เข้าสู่ระบบEric encarou Annelise enquanto tentava a todo custo jogar alguma partida de cartas com suas irmãs. Realmente, o final do evento não foi o que esperava. Pensava que poderia ficar mais sozinho, só que tinha Tom nas saias dela e, bem, suas irmãs a puxaram para longe, o deixando sozinho.
- Está muito pensativo. – Comento, finalmente, ao seu lado.
- Acha que estou me casando com você por quê? – Eric viu a pergunta sair mais rápido que seus lábios segurarem.
- Por que isso de repente? – Annelise simplesmente ficou chocada com a mudança de assunto, a deixando confusa e preocupada.
- Porque quando íamos conversar, minhas irmãs surgiram. - Ele simplesmente queria respostas agora.
- Mas sobre o que quer falar de qualquer modo? - Annelise parece mais tranquila e pronta para o que vier.
- Você estava falando sobre seus sentimentos e dizendo que a imagem do casamento não seria disso. – Eric realmente estava confuso. – Me explique melhor.
- Bom, todos nós sabemos que esse casamento é para um papel. – Ela tentou ser o mais gentil possível, voltando-se para Tom que brincava ao longe, deixando Eric entender as coisas. – Mas você às vezes faz eu imaginar que realmente pode me amar algum dia. – Ela não tinha essa coragem toda hora, mas realmente seus sentimentos falavam mais altos no silêncio daquele canto enquanto os demais convidados não conseguiam os ouvir.
Eric realmente sentiu uma raiva, uma raiva em seu coração mais vendo aqueles olhos tão gentis tendo semblantes tão melancólicos o fez realmente esquecer onde estava a puxando para mais perto de seu corpo segurando seu braço, logo a puxando pelo pescoço e dando aquele beijo que sempre sonho em seu quarto anoite, aquele beijo que tirasse o ar de ambos os pulmões a fazendo separa buscando seu próprio ar em quanto Eric olhava feio aos demais que estavam a sua volta chocados. – Meus sentimentos por você são mais verdadeiros do que essas mentiras que se passam ao meu nome. – Fez um carinho por fim em suas bochechas coradas. – Realmente aprecio sua companhia com meu filho, mas nunca pensei em me juntar a você so por causa dele. – Annelise se não tinha suas pernas bambas antes agora viraram gelatinas.
- Ah, Eric. – Vermelha, ela estava vermelha. – Realmente me deixou encabulada. – Batendo de leve em suas bochechas, o fazendo rir baixo. – Obrigada, de qualquer forma, acalmar uma das grandes das minhas inseguranças... – Um dedo para seus lábios.
- Vou curar todas as suas inseguranças. – Garantiu com carinho, ajeitando o enfeite em seu cabelo, a fazendo sorrir.
...
O beijo deu o que falar, realmente fazendo o casamento correr mais rápido sem festa para alegria de Annelise, a fazendo pensar em seu vestido, talvez um azul celeste, dando um ar novo à sua aparência. Tinha feito o melhor enxoval que conseguiu com seu pouco dinheiro.
Seu pai o tinha dado, então tinha um enxoval completo.
Annelise realmente apreciou chegar na cerimônia com seus pais e irmãs, tinha alguns amigos íntimos ao seu lado enquanto ao lado de Eric, bom, Tom e o restante da família estavam lá, deixando o pequeno lugar cheio e quente, mais aconchegante.
Quando viu, estava numa carruagem indo para sua futura casa, bem mais um palacete do que uma casa. Sua chegada foi pega pelos funcionários à frente, fazendo-a ficar espantada com toda a bagunça.
- O que eles estão fazendo? – Volto-me para Eric, curiosa.
- Estão dando as boas-vindas à nova condessa, - Eric parecia um pouco mais sério. – Depois disso, podemos realmente estar sozinhos. – Ele finalmente parecia mais à vontade.
- E seu menino? Quando ele vai chegar? – Ela tinha obrigações a serem cumpridas, ouviu muito da madame Miranda, sua sogra, que seu neto tivesse a melhor educação possível.
- Vira depois, temos que ter um momento só de casal. - Eric realmente queria curtir um pouco de tempo a sós, logo teria que dividir Annelise e realmente não estava com tanta pressa.
- Bom, isso do tempo de me preparar, sua mãe deixou claro o que devo fazer. – Aquele encontro foi assustador, pensei que ia desmaiar, Erika foi simplesmente a melhor amiga, a protegeu.
- O que ela comentou? – Eric realmente já teria que dar uma limitada em sua mãe?
- Nada demais. – Sabia que homens não deviam se preocupar com besteiras, voltando para fora, onde saiu com ajuda de guia, Eric a seguiu com rapidez. – De qualquer forma, nunca conversamos sobre as outras obrigações. – Tinha sido instruída pelas irmãs de Eric e por sua mãe que teria que tomar conta de uma grande propriedade e que a governanta não pouparia palavras, a deixando um pouco pressionada, sobretudo, então devia agradá-lo, certo?
- Não, sem obrigações. – Eric já cortou quando chegou dentro do palacete.
- Como assim? Preciso ficar atenta a tudo que essa casa tem...
- Nesse momento, você não tem obrigação nenhuma. – Ele garantiu com carinho. – Agora, aqui, nesse momento, você é só Annelise, minha esposa, e que tem vontade e desejos. – Ele teria um grande caminho à frente, sabia que poderia libertar Annelise de algumas amarras da sociedade que a faziam mal, ela, longe dos demais, parecia realmente uma fada de espírito livre.
- Vontade e desejos? – Eric viu a mente dela trabalhar como uma máquina feita de lenha, conseguia até ouvir a lenha queimando, o fazendo sorrir. Podia começar com algo mais fácil.
- O que você sempre quis fazer e nunca deixaram você fazer? – Eric a puxou com carinho para seus olhos. – Uma coisa que sempre esteve em seu coração?
- Pular na cama, sempre quis pular na cama. – Ela parecia pensativa sobre o que tinha soltado.
- Pular na cama? – Eric repetiu, pensou em algo mais elaborado, como andar nua ou sei lá o que, mas Annelise, sua querida Annelise, só queria pular na cama, o deixando surpreso.
- Sim, falaram que isso não é adequado. – Ela parecia um pouco longe. Eric lembra de quando era criança, pulando nos colchões, suas irmãs faziam e claro, seu menino faz, então eles iam realizar isso.
- Então vamos pular na cama. - Eric ofereceu a mão e Annelise a segurou enquanto seguiam para cima. – Lembre-se , esse casamento é novo para mim também, o que aconteceu com Lilian foi um alarme, foi uma amostra de que a vida é curta e eu realmente queria me casar no segundo casamento por amor e quero explorar isso a todo custo, entende? – Ele queria sair também das obrigações da sociedade, mas achava que era mais fácil para a figura masculina.
- Por amor? – Ela parecia surpresa e em choque, mas Eric viu os olhos de alegria o deixando mais calmo.
- Eu sinto sentimentos fortes por você, Annelise Artois Blumer. – Completo enquanto entrava no quarto de sua escolha, tinha desativado o quarto de Lilian, não ia fazer Annelise usar as mesmas coisas de sua antiga esposa, queria que ela se sentisse bem e acolhida.
- Ah, Eric. – Estava sem palavras enquanto seu coração batia rápido e, quando Eric conseguiu prestar atenção, sentiu um breve selar de lábios nos deles, a vendo depois completamente vermelha, o fazendo rir baixo.
- Acho que tudo que te peço é que se solte enquanto estiver aqui comigo. – Eric a puxou para mais perto e, com agilidade, deixou aquele beijo mais quente, lábios se chocando, línguas travando uma batalha e arfadas estimulando aquela bagunça toda, aquela batalha sem vencedores e sem perdedores.
Quando Annelise voltou para longe buscando ar, colocou a mão sobre o peito de Eric, ainda vestido pela camiseta social. – Então peço que me dê tempo para me adaptar. – Voltando sorridente e alegre, o deixou apaixonado.
Chegou domingo, e ter aquele filhote nos braços foi muito curioso. O plano era pegar um filhote, mas quando Eva viu seu pai, viu que ele tinha dois. Agora, Eric tinha um para ele e outro para sua mulher. Eva disse algo? Não. Seu pai parecia tão animado com os cachorros que ela simplesmente ficou quieta antes do acontecido.Eric chegou na hora do jantar com os dois filhotes, vendendo a casa cheia de família. As crianças corriam animadas, Violet, Tom e Maria estavam juntos, e as meninas brincavam, trazendo uma energia vibrante para o ambiente. Éva chegou com o marido, deixando o clima ainda mais alegre, quase como uma noite natalina.A casa grande parecia cheia de novo.— Acho que tem um filhote a mais... — Tom soltou baixinho
Eric queria dar algo para Annelise.Tinham completado 20 anos juntos, um marco histórico para muitos casais.Sem contar que a festa será do jeito dela, sem muitas pessoas e só a família, então tudo que Eric queria fazer era comprar algo para sua querida esposa. Nem ele sabia que ia chegar tão longe, já tinha 50 anos e com Annelise ia envelhecer, mas ultimamente os tempos andavam difíceis para Annelise, de 40 anos. Finalmente suas fragilidades com a saúde estavam pagando um preço, a barriga começou a doer e tosses estranhas começaram a surgir.Eric tinha medo que a morte levar mais uma esposa que tanto se apego, além demais ainda tinha que criar Violet com seus lindos 4 anos.
A cerimônia foi linda pelos olhos de Annelise, sua filha foi a dama de honra de seu filho deixando um clima alegre, sua inimiga número um estava do outro lado da igreja, e bom Annelise ficou escondida atras de Eric que toda vez que a mulher olhava fechava a cara a fazendo se afastar e dando um pouco de paz ao seu espírito.Depois veio a festa num castelo de que ela nunca ouviu falar, e, bom, seus meninos tacaram o terror, 10 anos de pura rebeldia de meninos correndo de um lado ao outro. Annelise os viu sumir e ao mesmo tempo aparecer na companhia de Maria, que sabia do que aconteceu naquele dia e nunca mais conseguiu receber os olhos amáveis sobre si.- Pelo menos eles vão dormir bastante hoje. – Maria voltou-se para a sogra que segurava as próprias mãos para conter uma tr
Annelise se fechou no quarto, chorando bastante, deixando Éva e Eric preocupados.- Então, o que aconteceu? – Eric voltou-se para a filha.- A sra. Gen entro na casa e ambos ficaram se olhando até que o Tom encontro berrando quando eu vi, - Éva não sabia o que falar a mais. – Ela começou a chora na rua...- Tirando isso, estava indo bem? – Eric sabia dos problemas sociais da esposa, mas nunca chegou nesse nível.- Sim, mamãe começou até a conversar de leve com Maria. - Éva, seguro, Violet. – Não sei o que aconteceu, poderia ter evitado algo? – A situação parecia delicada demais para achar u
Annelise conseguia fazer isso.Foi o que repetiu em sua mente enquanto andava com Eva para a casa de Maria, realmente, por que tinha que ser colocada em preparativos? Nunca foi boa em organizar as coisas, se não fosse o marido não saberia que dia da semana era.- Estou ansiosa, nunca fiz nada disso antes! – Eva voltou sorridente para a mãe.- Me ajude, sabe que nunca fiz isso. – Vendo a carruagem para na frente da casa na cidade de Burferd, a casa de fora parecia luxuosa deixando a mesma ansiosa para ver a nova sogra de seu filho? Ai o que esperar?- Relaxa, mãe, vai dar tudo certo. – Eva pegou sua mão com carinho, guiando-a para fora, fazendo-a se sentir culpada
1816, Inglaterra,Tom tinha 24 anos e foi no meio dos bailes que encontrou sua futura noiva. Bom, ele realmente queria. Foi naquele baile que Eva foi apresentada. Sua mãe parecia ansiosa e, ao mesmo tempo, tremendo de medo, aceitando ficar perto de Erika e Marinete, onde mostraram sua querida irmã aos demais.Eric olhou orgulhoso para seus frutos. Eva tinha agora 16 anos, seus monstrinhos estavam na escola com seus 10 anos e Deus tenha piedade daqueles professores. Na casa vizinha do palacete da família, tinha um pequeno anjo dormindo, a última filha dele e de Annelise, por decisão de ambos, dessa vez Violeta, a menina dos olhos da casa.Realmente foi bom para ambos os pais verem os filhos crescendo 16 anos de casado e tinha vi







