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CAPÍTULO 03

last update publish date: 2021-09-09 20:14:16

      “FT”, 13 de janeiro, terça-feira.

      Colocou a metade do corpo para fora e ergueu a mão armada.

      → Volto a repetir, Ana → o homem dizia →. Não liguei para a Mindows, solicitando encontro aqui na tua casa. Deve estar ha...

      POW!

      POW!

      Mirou o peito, para não errar. Dois tiros certeiros.

      Viu o homem desabar para trás, bruscamente, após soltar um grunhido animalesco. Bateu a cabeça na parede e caiu de costas. Emitiu convulsões → como que procurando o ar → para logo ficar imóvel. Morreu sem ter tido tempo de ver seu assassino!

      Abandonou o esconderijo e mostrou-se para a morena.

      → Meu Deus! → ela murmurou, trêmula.

      Apontou a arma para aquele rosto lindo.

      → P-Por f-favor... n-não me... m-mate... → ela suplicou, pálida, com os olhos arregalados e repletos de lágrimas. → Não que... quero... m-morrer!... Eu... f-faço... o... que.. v-você... qui... qui...ser...

      Os seios dela saltitavam, por baixo da blusa!

      A imagem daquele bumbum convidativo não saía de sua mente.

      O desejo brotou! Latente! Profundo! Corroendo seu raciocínio! E agora? Deveria atirar e ir embora? Ou se divertir um pouco?

      → P-Por f-favor...

→ Você fará tudo o que eu m****r? → indagou, agora sem o controle de sua libido, somente para testá-la.

      → S-Siiimmm...

      Teria tempo? Poderia arriscar?

      Subitamente, tomou sua decisão!

      Aquele “sim” foi determinante.

      → Tire suas roupas! → ordenou, com rispidez.

      Aproximou-se. Dois metros. Um! Parou. Sentiu seu doce perfume. Delícia! Manteve a pistola apontada para a testa dela.

      Percebeu que a mulher hesitava, com certeza antevendo o que iria acontecer! O corpo dela tremia bastante.

      → VAMOS, SUA PUTA! → gritou, com raiva → Ou você quer morrer? VAMOS!

      Trêmula, a morena suspirou e, percebendo que não tinha opção, começou a se mexer.

      Tirou → lentamente → as roupas. O short! A blusa! Não quis tirar a calcinha. Cobriu os enormes seios com os braços, como se tivesse com frio. Olhava para o cano da pistola como se olhasse para o próprio diabo!!!   

      → Tire a calcinha. Deixe os braços retos.

      A morena obedeceu, em prantos. Evidenciava estar em estado de choque! Não ousava dar um passo sequer!

      Quase delirou, ao vê-la nua!

      Os seios → muitos mais belos e apetitosos do que imaginara! A vagina → cheia, ignescente, com somente um fio vertical de pelos pubianos! Sim! Estava diante de um corpo perfeito, provavelmente fruto de intensos exercícios e dieta.

      Corpo que o deixou completamente enlouquecido!

      → Fique de quatro! → ordenou, já completamente excitado.

      → N-Não me... m-mate!... Eu... eu...

      → Fique de quatro, sua puta!

      Ergueu a mão, como se fosse agredi-la. A morena recuou, em pânico. Pálida! O terror evidente no rosto!

      → VAMOS! → gritou, com raiva, ciente de que não poderia perder tempo.

      A morena obedeceu.

      Sentiu vontade de beijá-la na boca, de chupar aqueles seios delirantes, de sugar o néctar caliente de sua vagina, para dar-lhe um orgasmo etéreo e ignescente.

      Mas não tinha tempo. Não tinha tempo para preliminares. Uma pena... Teria, portanto, que ir direto para os “finalmentes”.

      Sem tirar os olhos do caliente orifício anal, baixou as calças. Agachou-se, já com o membro ereto. Colocou a pistola em cima das costas dela, porém sem soltar a arma. Começou a meter o pênis no ânus. A morena recuou.

      Deu-lhe uma leve coronhada.

      → Quer morrer? Quer morrer?

      → N-Nããoooo... → ela chorava, visivelmente apavorada → N-Não me... m-mate!... Eu... eu...

      → Então fique quieta!

      O choro chato continuava, num tom incisivo, perturbando seus tímpanos.

      → Pare de chorar, porra! Abaixe sua cabeça.

      Ela obedeceu. Cabeça colada no piso, o bumbum erguido. O choro se transformou num baixo choramingo. Sentiu o estremecimento daquele corpo.

      Introduziu, lentamente. Metendo, metendo, com o cérebro em alta voltagem sexual. A morena, enfim, colaborou. Nitidamente não era a primeira vez que ficava nessa posição. Dessa vez conseguiu meter tudo!

      Tudo!

      → Que cu gostoso! → murmurou, em êxtase → Que cu gostoso!

      Movimento de vaivém. Pressão! Frenesi! Insanidade sexual! O tremor dela aumentava sua excitação! Com a mão esquerda, bolinava os mamilos. Macios! Elétricos! Sobrenaturais!

      Sem soltar a arma, porém sentindo prazer.

      Intensificou as ações!

      Metendo... pressionando... delirando... fornicando... acelerando... violando... até que...

      → AHHHHHHHHH!!! → gritou, ao atingir o orgasmo. Gozou dentro dela.

      Estremeceu! Jamais havia sentido tanto prazer! Nenhuma das garotas que atacara lhe proporcionara tão alto grau de satisfação! Incrível! A morena foi, sem dúvida, sua melhor aquisição! Aquele cheiro, aquelas curvas...

      → Obrigado... → murmurou, saciado →. Obrigado...

      Suava. Arfava. Suas pernas tremiam ligeiramente. Suas costas doíam. Mas valeu à pena. Valeu mesmo!

      Procurou se recompor.

      Saiu de dentro dela. Levantou-se. Ergueu a calça. Respirou fundo, para normalizar a respiração. Saltitou, para se livrar das dores.     

      → Vista-se → ordenou, já com o membro flácido, olhando para o bumbum da morena.

      Olhou o relógio: 15h50min. Demorara mais do que o combinado. Isso poderia ser perigoso. Infelizmente a luxúria havia falado mais alto. Não conseguiu se conter!

      A morena, sentada, vestia o short. Estava de cabeça baixa. De costas pra ele. Choramingava, porém de modo otimista, achando que poderia sair viva dessa. Não olhava para seu algoz.

      Aproveitou a oportunidade. Mirou a nuca dela e puxou o gatilho. Um só tiro.

      POW!

      Sangue. Pequenos pedaços de cérebro. Teria ouvido um gemido? A morena girou e caiu de bruços. Estertores. Grunhidos. Imobilidade. Morte.

      Sem piedade.

      Aquilo era apenas mais um trabalho.

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Comments (1)
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James Nungo
Meu Deus! Que capítulo com um tema pesado e ao mesmo tempo excitante.
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