แชร์

Capítulo 3

ผู้เขียน: NanaBOliver
last update วันที่เผยแพร่: 2026-06-11 08:52:26

Adrien esfregou as têmporas com as mãos. Estava mais estressado do que o normal. O novo lançamento da fragrância seria em três semanas — e o cheiro de nenhuma das amostras novas o agradava.

Faltava algo.

Ele já havia pensado em várias combinações diferentes para a mistura das essências, instruído o laboratório detalhadamente e agora esperava o resultado. Outra coisa que o enlouquecia era a quantidade absurda de compromissos e… o telefone.

Aquela merda.

Não parava de tocar.

Iria enlouquecer, foi exatamente por isso que o tirou da linha, com um puxão que quase arrancou a tomada da parede.

Definitivamente, aquela semana não era a sua.

E ele tinha tantos convites para festas assim?

A cabeça latejava de irritação. E um alfa naquele jeito, era um alerta vermelho, precisava se acalmar. O cheiro de Julie a denunciou antes mesmo que a garota batesse na porta.

O que ela estava fazendo ali? Aquilo o irritou ainda mais. O expediente do laboratório já havia acabado.

— Entre. — Disse, controlando todo o seu mau humor.

A ômega entrou carregando os novos frascos com combinações e, logo em seguida, o cheiro de Helion surgiu. O outro alfa entrou na sala, ficando em silêncio no canto enquanto a garota se aproximava.

— Pode deixar na mesa e ir para casa. — Ele a observou com atenção. A pele dela estava um pouco pegajosa, e havia um leve cheiro azedo misturado ao suor. — Não está se sentindo bem?

— Estou bem, senhor, eu só… — ela respondeu, um pouco cansada.

— Vá pra casa agora, Julie.

— Mas, CEO, eu voltei das férias recentemente, tenho que…

— Isso é uma ordem direta. — cortou ele, firme. — Eu estou mandando você ir para casa.

— Obrigada, senhor Vince. — A ômega respirou aliviada e saiu rapidamente.

Ele deu aquele crédito a ela. Em quatro anos de trabalho, Julie nunca o havia decepcionado — era a melhor do laboratório. Mesmo quando precisava se afastar por causa do cio, raramente levava o período inteiro.

— O Bale não veio de novo? — perguntou ao Helion, referindo-se ao encarregado do setor de produção, seu olhar se voltou para os relatórios de fragrâncias sobre a mesa.

— Está resfriado, senhor. — respondeu o alfa, um pouco tenso. — Ele é ômega… talvez o cio da semana passada tenha afetado a imunidade.

Adrien soltou um suspiro longo, recostando-se na cadeira.

— Claro que sim. É sempre isso: calor, enjoo, gripe, dores… — murmurou, irritado. — Eu não tenho tempo pra lidar com fragilidade emocional ou física.

Helion manteve a expressão neutra — já estava acostumado a esse tipo de comentário. Era um ótimo funcionário e sabia exatamente como lidar com o temperamento difícil dele. Principalmente em semanas assim de lançamento.

— Por isso mesmo eu disse que ômegas não funcionam no meu ritmo. — concluiu Adrien, voltando o olhar para os frascos de perfume sobre a mesa. — Eu preciso de constância, não de crises hormonais. Demita-o. E, Helion… — ergueu o olhar, gelado. — Seja mais rigoroso na próxima seleção de secretário.

— Pode deixar, senhor… Ah, e sobre o secretário, é por isso que vim até aqui. Já encontrei alguém. Fui minucioso na escolha. Acredito que não tem como errar dessa vez. É só me dizer quando…

— Quero ele aqui amanhã. — cortou Adrien, a voz afiada como lâmina nova. — Não aguento mais esse telefone maldito, e preciso de ajuda.

— Amanhã então. — o outro alfa sorriu de leve e deixou o escritório.

Adrien suspirou, dando toda a atenção ao relatório de fragrâncias, enquanto ignorava as mensagens no celular de agenda pessoal.

— • —

O relógio já marcava quase 1 da manhã quando Adrien finalmente deixou o prédio.

As luzes da empresa apagavam uma a uma e, como sempre, ele era o primeiro a chegar e o último a ir embora. Essa constância era o que o mantinha em pé, o que lhe dava a ilusão de ainda ter algum controle sobre a própria vida.

Ao entrar em seu carro, uma Hyundai Palisade, ele suspirou, precisando muito daquela sensação de controle absoluto, da liberdade que o poder, por mais que lhe rendesse status, já não conseguia oferecer. Ele dirigiu por Saint Claire com calma, somente apreciando o momento.

Esquecendo-se um pouco do estresse semanal de trabalho.

No momento em que chegou ao apartamento, o silêncio o recebeu como um velho amigo. Colocou a pasta sobre o sofá, no mesmo lugar de sempre, e foi direto ao quarto. Tirou a roupa, dobrando tudo com disciplina e paciência antes de colocá-la no cesto. Depois, entrou no banho.

A água quente deslizava pela pele, dissolvendo cada nó de tensão acumulada. Adrien inclinou a cabeça para trás, deixando escapar um suspiro baixo — quase um gemido de alívio — enquanto passava as mãos pelos cabelos, afastando os fios castanhos do rosto e apoiando as mãos na parede, apenas deixando a água bater.

Permanecia imóvel, entregue à sensação de calor e peso, deixando que a corrente líquida lavasse não apenas o cansaço, mas também a rigidez de um dia inteiro de estresse. Cada gota parecia despertar algo adormecido, lembrando-o, sutilmente, de quão vulnerável podia se tornar.

Quando sentiu que o corpo cedia, começou a se ensaboar com calma. Ao sair do banho, o vapor ainda tomava conta do banheiro, deixando o ambiente mais úmido e quente. Vestiu um roupão, secou o cabelo e colocou uma calça de moletom.

Jogou-se na cama com o livro que repousava na mesa de cabeceira — sobre um filósofo. Gostava sempre de ler nos seus tempos de lazer; era um momento em que acreditava que ainda existia algo além do trabalho. Abriu-o na página em que havia parado antes.

O trecho falava sobre anos de solidão e sobre a tentativa de aplacá-la.

Dessa parte ele entendia muito bem.

Por um breve instante, sua mente se afastou do controle que tanto prezava, permitindo-se imaginar alguém ao seu lado: o calor de outro corpo, o cheiro de uma pele diferente da dos perfumes que criava. Uma presença real, quente, viva, para saciar tudo o que deixava guardado no fundo da alma.

Mas a fantasia durou pouco.

Adrien fechou o livro com força e afastou os pensamentos. Não precisava de ninguém. Ter alguém — especialmente um ômega, para ficar completamente saciado — seria interromper sua rotina controlada.

Nem lembrava ao certo do último rut. Um, dois, talvez três anos... ou será que foi mais? Os bloqueadores contornavam o cheiro, os supressores o mantinham estável, mas ele nunca confiara totalmente neles. A biologia cobrava seu preço, e estar perto demais de um ômega era brincar com fogo.

Um fogo que ele dispensava. Quando era mais jovem, já havia passado por alguns cios de ômegas, mas nunca ficava completamente saciado. Seu nó quase nunca acontecia, e o resultado era irônico: uma espécie de tristeza sem motivo. Por mais que o sexo fosse quente, sempre terminava de um jeito esquisito.

Mas agora, se entrasse no cio depois de tanto tempo... céus, nem queria pensar no desastre que seria. Ômega grávido e infelicidade para ambos.

Então não era solidão, dizia a si mesmo. Era apenas exaustão. Um pouco de sono resolveria.

Apagou o abajur, mas, antes que o quarto mergulhasse no breu, o telefone vibrou. O nome que apareceu na tela o fez suspirar: Xavier. Um velho amigo — e um dos poucos que ele respeitava.

Atendeu.

— Pode falar…

— Só assim para conseguir ouvir sua voz, hein? — a risada grave do outro atravessou a linha. — Acordei você?

— Não. Estava me preparando para dormir. Tenho estado tão ocupado ultimamente. — Adrien massageou as têmporas. — Me desculpe pela ausência constante. Vou te compensar.

— É exatamente o que eu queria ouvir. Venha à Secret Obsession daqui a duas semanas, na sexta.

Adrien arqueou a sobrancelha.

— Na sua boate? Xavier, você sabe que eu odeio esses lugares e mal tenho tempo para…

— Odeia, mas precisa sair desse túmulo de vidro em que vive. É meu aniversário, e vai gostar do que vai ver. Além disso, não ia me recompensar? Faça isso aparecendo.

Ele soltou um riso leve, cansado.

— Você sempre diz que vou gostar.

— E acerto sempre. Área VIP, segura, discreta. Do jeito que Adrien Vince preza.

Ele hesitou. Recusar o convite seria uma grosseria — e ele devia muito àquele homem. Foi Xavier quem o ajudou a aprender tudo o que sabia sobre negócios.

— Tudo bem — murmurou, cedendo. — Eu passo por lá. Um abraço e um brinde, nada mais.

— Já é o suficiente. — A risada do velho alfa voltou, satisfeita. — Vou confirmar sua presença, e é para aparecer.

— Dessa vez eu vou. — Adrien respondeu. Os dois se despediram e desligaram em seguida.

Ficou olhando o telefone por alguns segundos. A tela escura refletia o próprio rosto — cansado, mas ainda no controle.

Ele deixou o aparelho na mesa e se deitou novamente, virando-se para o lado.

E, mais uma vez, sentiu aquela solidão e a quietude de todo o lugar o dominando.

O sono, como sempre, demorou a vir.

— • —

Helion Blake é louco!

Simon pensou enquanto ajeitava a gravata e andava apressado pelo centro da cidade. Por que só o avisou que precisava estar lá praticamente um dia depois de contratado? A sorte era que ele ainda tinha um terno guardado, mas o verdadeiro desafio era lidar com os perfumes.

Ele lembrava do olhar torcido de Lion no restaurante — mesmo escondido, o amigo havia sentido seu cheiro. Então, reforçou todas as essências bloqueadoras ao máximo. Parte do líquido foi misturada ao shampoo e ao condicionador; o resto virou perfume para borrifar sobre o corpo.

O resultado foi quase cômico: enquanto caminhava pelas ruas, alfas torciam o nariz de desgosto diante da aura suspeita, e ninguém suspeitava que ele fosse um ômega.

Simon sorriu, orgulhoso da sua bomba fedorenta. A estratégia funcionava, e ele podia finalmente entrar na Kairós sem preocupações... pelo menos em relação ao cheiro.

E não havia nada de atrativo.

Ele parou quando viu o luxuoso arranha-céu muito bem ornamentado, com o letreiro "Kairós Fragrances".

— Incrível, até a energia daqui é diferente. Bom, é hora do show.

Entrou e encontrou Helion à espera, com o celular na mão, parecendo mais nervoso que ele próprio.

— Eu estava te ligando. Por que demorou tanto?

— Peguei um motorista lerdo. Quase pedi pra dirigir o ônibus eu mesmo. — respondeu com um gemido.

— Pelo amor de Deus, você dirigindo é mais perigoso que qualquer outra coisa! Isso não! — o amigo disse, rindo.

— Não sou tão ruim assim.

— Simon... — o amigo avisou. — Você corre mais do que Vin Diesel em Velozes e Furiosos.

— Pelo menos chegaria quinze minutos antes. — Ele brincou, com um sorriso que poderia derreter qualquer outra pessoa.

— Certo, vamos lá... vamos... pelos Deuses, seu cheiro está... — Helion não continuou, apenas tapou o nariz.

— Fiz um ótimo trabalho, não é? — Simon riu, gabando-se.

— Ficou horrível, vai servir. — O alfa riu e o guiou pela empresa até o elevador. — Vamos lá, ele já está à espera. Não vai dar tempo de te mostrar nada.

Enquanto andavam rápido pelos corredores, Simon ficava maravilhado. Não podia parar muito para admirar, mas o lugar era um império, com uma infinidade de aromas diferentes. Percebeu olhares curiosos e estranhos em sua direção.

Assim que entraram no elevador lotado de pessoas, Helion apertou o botão do vigésimo primeiro andar. Ele cumprimentou algumas pessoas, a maioria alfas — impossível não notar pelos narizes torcidos devido ao seu cheiro.

Conforme os andares passavam, o elevador começou a esvaziar.

— Helion! — disse um homem mais velho, entrando no sétimo andar com um sorriso largo. — Indo ver o Gênio da Ira a essa hora?

Não era alfa nem ômega. Um beta.

— Bom dia, John. Pois é, levando este rapaz aqui.

— Novo secretário? — John perguntou, virando-se para ele.

— Sim.

— Que os céus te protejam. Você consegue, rapaz! — Ele riu e estendeu a mão.

— Simon Fox. — Ele sorriu, apertando a mão de John.

— Não se atrase. — aconselhou o beta. — Se puder, chegue meia hora antes dele.

— Sem problemas. Estarei aqui duas horas antes. Estou pensando até em trazer uma barraca e montar acampamento. — brincou, ouvindo a gargalhada do beta.

— Onde você encontrou essa figura com senso de humor? — John olhou para Helion. — Vai precisar muito disso. Meu andar, nos vemos por aí.

E saiu no décimo quinto.

O elevador ficou vazio. Simon observou o amigo, que suava.

Cacete.

Ele estava mesmo mais nervoso do que ele.

— Temos só trinta segundos. — O elevador parou. — Corre!

— Espera... está falando sério? — perguntou, com ar de riso.

— Ah... muito sério.

E foi um caos.

Os dois correram pelo corredor. Helion olhava para o relógio, e Simon se segurava para não rir. Ignoraram os olhares curiosos.

Finalmente, chegaram à porta preta.

Helion bateu e a abriu.

Devagar, Simon adentrou a sala grande. Um aroma único e forte surgiu, e ele foi incapaz de desviar os olhos do alfa que esperava no fundo da sala.

Ele estava de pé, segurando um relógio enquanto assinava papéis com precisão. Quando ergueu o olhar, o mundo pareceu desacelerar.

A presença de Adrien Vince era... esmagadora.

Não era apenas a altura, os músculos delineados pelo terno sob medida ou o cabelo impecavelmente arrumado. Era a aura de comando, a mistura quente de âmbar, couro e bergamota que se espalhava pelo ar, exigindo atenção sem precisar pedir.

Simon sentiu o corpo reagir antes mesmo de compreender o motivo.

Ele se aproximou. A cada passo, a tensão aumentava. O coração disparado batia na garganta; nenhum bloqueador apagava a sensação de estar sob o olhar predador de Adrien Vince.

— Bem-vindo à Kairós Fragrances. Sou Adrien Vince. — disse o alfa, estendendo a mão.

A voz firme carregava uma autoridade que fez Simon engolir em seco.

— Senhor Vince, sou seu novo secretário, Simon Fox. Estou ansioso para trabalhar com você. — respondeu ele, pegando a mão do alfa.

O contato foi breve, mas intenso. O calor do corpo de Adrien, o cheiro que parecia penetrar na pele e na mente dele, despertou algo primitivo, perigoso e impossível de ignorar.

Um alfa e um ômega no mesmo espaço... o que poderia dar errado?

E, naquele instante, Simon sentiu que um jogo tinha começado.

Cada batida do coração, cada respiração, seria um teste.

E ele mal podia esperar para descobrir quem controlaria quem.

NanaBOliver

Boa noite, pessoal! 💛 E temos o primeiro encontro de Adrien e Simon... 👀 Espero que tenham gostado! Esse é o meu primeiro omegaverse (ou ABO, como preferirem), então estou muito animada com essa história. Tenho muito do universo de Varkain para mostrar a vocês ainda, vários personagens para apresentar e muita confusão pela frente. 🤭 E a melhor parte: as atualizações serão diárias (graças a Deus kkk). Um beijo! 💛 E não esqueçam de me contar nos comentários o que estão achando da história até agora. Eu adoro ler vocês! ✨

| 10
อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • O Dançarino Mascarado e o CEO Alfa    Capitulo 59

    Simon sentiu a gota de suor escorrer pela nuca. Os socos na barreira eram contínuos, e as marcas dos punhos se formavam no metal. O celular vibrou em cima da mesa, e ele deu uma rápida olhada, observando o nome do seu alfa. Meu Deus! Adrien não pode vir aqui. Não agora! Ele vai ser ferido assim. — Sin, é o senhor Vince. Ele pode… — A voz de Julie saiu trêmula. Ela deu um pulo quando um soco na barreira foi ainda mais forte. — Não! — tentou controlar o pânico que tomava conta dele. Afinal, pelo vínculo, tudo o que sentia, Adrien também sentiria. — Ele não pode vir aqui. São muitos alfas, e eu o conheço… O Adrien vai querer vir sem se importar com nada. — Mas, Sin… — Não! — foi mais firme. — Eu quero proteger o meu alfa desta vez. Vou resolver isso. Você precisa sair daqui. — Simon foi até as essências, observando todos os frascos. — Se eu criei aquela bomba, sou capaz de fazer um neutralizador. Algo como cheiro de mofo. Até em alfas absurdamente descontrolados, isso deve servir. A

  • O Dançarino Mascarado e o CEO Alfa    Capítulo 58

    O dia seguinte foi superagitado na empresa; o estoque dos perfumes havia esgotado em minutos, e a produção estava a todo vapor. Adrien lançou uma nota respondendo a todas as acusações feitas até o momento, dizendo que tudo aquilo era para ser uma surpresa, mas que todo o vazamento acabou dando origem a boatos infundados. E a última parte da nota fez o coração de Simon disparar. “Meu ômega e eu iremos nos casar em breve. Simon Fox é o mesmo cara que estava comigo na boate antes e sempre foi ele. Nunca haveria espaço para ninguém mais na minha vida.” Ele passou o resto do dia suspirando. As fofocas pareceram ter cessado, porém, surgiram novas munições… “O noivado deles.” Mas aquilo o acalmava um pouco. Adrien também abriu as inscrições para novos estagiários no laboratório, e ele seria o professor. Até o momento, nada estava tão estranho, até chegar ao laboratório e cheirar a nova composição de Julie. Quando o aroma preencheu suas narinas, flores de laranjeira e um toque de mel, Simo

  • O Dançarino Mascarado e o CEO Alfa    Capítulo 57

    Dias depois de gravarem o novo comercial, o tempo passou como um borrão, e a ansiedade estava batendo a mil em Simon naquele momento. Finalmente, o comercial seria lançado naquela noite. Eles voltaram a trabalhar após o cio, e os rumores sobre a traição ainda rolavam bastante entre a internet e a empresa. Muitos funcionários chegaram a perguntar a Simon se era verdade, se ele estava bem em dividir o “patrão”. A resposta maravilhosa foi um rosnado furioso e nada amigável. — Não há traição nenhuma, e vocês verão em breve — disse, soltando outro barulho ameaçador, com suas presas pontiagudas. Um segundo depois, Adrien estava atrás dele no refeitório. Às vezes, ele esquecia que seu alfa sentia as mesmas emoções que ele e vice-versa. As mãos grandes e quentes passaram ao redor da sua cintura, relaxando-o, e, automaticamente, todos os curiosos se afastaram, já que Adrien ainda tinha aquele ar de autoridade máxima que ninguém ousava rebater. Só ele. — Calma, meu amor. — A voz dele em seu

  • O Dançarino Mascarado e o CEO Alfa    Capítulo 56

    Simon acordou sentindo seu corpo inteiro vibrar, as ondas de cólicas ainda estavam ali presentes. Mas as ondas fortes haviam dado uma trégua. Ele procurou o corpo quente do seu alfa, encontrando o cantinho dele vazio. O abajur estava ligado, o ar-condicionado ligado, deixando o clima mais friozinho. Adrien? Alfa? Quando ia se erguer da cama para procurá-lo, a porta do quarto foi aberta, iluminando um pouco o cômodo com a luz lá de fora. Ele soltou um barulhinho angustiado. — Por que saiu do ninho? — Adrien perguntou, fechando a porta e ligando a luz do quarto. Simon apertou os olhos, ainda se acostumando. Depois de tanto tempo assim no escuro, a claridade incomodava um pouco. — Quer que eu apague? — Não, está tudo bem. Onde você foi? — fez um biquinho. — Só fui na cozinha fazer uma comida para nós. Não está com fome? A barriga dele roncou, e ele assentiu sem parar. Adrien colocou a bandeja na cama e a abriu. Tinha uma refeição de café da manhã completa: ovos mexidos com bacon

  • O Dançarino Mascarado e o CEO Alfa    Capítulo 55

    Adrien estava acabando uma reunião importante com o setor de administração. O bom humor das últimas semanas se fora novamente, sendo substituído pela preocupação constante. Mas hoje… Hoje era diferente… Ele havia acordado mais irritado do que o comum, e com a urgência de ter seu ômega só para si. Sem falar na dolorosa ereção. Péssima hora para ter um pré-rut. Mas, pelo limite dos últimos dias, não era de se espantar. Entretanto, ele ainda tinha o controle do corpo. A única coisa que não podia era entrar em uma briga corporal — alfas no rut costumavam ficar muito mais perigosos — ou ver Simon com outro alfa. Todos na empresa sabiam o quanto ele estava tenso pela reportagem recente. Aquela reunião era para esclarecer os fatos. Ele não iria expor Simon, só estava tentando manter tudo como sempre foi, na mais perfeita ordem, e deixando claro que ele era íntegro e que amava o seu ômega. Desde que aquele filho da puta do George Finan começou com aquelas calúnias, parecia que todos os jor

  • O Dançarino Mascarado e o CEO Alfa    Capítulo 54

    Simon disse a si mesmo que aquelas notícias iriam passar, mas não foi o que aconteceu. A notícia se tornou viral, estava em todo lugar, na TV, nos sites de fofoca. Eles dois estavam em tudo quanto era lugar do país… e o pior: seu alfa estava sendo massacrado injustamente. Tudo por culpa dele. Para sair da empresa depois do trabalho, foi um sacrifício. Jornalistas cercavam o prédio inteiro. Parecia que boatos de traição de um alfa a um ômega eram piores que um crime. Adrien conseguiu deixá-lo em casa, mas não ficou por muito tempo. E, por mais que ele tentasse parecer tranquilo, Simon conseguia sentir tudo o que se passava dentro de seu alfa. Já em seu quarto, uma lágrima escorreu quando leu um comentário que detonava Adrien no site da empresa: “Esse cara parecia tão apaixonado? Quem diria que seria um safado.” “Alfas assim nem merecem viver.” “Coitado do ômega dele, como deve estar?” “Adrien Vince é um mentiroso manipulador, que ilude os ômegas e depois acaba com eles.” “Parec

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status