Mag-log inNaging Stripper sa isang Bar si Selene matapos niyang masangkot sa isang S*x Scandal kasama ang mapapangasawa sana ng Pinsan niya. Napa-tragic no'n para sa kaniya dahil itinakwil siya ng mga mahal niya sa buhay. Kaya naman natuto siyang buhayin ang sarili sa pagbebenta ng kaniyang katawan. Ngunit hindi niya inaasahan na magku-krus muli ang landas nila ni Dreyk Sebastian... ang lalaking nakasama niya noong kinidnap siya't sapilitang pinags*x dito. Una'y inalok siya nito ng desenteng trabaho hanggang sa natuon sa pagpapakasal nito sa kaniya. Dreyk had the power and money she needed in life, kaya naman um-oo na siya. But then, as the marriage took deeper there were secrets unveiled. Dreyk impregnated a woman and so on. Would Selene surpass all the consequences of loving Dreyk? Or will her heart torn apart after hearing lies from him?
view moreOctávia acorda dentro de um carro, abrindo os olhos devagar, enquanto sente o peso de um braço forte sobre a sua cintura. O cheiro dele parecia impregnado em cada poro de sua pele, revelando o calor residual do que fizeram.
A realidade a atingiu como uma avalanche.
Nervosa, ela olhou para o homem ao seu lado. Percebendo um estranho que nunca viu na vida.
O homem era visivelmente um licano de beleza letal para qualquer coração feminino. Seus cabelos platinados, eram como os de Axel, mas ele parecia mais velho e infinitamente mais bonito.
Depois ela desviou seu olhar para o estado de suas próprias roupas, percebendo-as rasgadas e espalhadas pelo tapete do carro.
Um rubor violento subiu por seu pescoço, tingindo suas bochechas de um vermelho vivo.
A dor que seu coração sofrera ainda latejava no fundo em sua alma, ao mesmo tempo que a vergonha a consumia.
Ela era virgem e havia guardado sua pureza para o seu companheiro destinado, mas em uma única noite, fora traída, rejeitada, drogada, e havia se entregado a um desconhecido no banco de trás de seu carro.
— Meu Deus… o que eu fiz? — sussurrou com a voz trêmula. - Ele... Ele não é o Alfa Axel. O Alfa Axel vai realmente me rejeitar depois disso. Oh minha Deusa... O que eu diabos eu fui fazer?
Sua loba uivava em sua mente tão angustiada quanto ela.
Com movimentos frenéticos, ela catou sua roupa e começou a se vestir. Seus dedos tropeçavam no tecido rasgado do vestido, mas ela não podia ficar ali.
Não podia encarar aquele lindo homem desconhecido quando ele acordasse.
Octávia abriu a porta do carro com cuidado, o estalo da fechadura soando como um tiro no silêncio da madrugada. E sem olhar para trás, ela saltou para o asfalto frio e se embrenhou na floresta, correndo como se a própria morte a perseguisse.
“- Como raios eu vim parar aqui?” – Ela correu com o coração martelando no peito enquanto se forçava a lembrar os eventos do dia.
O ar da manhã de outono parecia carregar uma promessa diferente para Octávia Knight, naquela manhã.
Pelo menos, era nisso que sua alma desesperada agarrava-se a acreditar para não quebrar. Ao completar vinte anos, sua esperança florescia em seu peito como uma rosa teimosa em solo infértil.
— Vinte anos...— sussurrou para si mesma, sentindo o coração galopar contra as costelas, numa batida rítmica que ecoava sua ansiedade. — Hoje, a Deusa finalmente vai me mostrar que eu pertenço a algum lugar. Hoje a minha loba despertará de verdade, e eu saberei quem é o meu parceiro destinado.
Octávia nunca fora notada, graças a beleza exuberante das outras lobas da matilha Lua de Prata.
Enquanto as outras lobas tinham cabelos que pareciam fios de ouro e corpos curvilíneos, Octávia tinha a pele de um tom mais pálido, olhos roxos e seus cabelos pretos, que eram longos e sedosos, que caiam como um tecido de seda até a cintura.
Na Lua de Prata, ela era como uma sombra, uma ômega estrangeira bastarda, acolhida pela caridade do antigo Alfa Elion, um homem de coração nobre que a resgatara de um bando de caçadores quando ela era apenas uma filhote perdida pela floresta.
Mas Elion morrera, e com ele, qualquer proteção que Octávia tivesse. Agora, ela era tratada como um estorvo, uma criada, uma "sem-matilha" que comia as sobras e vivia no sótão cheio de mofo.
Mas hoje, Axel Teller, o herdeiro de Elion, estava preparando uma festa. Axel, o homem que ela sempre observara de longe, com uma admiração que beirava a adoração lembrara de seu aniversário.
Ele era bem parecido com o pai, imponente, com cabelos prateados que brilhavam sob o sol e um maxilar esculpido que emanava autoridade.
O antigo Alfa Elion sempre fora bondoso com ela, e em sua inocência, acreditava que o Alfa Axel herdara não apenas o título, mas o coração do falecido pai.
Octávia abriu uma pequena caixinha de madeira que ela havia escupido o símbolo da matilha. Dentro, repousava uma pulseira de couro que ela mesma passara noites bordando com todo o coração.
Era um trabalho delicado, com fios de prata, formando o brasão da Lua de Prata. Um símbolo de gratidão para o novo Alfa por ter dado a ela ao menos a sua festa de vinte anos.
"- Vou entregar isso a ele e agradecer pela festa"- pensou, o sorriso iluminando seu rosto. - "Vai ser o momento perfeito".
Seu otimismo era inabalável naquela manhã. Ela desceu as escadas de madeira, que rangiam sob seus pés, e correu em direção ao pátio central da mansão da matilha, segurando o presente com força contra o peito.
Ao chegar, seus olhos brilharam. O pátio estava transformado. Mesas postas com frutas silvestres, pães artesanais, queijos e arranjos de flores que Axel amava.
Uma pequena, mas sofisticada celebração estava sendo preparada.
Octávia sentiu um nó de emoção na garganta, uma queimação doce atrás dos olhos.
"- Ele lembrou mesmo.” - pensou, as lágrimas ameaçando transbordar. - "Eu passei tantos anos sendo invisível, mas hoje... hoje eles estão celebrando a minha vida. O Alfa Axel está celebrando a minha vida como sua irmã de criação".
Ela caminhou entre os membros da matilha, sorrindo para rostos que sempre lhe devolviam olhares gélidos, de desdém ou pior, de total indiferença.
Naquele dia, ela decidiu ignorar tudo. Ela queria ser parte de algo. Queria acreditar que a Lua de Prata era sua casa e que a Deusa da Lua tinha algo lindo para seu futuro.
— Bom dia! — cumprimentou um grupo de fêmeas que decoravam uma das colunas com fitas de seda.
Elas apenas a encararam de cima a baixo, os olhos cheios de julgamento para o seu vestido simples e seus cabelos e olhos escuros.
Uma delas, uma loba loira e alta chamada Tânia, soltou um bufo sonoro antes de voltarem ao que faziam, sussurrando risadinhas maldosas que queimaram as orelhas de Octávia.
"- Não importa. Hoje é o meu dia."
Octávia pensou, apertando a caixa da pulseira de couro nas mãos entrelaçadas, o coração batendo com uma esperança tola.
- "Hoje tudo muda. Ele vai me reconhecer como sua irmã de criação e a minha loba vai escolher o meu companheiro".
Ela se afastou do grupo, teimando em manter o sorriso. Logo ela avistou o Alfa Axel no topo da escadaria de pedra que levava à entrada principal da mansão.
Ele estava parado ali, a postura imponente, os cabelos prateados brilhando, a pele bronzeada contrastando com a camisa de linho branco que vestia.
Ele era o ápice da masculinidade licana, um predador no controle de seu território. E o licano mais lindo e delicioso da matilha Lua de Prata.
Ela respirou fundo, tentando acalmar o tremor nas mãos, e começou a subir as escadas. A cada degrau, a pulseira em suas mãos parecia mais pesada.
Axel percebeu sua aproximação, franzindo o cenho, os olhos dourados, os mesmos que ela tanto admirava, estreitando-se em uma expressão de aborrecimento imediato.
Ele não se moveu, apenas esperou, como um rei esperando uma súplica de um súdito indesejado.
— Alfa Axel... — Octávia começou, a voz falhando um pouco ao chegar ao topo. Ela forçou um sorriso, tentando transmitir toda a gratidão que sentia. — Eu queria... queria muito agradecer.
Axel inclinou a cabeça levemente, com sua expressão gélida.
— Agradecer pelo quê?
O olhar dele doeu, como sempre, mas ela ignorou.
— Pela festa. Por ter se lembrado do meu aniversário e de finalmente contar a todos que fui adotada por seu pai o Alfa Elion. — ela disse, a esperança vibrando em suas palavras. — Eu sei que... que o Alfa Elion era um homem muito bom, e ver que você...
— Espere.
Axel a interrompeu, a voz cortante como uma lâmina de gelo. Ele soltou uma risada curta e sem humor.
— Você acha mesmo que eu organizei essa festa para você? Para falar que meu pai adotou uma bastarda ômega, feia e estrangeira?
O sorriso de Octávia congelou. Ela tentou usar a negação como um escudo, mas o tom dele era de veneno puro.
— Eu... eu pensei que...
— Deixe-me deixar uma coisa bem clara para a sua mente lenta.
Ele disse, dando um passo à frente, invadindo o espaço pessoal dela, mas não com o calor de um irmão, e sim com a dominação de um Alfa que despreza a sua presença.
— Eu não fiz isso para você. Eu fiz isso para mim. Para a matilha Lua de Prata. Hoje, eu, o Alfa Axel Teller, irei escolher a minha Luna. Uma loba de verdade. Uma fêmea digna de carregar meu herdeiro. Não uma estrangeira inútil que meu pai acolheu por pena quando deveria tê-la deixado para a morte.
A humilhação fora total. Octávia estava petrificada, as lágrimas correndo livremente por seu rosto.
Os risos dos outros lobos preenchiam o ar como estilhaços de vidro. Ela era praticamente uma atração de circo, sendo destruída publicamente pelo seu próprio Alfa.
Nesse momento o vento mudou e o cheiro de Axel, atingiu Octávia com a força de um furacão, despertando cada fibra de sua loba.
No mesmo segundo, Axel travou. As pupilas douradas se dilataram, e um rosnado involuntário vibrou em seu peito largo.
O reconhecimento foi como um choque elétrico que percorreu a espinha de ambos. A Deusa da Lua que nunca cometera um erro, fez deles companheiros destinados.
E a Deusa acabava de ligar ela a seu irmão de criação, que acabara de humilhá-la publicamente, a rejeitando completamente.
Octávia sentiu um sopro de esperança aquecer seu peito.
"- Ele... é o meu parceiro? O Alfa Axel, é o meu parceiro. Ele sentiu isso, não sentiu?" – Ela pensou chocada.
Mas o choque de Axel não se transformou em alegria. Em vez disso, seu rosto se contorceu em uma expressão de nojo e fúria tão grande que Octávia recuou um passo.
Sem dizer uma única palavra, ele a ignorou, girando nos calcanhares e desaparecendo nas sombras do corredor da mansão, fugindo do laço como se fugisse de uma maldição.
“Love, sorry na-traffic. Tapos ay nagpa-gas pa ako kaya medyo natagalan talaga.” Bumaba si Leon mula sa BMW naming sasakyan. Aligaga siya sa pag-e-explain kung ano ang nangyari all the way here habang ako ay nakangiti lang na nakatitig sa kaniya. Isa rin siya sa super na-miss ko. Sa pag-aalala sa mga nangyari ay hindi ko na nga napigilang hindi mapaluha. Well, I was just overjoyed. “Love, are you okay? Did something happen? Inaway ka ba nila?” “No, no Love, masaya lang ako,” sabi ko sa kaniya. Nakapasok na si Fiel sa loob ng kotse habang kaming ay narito pa sa front door. “Do you missed me?” tanong ni Leon sa akin. Pinunasan niya ang tubig na dumaloy sa aking mukha. Tumango ako. Hindi ko na siya hinayaang magreact pa’t tumingkayad ako ng kaunti upang mahagkan siya sa labi. Nadama ko naman na tumugon ng halik ang mahal ko kaya napapangiti ako habang hinahalikan siya. Leon may not be my first in life, but he will be my last. I promise. I missed you, and I love you.
Flashback. After Selene’s accident. “What are you trying to tell, wife?” The situation was too hard for Dreyk to accept what Selene was saying. She wanted something that would be hard for him to give her. “Ibalik na lang natin kung ano ang dati, bago tayo nagkita ulit at bumalik ako sa ‘yo.” “Are you saying na…” “You have Sera, she needs her mother.” Napatayo si Dreyk sa kaniyang kinauupuan, napasabuhok gamit ang kanang kamay at ang kaliwa naman ay naitakip niya sa kaniyang bibig. Umayos din naman sa kaniyang pagkakaupo si Selene, gusto niyang mas maintindihan ni Dreyk na ang kapakanan ng bata ang iniisip niya rin. Pero paano nga rin ba niya ipapaliwanag sa asawa na hanggang ngayon ay nahihirapan pa rin siya sa sitwasyon nila lalo pa’t hindi pa rin nakakabalik ang alaala niya. At ang pinakatotoo sa lahat ay iba ang tinatawag ng puso niya. “But I need you, wife.” “I know, pero ayaw ko na ring magkunwari pa sa harapan mo Dreyk. I can’t remember the tings that we used
“Ready na ba ang lahat?” tanong ni Mrs. Sebastian sa kaniyang mga maids na nagpe-prepare ng venue for her niece, Sera’s 6th birthday party. Sa mansiyon lang ang kanilang handaan para mas malawak at maimbitahan lahat ang kaibigan at kaklase ni Sera. “Mamala,” sigaw ni Sera sabay yakap sa kaniyang mahal na lola. “Thank you po,” dugtong ng bata. “Everything for my princess.” Mrs. Devere Sebastian gave Sera a kiss in the forehead. Sa tabi ng magandang bata ay ang nakababatang kapatid naman niyang si Fiel. “Don’t be naughty, Fiel. Always hold ate Sera’s hand. Oka.” Pagpapaalala ng ginang sa batang lalaki. “Yes, mamala.” Mrs Devera also gave Fiel a kiss just like what she did to Sera. Nagtakbuhan na ulit ang dalawa patungo sa ilang kaibigan ng celebrant. Patapos na rin ang pag-aayos, at ilang sandali na nga lang ay magsisimula na ang event. Lumabas na rin si Dreyk kasama ni Selene at nakipag-usap sa mga bisita. Nagpasalamat ang dalawa sa pagdating nila sa kaarawan ni Sera, nagpahay
Dreyk’s Flashback Memory Isang shot pa para kay Jeriko. Narito kami sa bar, kahahatid ko lang kay Claire sa kanilang bahay. Galing kami sa pag-aasikaso ng kasal namin. Medyo exhausted dahil sa dami ng kailangang asikasuhin, at wala pa kami sa kalahati ng mga kailangan para sa event. “Mukhang pagod na pagod ka ha,” puna ni Jeriko sa akin. Sinalinan niya ako sa aking shot glass. “Oo, nakakapagod pala magpakasal,” sabi ko. Niyaya ko ang aking matalik na kaibigan para naman kahit papaano’y makaramdam ng relaxation ang katawan ko. “Gano’n talaga at ‘yan,” sabi niya pa sa akin. Ikinuwento ko nga saka kung gaano karami ang pinuntahan namin ngayong araw, sumabay pa na tinotoyo si Claire, sabi nito’y may monthly period daw kasi siya, na hindi ko naman maisip kung acceptable reason ba ‘yon. “Tiis lang pre, pagkatapos naman ng kasal niyo’y magiging kampate ka na kay Claire. Matagal niyo na rin namang plano ‘to, ‘di ba? Kasunod ay ikaw na ang magpapatakbo ng Kumpaniya niyo kaya maswerte k
Four years later. Ang sarap ng simoy ng hangin sa dumarampi sa aking pisngi. Iba talaga ang pakiramdam kapag nasa probinsiya ka, malayo sa polluted na hangin. Sobrang aliwalas lang ng araw ko lalo na’t sabado, araw ng paghaharvest ng tanim naming mga talong at kamatis sa farm. Nag-inat-inat ako ng a
“Bakit ba ang hirap-hirap sa puso mo na bigyan ako ng second chance ha? Did I not deserve it?” “Leave me alone Dreyk! Alam ko na ang tungkol sa mga kasinugalingan mo sa akin, lalo na ang isa sa pinakamabigat mong kasalanan sa ‘kin, five years ago!” Sinundan niya pa kami ni Leon sa parking lot. Doon
Tinanggap ko na ang alok sa akin ni Liset na sa bahay niya tumuloy, I mean, bahay ng family niya. Aniya’y hindi na siya pinayagan ng ama na lumipat pa dahil wala naman daw itong ibang pagpapasahan ng kanilang mansiyon kundi siya lang. Well, malaki ang bahay nila, pero mas malaki pa rin iyong kila Dr
Tahimik lang ako sa loob ng kotse habang pauwi kami ni Dreyk. Mula ng pagtaasan niya ako ng boses hindi na rin naalis ang pagkainis ko sa kaniya. Ano’t bigla na lang akong naechapwera? “Wife? Hey, any problem?” nagtatanong ito pero hindi ko man lang siya sinulyapan, nanatili lang na deretso ang ting
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