LOGINCassandra
Há um ano... A minha mãe e eu fomos a correr para o hospital assim que soubemos que o meu pai estava entre as vítimas de um grave acidente de viação na EDSA. Ao chegarmos, fomos encaminhadas diretamente para a morgue; soubemos imediatamente que tinha falecido. — Luís! — gritou a minha mãe enquanto abraçava o corpo sem vida do meu pai. Quase caí no chão; as minhas pernas fraquejaram. Os enfermeiros e outras pessoas — que também ali choravam — ajudaram-me a manter-me de pé. A morgue estava repleta de lamentos das famílias das vítimas; estavam, provavelmente, ali uma dúzia de corpos. Não me importava que o meu uniforme branco estivesse a ficar manchado de sangue enquanto segurava a cabeça do meu pai, que estava quase irreconhecível. Os polícias chegaram e fizeram uma declaração: — O condutor da carrinha, que estava alcoolizado, foi detido, mas... — Mas o quê? — perguntou alguém. O polícia abanou a cabeça antes de continuar: — O problema é que conseguiu pagar uma caução, pois descobriu-se que é filho de um deputado. O choro deu lugar à raiva. Que hipótese teríamos contra o filho de um político rico? Especialmente num país onde os ricos vencem sempre os pobres quando se trata de justiça. — E agora? Vão simplesmente deixá-lo ir? E quanto a nós — que perdemos um ente querido? — gritei no meio das lágrimas. Estava no último ano de Fisioterapia e sabia que havia uma grande possibilidade de ter de interromper os estudos, uma vez que o meu pai era o único da família que trabalhava. Antes que o polícia pudesse responder, chegaram um advogado e mais alguns polícias. Havia até um segurança que, ao observarmos melhor, envergava um uniforme com o brasão do deputado. “Sou o advogado Julius Samonte, representante de Carl Ledesma. Lamentamos profundamente o sucedido, mas o deputado Arthur Ledesma garante a todos os afetados que será prestada assistência financeira. As despesas funerárias serão cobertas e será concedida uma indemnização em dinheiro de 100.000 pesos a cada família. Carl é menor de idade — tem apenas 16 anos —, pelo que não pode ser acusado. Está a ser levado para os Estados Unidos para tratamento médico, pois sofreu um trauma.” Avançei furiosa; seguranças e polícias bloquearam-me o caminho imediatamente, mas recusei-me a recuar. “100.000? Era só isto que o meu pai valia? Perdi um pai; outros aqui perderam mães! Filhos! Cônjuges! Irmãos! E vocês vêm dizer-nos que o demónio que matou os nossos entes queridos está a ser levado de urgência para os Estados Unidos porque está traumatizado? E quanto a nós? O que pensam de nós? Vamos carregar esse fardo para o resto das nossas vidas!” gritei, tentando em vão conter as lágrimas, mas elas continuavam a correr como uma fonte. O advogado assentiu e voltou a falar: “Percebo, mas, como disse, a família do deputado não se está a eximir de qualquer responsabilidade. Na verdade, deviam estar gratos por não terem de se preocupar com os custos do funeral. Quanto aos 100.000, podem usá-los para abrir um negócio. Não é um mau negócio”. Eu queria retorquir, mas ele já tinha partido com os outros polícias e seguranças. Voltei para o lado da mamã; ainda estava em estado de choque. Num só dia, os corpos foram enterrados num cemitério público, e recebemos o dinheiro juntamente com um documento que fomos obrigados a assinar, concordando em não apresentar queixas nem abrir processos judiciais. Sentimos que não tínhamos escolha; a assinatura pareceu forçada e só então a polícia nos libertou. Quando regressámos ao nosso apartamento alugado, fomos surpreendidas ao encontrar a nossa proprietária rica, mas gananciosa, a Sra. Ruiz, à nossa espera. "Soube que o Luis morreu; isso significa que já não poderão pagar a renda. Portanto, têm um mês para encontrar outro lugar." A mamã pareceu perder o controlo — talvez impulsionada pela raiva e pela dor de tudo o que tinha acontecido — quando apontou o dedo à Sra. Ruiz e gritou: "És muito gananciosa! Nunca deixámos de pagar um mês sequer! Mesmo sem o Luis, eu vou trabalhar! Sua velha, és obcecada por dinheiro!". A Sra. Ruiz, humilhada perante os outros, recusou-se a recuar e exigiu as chaves de imediato. "Então sou gananciosa, é? Pois bem! Saiam já daqui!" Segurei a mamã para evitar uma luta física ou que fosse presa; o marido da Sra. Ruiz era polícia, o que a tornava arrogante — agia como se fosse dona da lei. Ficámos num motel barato enquanto procurávamos um novo apartamento. Os 100.000 pesos acabaram rapidamente, por isso começámos as duas a procurar emprego. Suspendi os estudos para trabalhar como caixa numa loja de conveniência, enquanto a mãe trabalhava na limpeza de um restaurante. Mas, como os salários eram baixos, não nos chegava. Ao fim de quase sete meses a trabalhar, ainda não tínhamos conseguido poupar nada, e os nossos rendimentos não eram suficientes para cobrir as despesas diárias; por isso, a mamã decidiu ir para o estrangeiro trabalhar como empregada doméstica. Eu não queria ficar para trás sozinha, mas, como aquela era a única forma de eu voltar a estudar, não tive escolha. "Querida, vamos apenas juntar dinheiro — por apenas um ano. Assim que terminares o curso de enfermagem, volto para casa." Essa foi a última coisa que a mamã disse antes de nos separarmos. Eu estava terrivelmente preocupada porque...Passou um mês inteiro sem uma única chamada ou mensagem dela. Ela também não tinha enviado dinheiro, por isso eu ainda não conseguia retomar os estudos e tinha de me desenrascar com o que ganhava como caixa. Eu praticamente importunava a agência, tentando perceber se a minha mãe estava sequer viva. Insistiam que ela estava bem, mas eu não acreditava neles. Três meses depois, a mamã voltou para casa de repente; estava bem vestida e com um ar de rica, mas fiquei chocada ao vê-la acompanhada por um senhor idoso. Estava numa cadeira de rodas e parecia frágil. «Filha, peço desculpa por não ter conseguido sequer ligar-te. Os meus patrões anteriores abusavam de mim — magoavam-me e não me davam comida. Felizmente, fui resgatada, mas não pude voltar para buscar os meus pertences — incluindo o telemóvel, e foi por isso que não consegui telefonar. Aliás, este é o Don George Elizalde; ele acolheu-me... Ele também é o meu noivo. Vai ser o teu padrasto.»CassandraFoi como se tivesse voltado à realidade de repente; bebi tudo o que estava no copo de um só trago e servi outro. Percebi então que a mamã não tinha sido totalmente honesta quando foi trabalhar para o estrangeiro.Provavelmente, o seu patrão não a maltratava por crueldade; a culpa devia ser dela própria, uma vez que andava a roubá-los.O Don George e eu continuámos a beber até terminarmos quase três garrafas de bebida cara."Não tem mulher? Não sei nada sobre a sua vida, enquanto a mãe certamente lhe contou tudo sobre a nossa naquela altura", perguntei.Deu um gole antes de encher os nossos copos novamente. "A minha primeira mulher morreu. Tenho dois filhos, mas não nos damos bem. Não cresceram comigo; viveram com os meus sogros desde a infância. Nunca me viram realmente como pai, mas continuam a usar o meu dinheiro até hoje."Esperei para ver se ele dizia mais alguma coisa, mas ele parou, por isso não insisti no assunto — não queria parecer uma coscuvilheira e, além disso, j
CassandraAs minhas sessões de terapia com o Sr. George decorreram tranquilamente nos últimos dias; felizmente, os exames tinham acabado e tínhamos duas semanas de férias, pelo que pude dedicar-lhe o meu tempo.Como a minha mãe raramente vinha a casa, não estava por perto para dar a medicação errada ao velho e, como resultado, ele já conseguia andar sem usar bengala. A cadeira de rodas também tinha sido guardada, uma vez que as suas forças tinham realmente regressado.— Senhor George, por favor, perdoe a minha mãe. Ela está sempre fora. Se não está com amigos ou a fazer compras, está em spas e salões de beleza. Ela não está a cumprir as obrigações que tem para com o senhor — disse eu, enquanto lhe massajava a cabeça.O Sr. George abriu os olhos por breves instantes e assentiu.— Está bem, desde que ela esteja feliz.Senti uma pontada de pena dele; os seus sentimentos em relação à minha mãe pareciam tão genuínos, enquanto ela o via apenas como um multibanco.— Sabe nadar? — perguntou d
CassandraEu sabia que a mamã não amava verdadeiramente o Don George — só estava interessada no dinheiro dele —, mas mantive-me calada e deixei-a seguir em frente.Descobri que Don George já tinha sessenta e cinco anos. A mamã tinha exatamente quarenta anos, por isso tinha a certeza de que a relação deles não era séria — embora ele fosse bonito e não parecesse um idoso típico."Mãe, tens a certeza desta decisão de casar? Não o amas; porque não desistes logo?", perguntei enquanto estávamos num hotel, a preparar-nos para o casamento civil deles.A mamã beliscou-me, irritada. «Fala baixo! É claro que não quero isso a sério — vês como o George é frágil; ele foi operado à anca e tem dificuldade em andar. Está a fazer tratamento no estrangeiro, mas eu disse-lhe para contratar *tu* em vez disso, assim ganharias dinheiro para além do que nós duas receberíamos dele. Além do mais, eu enrolei o velhote direitinho; ele já comprou uma mansão, e é lá que vamos viver. Não seremos mais pobres — espec
CassandraHá um ano...A minha mãe e eu fomos a correr para o hospital assim que soubemos que o meu pai estava entre as vítimas de um grave acidente de viação na EDSA.Ao chegarmos, fomos encaminhadas diretamente para a morgue; soubemos imediatamente que tinha falecido.— Luís! — gritou a minha mãe enquanto abraçava o corpo sem vida do meu pai.Quase caí no chão; as minhas pernas fraquejaram. Os enfermeiros e outras pessoas — que também ali choravam — ajudaram-me a manter-me de pé.A morgue estava repleta de lamentos das famílias das vítimas; estavam, provavelmente, ali uma dúzia de corpos.Não me importava que o meu uniforme branco estivesse a ficar manchado de sangue enquanto segurava a cabeça do meu pai, que estava quase irreconhecível.Os polícias chegaram e fizeram uma declaração: — O condutor da carrinha, que estava alcoolizado, foi detido, mas...— Mas o quê? — perguntou alguém.O polícia abanou a cabeça antes de continuar: — O problema é que conseguiu pagar uma caução, pois de
Cassandra“Ahhhh! Cassandra, é tão bom fazer sexo contigo!” George gritou enquanto estocava com força dentro da minha cona. Eu estava de gatas na sua cama macia, entregando-me de bom grado ao meu padrasto.Sim, o George é o meu padrasto — o segundo marido da minha mãe —, mas há uma razão para ser eu a partilhar a cama dele agora.Agarrou os meus seios e apertou-os com firmeza enquanto continuava as suas estocadas rápidas e intensas na minha abertura avermelhada. Os meus fluidos espirravam a cada estocada profunda do seu grande pau na minha caverna inchada.“Ummmm! Ummmmp! A tua cona é tão apertada!” dizia enquanto me comia furiosamente.Os meus olhos reviraram-se em êxtase enquanto acompanhava o seu ritmo, sabendo que estava perto do clímax.Eu também queria voltar a gozar, por isso tentei acompanhar os seus movimentos, mesmo com os joelhos a tremerem de fraqueza.“Ahhhhh! Continua! Mete com força! Come-me sem parar! Fazes sexo tão bem!” – gritei, fazendo com que George acelerasse ai







