LOGINA porta da sala se abre silenciosamente, Aaron adentrou abatido fitava o chão não conseguindo esquecer as palavras do homem que ficaram gravadas em sua cabeça.
Se intriga ao escutar o murmúrio vindo do escritório do seu pai, andou em passos apressados atravessando a sala em questão de segundos. A porta estava escancarada, abriu sem um pingo de delicadeza adentrando de uma só vez. Não conseguiu conter a surpresa ao ver Elisa, armada encarando seu pai furiosamente. -O que porra está acontecendo aqui?- Sabrina o olha de relance e massageia a testa negando lentamente. "Pronto" Elisa se vira e caminha em passos decididos em sua direção, aponta seu dedo na cara do irmão que apenas a olha friamente. -Você quase matou o meu irmão. -Mas não o matei.- ele responde ríspido. -Como você entrou aqui? -Com as minhas pernas!.- ela se volta para Adam. -Infelizmente! Não posso mudar isso, teria o imenso prazer de carregar o sangue de um morador de rua, menos dos Duckworth. Adam suspirou pesadamente ao ouvir as palavras duras de sua filha. Elisa se volta para Aaron à sua frente que a encara sem esboçar um pingo de sentimento. -Não ouse chegar perto do meu irmão ou terei o imenso prazer de ti matar Aaron.- ela passou por ele o empurrando com o ombro. -Tchauzinho Sabrina.- ela gritou ao atravessar a porta. A loira apenas acenou rápido seriamente vendo Elisa sumir do seu campo de visão. Aaron olha para Sabrina que encara os pés e depois para seu pai que abaixa a cabeça. -Vamos Sabrina, está tarde. Depois da discussão meio silenciosa, Sabrina saiu do escritório e Aaron á seguiu exausto pela noite nada agradável que o mesmo teve no galpão com a suposta descoberta de uma traição. Sabrina entrou no quarto, ele entrou logo em seguida, em silêncio. -Eu irei tomar um banho...- sua voz saiu arrastada, porém rouca com um leve tom de tristeza. Sabrina arrumava a cama que a mesma havia bagunçado, Aaron tirou a camisa deixando ali mesmo, em um canto qualquer do quarto. Sabrina se virou encarando os ombros largos e músculos bem trabalhados e sorrio. De costas para, Aaron lavava os fios negros os jogando para trás. Sorrir de canto ao sentir dois braços circularem sua cintura. -Sua mãe sabia?- Ele assentiu ainda de cabeça baixa. -Ela amava e ama o meu pai o suficiente para não entregá-lo por adultério.- confesso em sussurro baixo. -Esse seria o segredo da nossa família, mas parece que fomos descobertos.- diz sem humor. Sabrina encostou sua cabeça em suas costas, sentindo a água quente escorrer pelo seu corpo, ela fechou os olhos e suspirou. -Aaron... Ela deu um passo para trás, Aaron se vira para encarar, Sabrina estava vermelha, sua coragem parecia ter ido embora. Aaron lhe estende a mão e ela pega já arrependendo, mas estava curiosa. De baixo do chuveiro, Aaron acaricia a bochecha rosada e sorri com malícia. -Aaron...-ele pôs o dedo indicador contra seus lábios e ela sorri, balançando a cabeça em negativa. -Relaxa gatinha. Seus olhos negros possuíam um brilho no qual a loira não consiga detectar, o que olhe intriga. -Me permite?- Sabrina fechou o cenho e logo assentiu. -Ótimo. Aaron se inclina segurando firmemente as coxas da garota que rir como uma criança como o ato, despertando ainda mais seu desejo. Ele impressiona Sabrina contra a parede, diminuiu o fluxo da água quente voltando a encarar os olhos azuis intensos. -Já se tocou?- Sabrina arregalou os olhos, logo negou. -Incrível. Livrando uma mão, tocou o lábio inferior o puxando para baixo, ela acompanha seu motivo, logo voltando o olhar para as íris negras. Aaron acompanha cada movimento da sua mão. Sabrina não pesava quase nada para ele, o que facilitava o fato de conseguir uma mão livre. Seu dedo indicador junto com o do meio desceram lentamente pelo pescoço da garota que se arrepiou e sorriu perversamente. -Você não sabe o quanto eu desejo isso.- disse rouco, ele continuou a deslizar sua mãe, seguindo os movimentos com o olhar. -Muito. Espalma sua mão no seio esquerdo dando leves apertões, Sabrina soltou um gemido baixo, erguendo a cabeça, Aaron riu contra a pele sensível da garota, trilhou uma linha imaginária de beijos acompanhados de leves mordidas. Continuou descendo sua mão pela barriga calmamente. -Relaxe, sim?- Sabrina assentiu fitando seus olhos, Aaron tomou seus em um beijo calmo, ele sabia que ela era virgem, precisaria de alto controle. Ele mordeu seu lábio, Sabrina abriu um sorriso contra seus lábios, gemeu ao sentir dedos quentes entrarem em contatos direto com seu clítoris, Aaron fazia seus dedos trabalharem com agilidade, seus dedos massageavam em círculos a região da garota que estava encharcada. -Aaron...-ela gemeu seu nome, o que fez intensificar o ritmo dos seus dedos. -Céus! Seu corpo todo tremia, pela exaustão de um belo orgasmo ela repousou a cabeça em seu ombro ainda ofegante. -Por que eu ainda não estou satisfeita?- diz humorada ainda contra seu ombro. -Por que ainda não acabou gatinha.- diz em um sussurro. Sabrina ergue a cabeça, com as duas em cada parte do corpo, Aaron a impulsiona para cima sem desviar o olhar. -Agora que está mais relaxada, será mais fácil gatinha Sabrina deitou a cabeça sobre seu ombro, rodeando os braços ao redor do seu pescoço. -Se doer me fala ok? -Anda logo Aaron!- Sabrina rir contra seu pescoço e Aaron negou sutilmente. -Apressada. Aaron fez uma pequena pressão contra o hímen, Sabrina gemeu baixo e ele parou. -Quer que eu pare? -Vai logo Aaron!- ela praticamente ó ordenou. Voltou a pressionar com cuidado, se importando ao máximo com as dores que Sabrina poderia estar sentindo. Ele sente a fina camada de pele ceder à pressão ao mesmo tempo em que Sabrina crava as unhas em sua pele. -Se eu soubesse... -Nem continue gatinha.- Aaron continua forçando a entrada, geme ao sentir o interior da garota se contrair ao redor do seu pau. -Porra! Sabrina... Ela ergue sua cabeça voltando a encará-lo. -Vamos Aaron.- ela sussurra manhosa. -Eu não quero te machucar, garota insolente! Aaron se movimenta devagar, fazendo Sabrina se acostumar. -Eu fui o primeiro.- ele a beija aumentando o ritmo das estocadas. -E serei o único, entende Becker? Sabrina assentiu sendo dominada de novo pelo prazer proporcionado naquela madrugada. -Eu serei o único na sua vida.- ele beija seu pescoços avançando o ritmo. -E o único na sua cama gatinha.- ele sussurrou em sua orelha, Sabrina se arrepiou da cabeças aos pés o abraçando forte Ela gemia a cada estocada, dificilmente conseguiria se levantar sem sentir nenhuma dor mais tarde... -E principalmente meu amor, o único que irá te fazer gozar.- ele beija sua testa, Aaron a segurava firme já sentia as pernas da garota trêmula, seu orgasmo estava próximo. -Comigo gatinha! Vamos Sabrina, goza pra mim. Êxtase! Sabrina mordeu seu levemente abafando o gemido intenso preso em sua garganta, sentiu o líquido quente sendo derramado dentro de si, Aaron gemeu baixo logo proferindo um palavrão. Novamente! Sabrina ergue a cabeça, colando ambas as testas ainda ofegantes, Aaron a deu um breve selinho. -Consegue ficar de pé loira? Sabrina sorri contra seus lábios, era difícil distinguir a água morna fraca que caia do chuveiro para o suor. -Não!- respondeu envergonhada. -Mais tarde pode ser que sinta um pouco de dor, é normal. Aaron acaricia sua coxa com a ponta dos dedos. -Eu aguento.- ela fechou os olhos tentando recuperar a respiração. -Não vou deixar que nada aconteça contigo, Sabrina.- ela abre os olhos para encarar os deles. -Eu prometo.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







