Assim que Eloise soube que Sofia já estava no quarto, não pensou duas vezes. Com cuidado e delicadeza, pegou a bebê no colo, ajeitando-a contra o peito como se estivesse carregando algo sagrado. — Vamos, amor… — disse a Augusto, com os olhos brilhando. — Ela precisa ver os nenéns. E eu… eu preciso ver ela. Augusto caminhava ao lado, segurando um dos bebês com atenção absoluta. A babá vinha logo atrás, com o terceiro, protegendo-o do burburinho do hospital. — Com calma, meu amor. — Augusto murmurou. — Um passo de cada vez. Quando chegaram ao corredor, antes mesmo de ver o quarto, ouviram risadas. Leves. Vivas. Eloise parou por um segundo. Aquela simples constatação aqueceu seu peito. Sofia estava rindo. E isso mudava tudo. A porta foi aberta devagar. O quarto estava cheio de flores, balões discretos, vozes conhecidas. Laís, Emma, Nathália e Alana se espalhavam pelo espaço, tentando não fazer bagunça — falhando com graça. Thomas estava perto da cama, atento a
ปรับปรุงล่าสุด : 2026-01-10 อ่านเพิ่มเติม