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PLAZERES IRRESISTIVEIS
PLAZERES IRRESISTIVEIS
Author: Author.B

A vadia do meu meio-irmão (1)

Author: Author.B
last update publish date: 2026-09-07 05:49:22

Stella POV

 

Os dedos de Kai deslizam entre as minhas coxas, afastando-as debaixo da mesa de jantar enquanto ele conversa confortavelmente com a minha mãe.

"Então, Stella, ouvi dizer que você gosta de mecânica? Sabe, tenho certeza de que no escritório os técnicos adorariam ter você por perto. Poderia ser um estágio. As faculdades adoram isso", disse Max, pai de Kai, tentando puxar assunto.

Desde que ele e a minha mãe se casaram, o jantar se tornou essa coisa incômoda que era no máximo suportada.

Mas a presença do meu padrasto não era a fonte do meu desconforto esta noite. Em vez disso, era o filho dele, sentado ao meu lado com um ar inocente enquanto seus dedos cutucavam a tira do fio-dental da minha lingerie preta de renda.

"Mecânica? Sério? Eu não sabia disso." Kai se virou da minha mãe sorridente para olhar para mim, seus dedos puxando o fio-dental para o lado e afundando na minha bucetinha molhada.

Meu corpo deu um tranco para a frente, meus olhos encarando os olhos verdes e calmos dele. Ele nem sequer piscou sob o meu olhar enquanto adicionava mais um dedo, fazendo um movimento de tesoura dentro de mim.

Meu interior se contorceu enquanto o prazer fazia meus dedos do pé se curvarem. Eu sabia que era errado. A única maneira de consertar as coisas era tirar os dedos dele da minha buceta e esquecer este jantar e o nosso lance de uma noite na festa de Natal, mas a lembrança estava gravada fundo demais para desaparecer.

Os dedos dele continuaram a bombear para dentro e para fora de mim, três, depois quatro. Meu corpo se rebolava na cadeira, meu sexo molhado manchando o couro vermelho do assento.

"É só um passatempo. Eu não levo isso tão... ahn!" Meus quadris tremeram enquanto minha cabeça pendeu, meus dedos se cravando na ponta do garfo de prata no meio do caminho para o bolo de carne à minha frente.

"Você está bem, querida? O que houve?" Minha mãe se levantou, sua voz estridente e aguda quase abafando o prazer que Kai conseguia me causar apenas com os dedos.

Kai bombeou mais forte, dando um leve sorriso de canto enquanto fingia uma expressão de preocupação.

Ele se inclinou, fingindo que queria me checar, apenas para sussurrar no meu ouvido: "Olhe para você, pingando toda nos meus dedos como a vadia que você é. Quando terminarmos de comer a comida horrorosa da sua mãe, vou te dobrar no balcão da cozinha dela e te foder do mesmo jeito que meu pai faz com ela."

Os dedos dele roçaram em algo macio e delicado dentro de mim, enviando ondas de prazer por todo o meu corpo. Eu me levantei, empurrando a cadeira para trás na minha pressa para me levantar e ir para a cozinha.

Atenciosamente, minha saia azul plissada caiu de volta no lugar, senão minha mãe e Max teriam uma bela vista da minha bunda quase descoberta.

Na cozinha, levei um momento para recuperar a respiração normal, e mesmo assim, minhas coxas tremiam, meu clitóris gotejando por atenção.

Sem pensar, meus dedos encontraram o caminho para debaixo da minha saia. Eu me encostei no balcão de mármore negro que se estendia pelas paredes pintadas de branco da cozinha.

No momento em que três dedos afundaram no calor apertado, meus lábios se entreabriram, um pequeno gemido escapando enquanto meus olhos se fechavam.

Eu os bombeei para dentro e para fora, cavalgando meus próprios dedos com a minha família no cômodo ao lado.

"Sua vadia nojenta." A voz grave de Kai despedaçou a minha fantasia.

Tirei a mão da buceta, lutando para ajustar a saia enquanto Kai jogava os pratos sujos na pia de metal a poucos passos de mim.

"Não é o que você..."

"Dobre-se sobre o balcão, Stella. Eu preciso terminar o que comecei." Seus dedos longos e atraentes passaram pelo prato, limpando-o.

Naquele momento, eu desejava desesperadamente estar no lugar daquele prato, com os dedos dele por toda mim.

Meu corpo se moveu, obedecendo a ele rapidamente. Ele enxugou os dedos com um lenço branco pendurado em um suporte no alto.

Minha buceta doía, implorando por mais atenção. Na cozinha climatizada, minha pele arrepiou e meus mamilos ficaram eretos, pressionando contra o tecido fino da minha blusa preta curta.

Eu gemi quando as mãos dele agarraram minha saia, puxando-a para baixo e apertando minha bunda. Ele apertou minhas nádegas macias, enganchando os dedos no fio-dental.

"Quantas destas você tem?" Ele rosnou, puxando a calcinha suavemente.

"Hm, umas doze? Talvez mais." Minha garganta parecia seca de ansiedade, imaginando o que ele faria a seguir.

Antes que eu pudesse reagir, ele puxou o material frágil, rasgando minha calcinha e deixando minha bunda nua.

Minhas bochechas coraram só de pensar em passar pelos meus pais sem calcinha. Eu tinha sido ousada o suficiente para ir ao jantar sem sutiã, o que tinha sido o motivo principal para Kai me dedilhar.

"Você gosta disso, né? Sua vadia gulosa." A língua dele varreu meu clitóris, lambendo meus fluidos das minhas coxas.

"Porra, Kai. O que você vai fazer?" Meus dentes se cravaram no meu lábio inferior, tentando segurar os gemidos de prazer enquanto os dedos dele finalmente cutucavam a minha buceta.

"Eu vou te foder. Recomendo não gemer como a puta que você é. A última coisa que queremos é a sua mãe entrando aqui e vendo a filha receber o tipo de foda que ela anda economizando todas as noites."

Ele não estava exagerando. Max fudia a minha mãe em qualquer lugar e a todo momento, realizando todas as fantasias dela de ser tratada como uma verdadeira vadia.

"Por favor, enfia agora." Minha voz falhou. Os três dedos dentro de mim não eram suficientes, e minha buceta se contorceu forte ao redor deles, fazendo-o estremecer levemente.

"Enfiar o quê?" Ele parecia divertido com o meu claro desconforto.

"O seu pau. Eu quero sentir ele bem fundo dentro de mim." As palavras quase ecoaram. Meu corpo enrijeceu, meus ouvidos atentos a qualquer som que pudesse indicar a aproximação da minha mãe ou de Max.

"Como quiser, princesa."

Eu não sabia que o pau dele estava na minha entrada até que ele empurrou os quadris para a frente, enterrando-se dentro de mim.

O gemido não foi alto. Eu até me engasguei com ele; o choque de ser tão preenchida me fez congelar no lugar.

"Você gosta disso, não gosta? Vadia." Ele riu baixo, puxando o pau para trás e cravando-o de volta em mim.

O ritmo era lento e punitivo, mas saber que era o meu padrasto me fudendo com aquele pau grande enquanto meus pais estavam sentados a poucos metros de distância era o suficiente para me levar ao limite.

Kai não foi gentil depois disso. Ele me martelou com força como se eu fosse sua última refeição e ele estivesse devorando cada pedaço.

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