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Cassandra
“Ahhhh! Cassandra, é tão bom fazer sexo contigo!” George gritou enquanto estocava com força dentro da minha cona. Eu estava de gatas na sua cama macia, entregando-me de bom grado ao meu padrasto. Sim, o George é o meu padrasto — o segundo marido da minha mãe —, mas há uma razão para ser eu a partilhar a cama dele agora. Agarrou os meus seios e apertou-os com firmeza enquanto continuava as suas estocadas rápidas e intensas na minha abertura avermelhada. Os meus fluidos espirravam a cada estocada profunda do seu grande pau na minha caverna inchada. “Ummmm! Ummmmp! A tua cona é tão apertada!” dizia enquanto me comia furiosamente. Os meus olhos reviraram-se em êxtase enquanto acompanhava o seu ritmo, sabendo que estava perto do clímax. Eu também queria voltar a gozar, por isso tentei acompanhar os seus movimentos, mesmo com os joelhos a tremerem de fraqueza. “Ahhhhh! Continua! Mete com força! Come-me sem parar! Fazes sexo tão bem!” – gritei, fazendo com que George acelerasse ainda mais o ritmo. Segurou-me as ancas com força, e senti como se estivesse a ser esmagada pela força bruta do seu grande pau a entrar fundo na minha cona. “Estou a chegar lá, Cassandra! Aí vem! Ahhhhh!” gritou, precisamente no momento em que explodiu, libertando uma enorme quantidade de sémen quente no fundo de mim. Era tanto que transbordou da minha cona e espalhou-se pelos lençóis. Ele desabou sobre as minhas costas enquanto eu estava deitada de barriga para baixo; os seus olhos fecharam-se com força, embora ainda não tivesse tirado o pau, que continuava duro, de dentro de mim. O sono começava a bater, mas o pensamento de como tinha ido parar àquela situação veio-me de repente à memória. Porque é que eu — uma jovem de vinte anos — estava a aceitar ter relações sexuais com um homem três vezes mais velho do que eu, que por acaso também era meu padrasto? Franzindo o sobrolho, deslizei para fora debaixo de George e levantei-me para ir à casa de banho tomar banho. O meu corpo estava incrivelmente pegajoso; tínhamos feito sexo pela mansão toda durante quase três horas. Ele tinha-me levado a todos os cantos da casa, e eu aceitei de bom grado; embora o visse apenas como uma figura paterna, as coisas eram agora diferentes. Liguei o chuveiro e comecei a lavar-me. Enquanto ensaboava o corpo, a porta abriu-se de repente e George entrou. Completamente nu, entrou ao meu lado e juntou-se a mim no banho. Ensaboou cada parte do meu corpo. Quando a mão dele desceu para a minha cona, apoiei as costas na parede de azulejos e deixei que me dedasse enquanto me chupava um dos mamilos. “George! Ohhhhhhh!” gemi quando três dos seus dedos começaram a trabalhar o interior da minha cona. Os seus movimentos tornaram-se mais intensos enquanto me dedava, sussurrando ao meu ouvido: “Chama-me papá.” “P-Papá... Ummmm!” respondi, enquanto o pau dele estocava agora dentro da minha cona. George deu uma estocada poderosa, enterrando todo o seu pau bem fundo em mim. Puxou uma das minhas pernas para envolver a sua cintura e começou a foder-me a um ritmo furioso. “De quem é esta cona?” – sussurrou novamente. “Porra! Ohhhhh! Papá! É só tua!” – ofegava, de boca aberta. Ele levantava-me agora as duas pernas, suspendendo-me no ar, embora as minhas costas permanecessem pressionadas contra a parede. “Quem é o único que pode foder a tua cona?” perguntou, rebolando as ancas de um jeito que me deixava louca com as suas estocadas. “Ahhhhh! Papá! Só tu podes foder a minha cona! A minha cona é tua! Os meus seios! Tudo te pertence! Tu fodes tão bem! Continua, Papá! Fode-me mais! Fode-me fundo! O teu pau está tão duro! É uma sensação incrível dentro de mim!” gritei, completamente perdida no momento e entregando-me à sensação. Embora ambos já estivéssemos molhados pelo chuveiro, conseguia sentir um tipo diferente de humidade — o fluxo dos meus próprios fluidos. A minha cona estava escorregadia, tornando as estocadas dele incrivelmente suaves, mas, quando ele saiu, acabou por enfiar o pau no buraco errado por acidente. Soltei um gemido alto quando metade do pau dele entrou no meu cu; como ele me estava a segurar, não tive escolha a não ser aguentar. Felizmente, a minha cona estava tão molhada que os fluidos escorriam em direção ao meu rabo. Isto serviu de lubrificante, por isso, quando George tentou estocar novamente, todo o seu pau deslizou para dentro do meu cu virgem. “Porra! O teu cu está tão apertado! Parece que estás a chupar o meu pau para dentro!”, disse George, fazendo uma pausa para saborear a sensação do meu cu à sua volta. Voltou a caminhar para a cama com o pau ainda enterrado fundo em mim e depois deitou-me novamente. “Ahhh! Papá! Por favor, sê gentil! Ainda dói!”, disse eu, à beira das lágrimas. Beijou-me a testa e assentiu. “Sim, está tão quente lá dentro, Cassandra. É a primeira vez que como alguém pelo cu. É bom para caraças.” Senti-me um pouco nervosa, sabendo com certeza que aquela não seria a primeira e última vez que ele me comeria pelo cu. Ele estocava lentamente enquanto me chupava a língua. Chegou mesmo a deslizar dois dedos na minha cona, fazendo com que tudo acontecesse simultaneamente....a foder os meus dois buracos.
A minha tesão voltou em força assim que o dedo dele tocou no meu clitóris, envolvendo-me num misto de prazer e uma fisgada intensa. “Oh... Papá!”, sussurrei. “Queres que o papá te foda o cu? Fala! Diz ‘Papá, fode o meu cu’!”, disse ele, esfregando rapidamente o meu clitóris enquanto o seu pau estava enterrado fundo no meu cu. A minha mente e o meu corpo travavam uma batalha. O meu cérebro resistia, com uma voz ainda a gritar: “O homem com quem ando a fazer sexo é o meu padrasto!”, mas o meu corpo era consumido por um desejo incontrolável; praticamente jorrava fluidos e implorava: “Continua! Fode-me com mais força!” No final, o desejo venceu. “Oh... Papá, fode-me o cu!”, gritei, e ele começou a enfiar-me o cu sem tréguas até gozar, e acabámos por adormecer.Cassandra— Cassandra — disse ele, parado à minha frente. — Posso pedir a sua ajuda?— O que se passa, senhor? — perguntei.Não respondeu de imediato. Limitou-se a ficar ali parado e caminhou em direção à escada. — Basta seguir-me.Eu queria recusar. Não sabia dizer porquê, mas havia algo de estranho no seu tom de voz. Mas era filho do Sir George. Não queria que pensassem que era arrogante ou que estava a agir como se fosse a dona da casa. Então, mesmo nervosa, segui-o.Permaneci em silêncio enquanto subíamos; o único som era o dos nossos passos. Quando chegámos ao quarto dele, a porta estava entreaberta. Ele entrou diretamente. Segui-o, mas parei na entrada.Podia ouvir o som de água a correr na casa de banho.— Senhor? — chamei.— Estou aqui — respondeu, de dentro. — Cassandra, entre.Engoli em seco. Não sabia o que esperar. Lentamente, aproximei-me da casa de banho e espreitei lá para dentro.Os meus olhos se arregalaram.Gabriel estava nu, a tomar banho. Desviei imediatamente o ol
CassandraAcordei cedo no dia seguinte. Eu não tinha dormido bem, de qualquer forma; o que ouvira na noite anterior não parava de me passar pela cabeça. Assim, decidi descer e ajudar na cozinha para distrair a mente.Quando cheguei à cozinha, as ajudantes já lá estavam.— Bom dia — cumprimentei Manang Imelda, Manang Carol e Kara.— Bom dia, *iha* — respondeu Manang Imelda.Manang Carol estava ocupada a picar legumes. A Kara, que tinha mais ou menos a minha idade, arrumava os pratos silenciosamente. Era a única para quem eu sorria verdadeiramente; notava-se que as outras duas adoravam uma fofoca.— Que bom que desceste — disse Manang Imelda. — Raramente o vemos aqui na cozinha.— Eu só queria ajudar — disse eu.Peguei em alguns ovos e comecei a parti-los para uma tigela. Fiquei quieta, apenas a ouvi-las.Logo começaram a conversar novamente.— O senhor Gabriel chegou — disse Manang Carol.— Sim — respondeu Manang Imelda. — Ele é tão bonito. Parece uma estrela de cinema.Eu não disse na
CassandraPara quebrar o silêncio constrangedor, tomei a iniciativa. "Vou fazer um café", disse eu.Caminhei até à bancada e peguei numa chávena. Ainda sentia o nervosismo no peito; parecia que havia um tambor a bater lá dentro.Os dois estavam parados mesmo atrás de mim, imóveis, o que me deixava ainda mais nervosa.Coloquei água a ferver. As minhas mãos tremiam enquanto esperava que a água aquecesse. Fiquei a pensar se eles tinham percebido."Calma", sussurrei para mim mesma.Assim que a água ferveu, verti-a rapidamente para a chávena. Com a agitação, a minha mão escorregou na chaleira e a água quente salpicou-me a mão."Ai!" exclamei.Parecia fogo a tocar-me na pele. Ardia e doía muito."Cassandra!" Don George exclamou.Ele veio rapidamente ter comigo. Gabriel estava mesmo ali com ele."Está bem?" – perguntou Don George, segurando a minha mão imediatamente."Sim... ah... mas dói", disse eu.Puxou-me para o lavatório e colocou a minha mão sob a água fria corrente. Ele próprio me seg
CassandraAcordei cedo no dia seguinte. Não consegui voltar a adormecer depois de ter passado a noite toda a pensar. A minha mente estava um turbilhão — a pensar em Don George, no que tinha acontecido entre nós, na chegada do seu filho e em coisas em que não devia estar a pensar, mas que teimavam em surgir na minha cabeça.Levantei-me e tomei um duche. Ao sair do quarto, toda a mansão estava silenciosa. Parecia que todos ainda dormiam, até mesmo os empregados da casa. Decidi fazer um café.Ao chegar à cozinha, peguei na máquina de café. Coloquei água, café e açúcar. Enquanto esperava que o café passasse, apoiei-me no balcão.Estava tudo quieto. O único som era o zumbido da máquina.Perdi-me novamente em pensamentos. Não sabia porquê, mas, desde a chegada de Gabriel ontem, a casa tinha uma energia estranha. O ambiente parecia pesado — daquele tipo que nos deixa inquietos, mesmo sem fazer nada.Peguei numa caneca e servi um pouco de café. Senti o aroma; era relaxante.De repente, braços
CassandraAproximei-me lentamente da escada. Não tinha qualquer intenção de ouvir a conversa, mas parei quando ouvi uma voz vinda da sala de estar. Era uma voz diferente — não era a da Manang nem a dos seguranças.Espiei pela esquina. Vi Don George sentado no sofá. Diante dele, estava um homem muito parecido com ele — só que mais novo. Partilhavam exatamente os mesmos traços faciais.Tinha a pele clara, o nariz afilado e uma aparência bem cuidada. Vestia uma camisa polo branca e calças de fato, parecendo ter acabado de chegar do trabalho. Estava impecável e elegante — o tipo de homem que nos faz olhar duas vezes.Não consegui evitar ficar a olhar para ele.— Estou bem aqui, Gabriel — disse Don George. — Tenho aqui funcionários da casa, filho, e um terapeuta também.Gabriel.Então, era mesmo filho dele.— Pai — respondeu o homem —, eu sou médico. Sei melhor do que precisa. Não faria mal nenhum ter alguém aqui consigo.O seu tom parecia gentil, mas era claramente insistente.— Não estou
CassandraFoi como se tivesse voltado à realidade de repente; bebi tudo o que estava no copo de um só trago e servi outro. Percebi então que a mamã não tinha sido totalmente honesta quando foi trabalhar para o estrangeiro.Provavelmente, o seu patrão não a maltratava por crueldade; a culpa devia ser dela própria, uma vez que andava a roubá-los.O Don George e eu continuámos a beber até terminarmos quase três garrafas de bebida cara."Não tem mulher? Não sei nada sobre a sua vida, enquanto a mãe certamente lhe contou tudo sobre a nossa naquela altura", perguntei.Deu um gole antes de encher os nossos copos novamente. "A minha primeira mulher morreu. Tenho dois filhos, mas não nos damos bem. Não cresceram comigo; viveram com os meus sogros desde a infância. Nunca me viram realmente como pai, mas continuam a usar o meu dinheiro até hoje."Esperei para ver se ele dizia mais alguma coisa, mas ele parou, por isso não insisti no assunto — não queria parecer uma coscuvilheira e, além disso, j







