MasukParte 3
Acabaram deitados se embolando na cama, já sem roupas e sem se importar com isso.
_ Vem logo, Vitor - ela pediu o puxando.
Ele abaixou a cabeça e sugou seu seio, fazendo com que gemesse baixinho, se arrepiando e erguendo o corpo para facilitar sua ação.
De olhos fechados ela desceu a mão por sua pele e encontrou o que queria. Vitor já estava ereto e pronto para ela. Arranhou suas costas e o fez gemer com o mamilo duro entre os dentes.
Não queriam mais esperar e ela o puxou para o meio de suas pernas. Vitor arfou e começou a penetrá-la, mas com uma careta parou.
_ O que foi? - o segurou para não sair.
_ Merda, Ju... Eu não posso. E se você ficar grávida agora? - tentou ser sensato.
_ Não quero parar, Vitor - resmungou _ Não tem camisinha aqui?
_ Espera.
Levantou e foi rápido ao banheiro e voltou abrindo uma embalagem. Mais depressa ainda vestiu a camisinha e a penetrou.
Juliana fez uma careta de dor.
_ Desculpe, fui muito afoito. Esqueci que você não tem experiência.
_ Não faz mal - voltou a beijá-lo.
Se agarraram e começaram a se mover juntos, na mesma vontade insana de ficar ali, colados naquela cama onde tudo começara.
Eles gemeram juntos quando o prazer os dominou e chegaram ao final em um orgasmo forte que os fez tremer. Vitor deitou por cima dela a prendendo e ela o abraçou com as pernas o prendendo igual.
Ficaram quietos um pouco, arfando e respirando fundo. Depois ele se apoiou nos cotovelos e mexeu no cabelo dela.
_ Não pretendia fazer isso - a beijou de leve no nariz _ Mas foi impossível resistir.
Ela corou um pouco. Também tinha sido assim com ela, ainda que não fosse o certo.
_ Eu também não queria, mas aconteceu - ela admitiu resignada.
Ele saiu de cima dela e ficou de lado, respirando fundo. Juliana saiu da cama e começou a pegar a roupa espalhada para se vestir.
_ Perdemos o controle - ele disse.
_ Não me diga - fez uma cara de ironia _ Eu sei bem disso, mas espero que não aconteça de novo.
_ Não dá pra afirmar isso agora - torceu a boca _ Nós estamos atraídos fisicamente, Juliana.
_ Acho que percebi - ironizou de novo.
Ele levantou e recolheu a roupa, indo para o banheiro, aborrecido com a rejeição dela.
Ao retornar ao quarto Juliana alisava a blusa e mexeu no cabelo para que ficasse normal. Quando a agarrou enfiou os dedos em seu cabelo e puxou, desarrumando sua aparência.
Queria repetir tudo de novo, mas ela com certeza iria recusar. Ele já estava ciente de que ela não queria assumir sua atração por ele. Isso doía.
_ Ainda bem que dessa vez você lembrou de usar algo - ela disse séria sem querer olhá-lo.
_ Ainda bem mesmo - resmungou _ Do jeito que você é, iria gritar de novo comigo depois.
_ Desculpe - suspirou fundo _ Eu sei que às vezes me exalto, mas é que não sei o que me deu... A gente não deveria ficar se agarrando, Vitor.
_ Eu sei disso, mas não dá pra negar nossa atração - gesticulou.
_ É melhor eu ir embora - pegou a sacola.
_ Vai fazer o teste quando?
_ Vou esperar mais uns cinco dias, aí vejo.
O olhar dele era sério e não a deixava estimulada a continuar a conversa.
_ Já estou perto do meu período.
Ele entendeu. Balançou a cabeça.
_ E então vai saber se está ou não?
_ Não vou estar, Vitor - passou a mão no cabelo _ Estou estressada. Isso às vezes desregula tudo.
_ Certeza?
Ele queria muito saber logo.
_ Ansiedade e estresse às vezes fazem atrasar ou adiantar a menstruação - deu de ombro _ Não dá pra saber. Estou muito nervosa com isso tudo.
_ Seria bom termos certeza antes que seu irmão voltasse da lua de mel, não acha?
_ Eu sei - apertou os lábios _ Tem uma coisa.
_ O que? - ficou desconfiado.
_ Tive que dizer a Briana que vamos casar até o fim do ano.
_ Por que? - cruzou os braços.
_ Você sabe como ela é - gesticulou _ Ficou em cima de mim querendo saber... Abri a boca.
_ Claro - meneou a cabeça _ Abriu a boca - ele até achou engraçado _ Tudo bem.
_ Mesmo? - franziu os olhos.
_ Sim. A gente se casa antes disso.
Ela o olhou tentando compreender seu pensamento.
_ Não vai haver casamento.
_ Ah, vai sim - assentiu _ Eu não vou deixar que seus irmãos me acusem de me aproveitar de você.
_ Não vai haver casamento - repetiu enfática.
_ Vai sim!
Ela balançou a cabeça consternada. Ele era tão teimoso quanto uma mula. Talvez mais até.
_ Não vou mais discutir isso com você, Vitor - pegou a sacola _ Só porque transamos não quer dizer que eu devo ficar presa à você.
Se virou e saiu do quarto. Vitor não deixaria que o problema aumentasse.
Também não planejara se ligar a ninguém, mas para não perder sua palavra e evitar que os irmãos caíssem em cima dela, além de evitar as fofocas, ele iria sim casar com ela.
_ Você não tem outra alternativa, Juliana - disse em voz alta.
É, ela não tinha mesmo. Ficou pensando nisso. E nem ee também.
A questão agora era saber porque ele pensava mesmo isso e se o motivo principal era só salvar a pele dela por causa dos irmãos.
Ele realmente era bem melhor em lidar com os bichos e com o trabalho da fazenda, do que saber como criar um relacionamento com uma mulher. Ainda mais uma como Juliana.
Cheia de ideias próprias e com um gênio que ele não sabia como lidar, mas poderia aprender um pouco. O suficiente para não cometer outro erro e nem sair queimado disso.
Final do livro 1 - Sem QuererJuliana nunca pensou que poderia passar por algo assim. Se sentia ainda perdida.Ao mesmo tempo em que estava feliz por ter Vitor ao seu lado a ajudando, se sentia triste por ter Vitor ao seu lado. Como isso era possível?Estava se sentindo acuada agora da mesma forma como se sentiu tempos atrás ao tentar falar com os irmãos sobre suas ideias e ele nem quiseram ouví-la.Era difícil entender. Não queria sexo com Vitor para não criar um problema maior depois e ao mesmo tempo adorava sentir seu cheiro e seu gosto.O beijo a deixara leve e pe
Parte 3_ É, não seria nada bom mesmo - descansou o queixo na cabeça dela _ Sabe, você ainda não fez o teste.Ela rodou os olhos._ Está bem, vamos fazer agora. Vou pegar o teste e vamos para seu quarto. Assim sabemos juntos.Ela passou pelos irmãos que ainda conversavam sobre o casamento e foi até o quarto. Pegou uma caixinha de teste e saiu pela sala, assim ninguém a via.Foram até o quarto dele. Vitor trancou a porta enquanto ela ia para o banheiro._ Isso demora? - ele perguntou._ Se
Parte 2_ E demora? - ele perguntou._ Não. Depois de amanhã entro em contato com vocês. Vão ler cada termo e se tiverem dúvidas eu explico. Se for necessário retirar ou acrescentar algo, fazemos na hora._ Ok, então vamos aguardar - Vitor levantou e apertou a mão dele _ Obrigado pela ajuda._ Esse é meu trabalho.Eles se despediram e saíram de mãos dadas. Na calçada Vitor comentou:_ Tenho certeza de que ele pensa que sou gay._ O que? - ela riu.
Parte 1Juliana nunca pensou que estaria em um carro indo se casar. E logo cedo, em uma manhã de ventos fortes.Passaram a noite quase toda conversando sobre os termos da convivência deles como um casal. Foram até o início da madrugada, até que chegaram a um acordo final que ficaria bom para ambos.Como o irmão Joel chegaria cedo, eles também resolveram sair cedo. Vitor conhecia um escrivão e falou com ele sobre fazer o casamento.Quando chegaram ao cartório foram os primeiros a serem atendidos, mas não foi bem como pensaram que seria._ Não posso fazer o casamento assim, às pressas - mostrou um
Parte 3_ Não quero um centavo seu - tocou sua perna _ Eu meti você nessa confusão, deveria ter tido mais cuidado... Agora já foi - puxou o ar _ E acho que até que a gente está melhor do que poderiam pensar. Não acha também?De certa forma ele tinha sido uma surpresa bem diferente para ela. A impressão que tinha dele não batia com o comportamento que mostrava agora.Antes só o via como um cabeça dura e que era mais um peão igual aos outros. Mas Vitor tinha um jeito diferente, era simples e direto e isso era bom._ É, acho que sim - sorriu _ Vamos começar?Ele assentiu. Come&
Parte 2Não fizeram nada muito diferente do que ela já havia feito. Limparam bem a pele e os olhos dele com muita água e até um pouco de soro até a remoção do produto nos olhos que ficaram bem vermelhos._ Vai ter uma irritação que vai passar aos poucos. Evite coçar os olhos - o médico de plantão indicou _ A queimação da garganta, olhos e pele vai diminuindo. Beba muito líquido e lave os olhos sempre que a ardência voltar._ Eu vou ficar cego? - ele perguntou._ Não - o médico sorriu _ Esse desconforto vai passar. A cegueira é momentânea e a tosse logo passa. Só tem que ter calma. Infelizmente







