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Capítulo Quatro: A Lua De Mel

ผู้เขียน: Pasbell
last update วันที่เผยแพร่: 2023-04-24 20:08:25

ALANA

Me encontro em uma vida miserável que nem mesmo eu posso entender como pude me submeter. Agora estou em uma encruzilhada que nem sei como sairei.

Agora estou sentada na cama vendo o homem que agora é meu marido se despindo estupidamente ridículo, tentando impactar algo em mim.

- O que está fazendo?

- O que você vê não responde a sua pergunta!?- me responde com outra pergunta.

- Se respondesse, não estaria te perguntando. - arregalo os olhos.

- Se prepara para terminar o que você não terminou com seu amante. - Diz sério.

- Não, você não vai me obrigar a ter relações sexuais com você. Ou vai? - Me arrependo seriamente por ter levado Matt pro quarto.

- Ah não. Sério? Me parecia tão excitada quando estava na minha casa, meu quarto e na minha cama se esfregando com outro ser que não sou eu. - ironiza. - E mais uma coisa, eu sou o seu lobo e queira você ou não, te farei minha como pediu. - Ozil se aproxima de mim.

- Por favor. Eu juro que não me encontrarei com ele e muito menos te desobedecerei. - imploro mas pela sua expressão facial, me parece que nada do que eu fizer irá mudar o que ele viu, o que sentiu e muito menos a ideia dele me montar.

- Não adianta. - Ele da leves mordidas rosnando no meu pescoço e eu fico estática. - Perfeito. Assim que eu te quero. Sem chiliques, agora você é minha esposa e me pertence.

Ele continuava fazendo seus carinhos asquerosos. E eu ali, comi uma tonta, parada sem fazer nada.

- Aqui é melhor. - ele me j**a na cama. O bom é que a cama era bem macia e confortável, mas o ódio que eu sentia por ele e por mim era inevitável.

OZIL

Jogo Alana na cama, eu estava bravo e nada do que ela falar pode me fazer parar. Agora ela e é minha esposa e por querer me fazer de idiota, vai ter o que pediu.

Sua expressão era de nojo a cada toque meu, para minha sorte, ela estava de roupão e isso só me deixava mais com tesão.

- Por favor. Não faz isso. - implora como se eu fosse a estuprar.

Para que eu não me sentisse tão mal, faço desaparecer minha parte humana pela metade e trabalho com a parte que mais gosto.

- Qual é Alana, não sei porque estava reclamando se era o que queria. Ah, e não vai me dizer que será a sua primeira vez, porque da forma safada que estavas, não me pareceu tão inocente. - debocho.

Tiro seu roupão e passo a mão por todo seu corpo macio e delicado como de uma verdadeira princesa. Tomo seus lábios com fervor e como o esperado, ela me repele e eu rosno a assustando. Por medo ela corresponde ao meu beijo porém sem desejo nenhum. Eu estava no meu limite e ela percebeu. Faço o movimento de vai e vem ela ainda de calcinha e eu de box . Sinto seu corpo reagindo de uma maneira contrária e isso era o suficiente. Dou uma leve mordida no seu lábio e ela geme.

Seu corpo estava reagindo muito bem ao meu, continuo com tudo. Aperto sua bunda enquanto exploro seus lábios e sua boca com desejo e ela se segura me arranhando de leve nas costas.

- Aaah. - sinto sua menina húmida e eu paro por aí.

Ela estranha de primeira e logo em seguida agradeceu. Eu sabia que ela me desejava pelo seu olhar e sua boca, que por mais que se matasse de me insultar e falar um monte merdas sem sentido, me queria.

- Nunca mais faça isso se não quer que eu fuja.- Me ameaça e eu rio. - O que tá rindo?- pergunta brava e ela com essa cara se brava fica ainda mais sexy.

- Estou rindo das suas ameaças sem cabimento. Por onde quer que você vá, eu te encontrarei. Você não faz ideia de quem eu sou. - Rio novamente, visto meu pijama e me deito no colchão. - Boa noite. Espero que não se sinta só aí nessa cama enorme. - apago a luz e fecho os olhos.

- É claro que irei me sentir só, mas não me sentirei só porque você não vai dividir comigo a cama, mas porque o homem que amo está a kilometros daqui. E boa noite para você também. - Sinto uma mistura se sentimentos nela que nem mesmo com o extinto animal consigo explicar.

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