquanto o clima esquentava no banco de trás.Tamasi ajeitou o corpo no banco de couro, cruzou as pernas e disparou mais uma pergunta cheia de interesse e malícia:— E a lua de mel, onde vocês vão passar? Em Londres? Paris?Eu apertei os dentes. Estava ficando extremamente incomodada porque, obviamente, eu e o San-jin não tínhamos falado nada sobre isso. Para um casamento de fachada, uma viagem romântica internacional não era nem um pouco necessária. Eu mal conseguia olhar para ele sem lembrar do passado de mafioso, quem dirá planejar uma lua de mel!Percebendo o meu silêncio tenso, Kiara tentou intervir com a voz mansa:— Mãe, por favor

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status