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Genres

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Mitologia
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Escola/Campo
Imaginação
Reencarnação
atração irresistível
Mistério/Thriller
Mistério Folclórico
POV masculino

Characters

27
Destruidora de lares×
All
Máfia
Amante
Alpha
Hipócrita
Amigos de infância
Homem cafajeste
Primeiro amor
Destruidora de lares
Luna
Vampiro
Canalha
Melhor amiga
Protagonista animal
Médico(a)
Calculista
Psicopata
Híbrido
Substituta
Perito criminal
Piloto
Advogado
Professor
Esposa Jovem
Íncubo
Elfo
Dragão
Crianças
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Plot & Setting

27
All
Reconquistar a Esposa
Arrependimento
Contra-ataque
Traição
Vingança
Contagem Regressiva
Karma
Casamento
Drama familiar
Despertar
Gravidez
Família de origem
Bullying
Diferença de idade
Escola/Campo
Redenção
Transmigração
Ambiente de trabalho
Transmissão ao vivo
Amor forçado
Casamento por contrato
Conteúdo adulto
Maldição
Viagem no tempo
Crime
Poder especial
Sistema
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Themes

10
All
Reviravolta
Renascimento
Laços Familiares
Superação
Reconfortante
Amor platônico
Inspirador
De tirar o fôlego
Bizarro
Empolgante
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Destruidora de lares Romance Short Stories & Novels

Discover a collection of engaging Destruidora de lares Romance short stories with compelling plots and immersive storytelling. Perfect for readers seeking one-hour short stories and quick, immersive reads online.
A Outra Mulher na Minha Cama - Romance novels & stories
Bacalhau
Ao chegar em casa e ver a melhor amiga do meu marido dormindo na nossa cama, pela 99ª vez, pedi o divórcio a Pedro Santos. Desta vez, Pedro finalmente explodiu. — Letícia Almeida, você já não passou dos limites? Só porque a Sofia dormiu na nossa cama quando estava hospedada em nossa casa? Respondi com calma: — Exatamente! Um dos amigos de Pedro, com os braços apoiados nos ombros dele, comentou em tom de ironia: — Pedro, não se incomode com a Letícia. Mulheres são ciumentas por natureza. Que saudade dos tempos em que dormíamos todos juntos sob o mesmo cobertor. Pedro deu um sorriso amargo: — Quando vocês se casarem, se lembrem: mulheres ciumentas são impossíveis de lidar. Não tem jeito. Ela me ama como se fosse a própria vida. Esse divórcio é só uma ameaça para me assustar. Em menos de três dias, ela mesma vai voltar engatinhando. O sorriso em meus lábios se tornou ainda mais frio. Durante os sete anos de casamento, Sofia Rodrigues vivia aparecendo para se hospedar em minha casa a todo momento. Eu mesma testemunhei Pedro e Sofia se tocando por baixo da roupa, nas regiões íntimas, compartilhando o mesmo canudo, lavando as roupas íntimas um do outro... Até que chegou ao ponto de ela dormir na minha cama. Esses sete anos não foram amor, foram cegueira da minha parte. Na frente de todos, disquei um número. — Pai, já me diverti o suficiente. Sua herdeira está pronta para voltar para casa.
Liguei para Ele Antes de Morrer - Romance novels & stories
Árvore Florida
Enquanto toda a família comemorava o aniversário da minha irmã, Jessica Almeida, eu estava trancada em uma fábrica abandonada, sangrando sem parar. Jessica havia contratado quatro capangas que me torturaram até me deixarem por um fio de vida. Com as minhas últimas forças, rastejei pouco a pouco para pegar o celular e ligar para o meu marido. — Otávio, eu estou gravemente ferida, venha rápido me salvar... Estou em uma fábrica não muito longe, não vai tomar muito tempo. Ao ouvir a minha voz fraca e implorante, o meu marido soltou uma risada de escárnio: — Yolanda, já que chorar e fazer escândalo não funcionou, agora resolveu se fazer de coitada, não é? — Você realmente não mede esforços para estragar a festa de aniversário da Jessica. Volte logo com um presente para pedir desculpas a ela, senão desta vez eu não vou te perdoar tão facilmente. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, a voz de Jessica chamando por ele ecoou do outro lado da linha. Ele não sabia que, no instante em que a ligação terminou, eu já não precisava mais do perdão dele. Nem sabia que aquele cadáver fétido, que o faria franzir a testa e se afastar, mesmo sendo um médico legista experiente... Era exatamente a esposa que ele odiou por tantos anos, Yolanda Almeida...
A Noiva Que Foi Embora - Romance novels & stories
Anonymous
Na festa antes do nosso casamento, encontrei nas redes sociais uma publicação com um desafio para casais: [Se eu não fosse uma opção, com quem você mais gostaria de se casar?] Sorri ao fazer a pergunta ao meu noivo, Julian Hayes. Ele não hesitou nem por um segundo. — Vivian. Vivian Bennett era minha irmã caçula. Minha melhor amiga entrou na conversa: — Para falar a verdade, Vivian era quem melhor entendia Julian. Toda vez que vocês brigavam, era ela quem passava a madrugada conversando com ele. Vivian se inclinou e deu um soco de brincadeira no peito dele. — Era melhor colocar seu noivo na linha, mana. Não dava para deixar que ele ficasse suspirando por mim o tempo todo. Todos à mesa caíram na gargalhada. Margaret Bennett, minha mãe, estalou a língua, divertida. — Foi só uma brincadeira. Além disso, Vivian nunca ficava reclamando como você. Era natural que Julian gostasse dela. Julian lançou um olhar em minha direção. — Foi só uma brincadeira. O que foi? De novo você não consegue levar uma piada na esportiva? Não respondi. Apenas abaixei os olhos para o formulário de confirmação que a assessora de casamento acabara de me enviar. O vestido, o buquê, a música e o cardápio seguiam todos o gosto de Vivian. Assim, do início ao fim, aquele casamento só tinha uma coisa que realmente era minha: meu nome ocupando o lugar reservado à noiva. Se não importava quem ocupava aquele lugar, não havia motivo algum para realizar aquele casamento.
Meu Marido Escolheu a Filha Adotiva e Eu Fui Embora - Romance novels & stories
Alyssa J
Damien se divorciou da ex-esposa há cinco anos e então se casou comigo. Quando nos casamos, ele tinha uma filha adotiva de treze anos chamada Lily. Depois do nosso casamento, Damien sempre me tratou excepcionalmente bem. Eu sempre tratei Lily como se fosse minha própria filha. Mesmo quando ela demonstrava certa hostilidade comigo de vez em quando, eu não me importava, isso é normal para uma adolescente. Até que meu pai foi atropelado em um acidente e ficou em estado vegetativo. Foi então que, por acaso, ouvi uma conversa entre Damien e seu assistente. — Chefe, eu não entendo. Por que bloquear a craniotomia? — o assistente perguntou, confuso. — Os médicos disseram que há uma grande chance de ele se recuperar. Por que o senhor insiste no tratamento conservador? — Ele não pode acordar — a voz de Damien saiu baixa, carregada de dor. — Ele viu o rosto da Lily. Tapei a boca com a mão, as unhas cravando na minha pele. Lily é filha adotiva de Damien e de sua falecida ex-esposa, Sarah. Sarah morreu salvando Damien, e desde então ele sempre tratou Lily com uma mistura de culpa e indulgência absoluta. Damien continuou, o tom cheio de conflito: — Mas a Lily não fez isso de propósito! Ela tem só treze anos... Se tiver uma ficha criminal, a vida dela estará acabada. O último desejo da Sarah, antes de morrer, foi que eu cuidasse da Lily e a visse crescer em segurança. Eu não posso desistir dela. O assistente ficou em silêncio por alguns segundos. — E quanto à sua esposa? — Eu vou compensá-la — a voz de Damien suavizou. — Vou dar a ela a vida mais próspera possível. Vou garantir a melhor suíte particular e os melhores cuidadores para o pai dela. Não importa quanto custe. Meu coração afundou por completo. Só porque você se sente culpado por Sarah e Lily, vai sacrificar o meu pai? Com as mãos tremendo, salvei a gravação e pedi ao meu advogado que preparasse os papéis do divórcio. Mas quando eu desapareci completamente da vida dele, o poderoso CEO enlouqueceu.
Eles Deram Meu Quarto à Filha Escolhida - Romance novels & stories
Heliotrope
No dia em que nos mudamos para a casa nova e minha irmã adotiva tomou o meu quarto, decidi partir. Naquela manhã, a mãe postou a planta baixa no grupo de mensagens da família. Havia três quartos. Um para os meus pais. Um para o meu irmão mais velho. E o quarto maior, mais iluminado pelo sol, estava marcado como “Quarto de Sophie”. O meu nome não aparecia em lugar nenhum da planta. Dez anos antes, o pai de Sophie havia se afogado ao tentar salvar o meu irmão. Desde então, a minha família passava a tratar cada sacrifício como algo que eu devia a ela. Quando perguntei onde eu deveria dormir, a mãe não hesitou nem um instante. — Você vai começar a pós-graduação em breve. Seria um desperdício deixar um quarto para você. Depois virou-se de volta para Sophie e ajudou-a a escolher cortinas cor-de-rosa. O meu irmão carregou os móveis novos dela. O meu namorado, com quem eu estava há três anos, montou a estante de livros para ela. Sentei-me sobre uma caixa de mudanças e, finalmente, compreendi. Eles não tinham me esquecido. Eles haviam decidido que Sophie merecia o meu quarto, a minha família e até mesmo o homem que deveria me amar. Já que haviam decidido que não havia lugar para mim nesta família, decidi dar-lhes exatamente o que queriam. Abri o contrato de pesquisa confidencial no celular e assinei. Dez anos. Sem visitas à casa. Em dez dias, eu desapareceria da vida deles para sempre.
Último Desejo: Todos Nós Juntos - Romance novels & stories
Trigo Selvagem
No dia em que minha irmã gêmea, Alexia Cavanaugh, e eu completamos vinte e dois anos, eu desmaiei e descobri que tinha câncer em estágio terminal. Ignorando a recomendação do médico para ser internada, saí do hospital. Tudo o que eu queria era passar um último aniversário com minha família, sem preocupações. Mas quando cheguei à festa, uma funcionária me impediu na porta e disse que o local havia sido reservado exclusivamente para Alexia. Pessoas de fora não tinham permissão para entrar. Através do vidro, observei meu irmão segurando o bolo enquanto meu pai colocava um chapéu de aniversário na cabeça de Alexia. Até meu namorado estava lá, sorrindo enquanto ela fazia um pedido. Fiquei parada ali por meia hora, segurando o celular, até que meu namorado finalmente atendeu minha ligação. — Eu estava no hospital agora há pouco. Eu— Ele me interrompeu. — Ophelia, você sempre foi saudável. Hoje era o aniversário da Lexi. A gente conversava depois. Mas aquele dia não era meu aniversário também? Minha mãe morreu ao me dar à luz. Mais tarde, o médico explicou que eu havia absorvido mais nutrientes no útero, deixando Alexia frágil desde o início. E, assim, todos decidiram que eu deveria sempre ceder à minha irmã gêmea, que nasceu cinco minutos antes de mim. Amassei o laudo com o diagnóstico de câncer e o joguei no lixo. Cansei de deixar o favoritismo deles me machucar. Nunca recebi o amor deles mesmo. Então, daquela vez, eu escolhi ir embora. Para sempre.
O Preço Que Ele Mesmo Pediu - Romance novels & stories
Leo Ian
No dia do divórcio, eu, Lídia Duarte, saí vestindo apenas uma muda de roupa do tempo de casada. A casa, o carro, o dinheiro, as crianças, deixei tudo para Cristiano Reis. Ele me olhou com certa surpresa e zombou: — Você pensou bem? As três filhas que você criou com as próprias mãos, também não as quer mais? — Se você realmente não quer nada, eu também não vou te cobrar pensão alimentícia. Assim fica justo. Assinei o acordo rapidamente e disse com indiferença: — Sim, muito justo. Cristiano hesitou por um instante antes de assinar lentamente seu nome. — Se você se arrepender, nós não precisamos... Acenei com a mão, interrompendo-o, e saí sem olhar para trás. Cristiano costumava dizer que eu me casei com ele por dinheiro e poder, e que eu tentava amarrá-lo usando as crianças. Mas não tem problema. Quando ele for recolher o meu corpo, ele entenderá.
O Marido Bilionário Implorou Pela Volta da Ex-Esposa "Vagabunda" - Romance novels & stories
Shelley
Na minha noite de núpcias, fui levada às pressas para o hospital de ambulância depois que um preservativo adulterado me causou uma dor insuportável. A cirurgia durou mais de vinte e quatro horas, e a notícia se espalhou como fogo em mata seca. Meu marido, Alexander, anunciou que quem conseguisse me fotografar no meu estado pós-cirúrgico seria recompensado com dez milhões de dólares. Da noite para o dia, passei de nova esposa de um bilionário a motivo de piada em todos os círculos de elite de Nova York. No dia seguinte, Dahlia, a namorada de infância de Alexander, apareceu à minha porta. Foi então que descobri a verdade: ela havia revestido o preservativo com cola industrial como parte do que chamou de “experimento social”. Ela não demonstrou nem um pingo de remorso. Seu tom era irreverente e cruel: — Foi só um experimento. Quer dizer, como eu poderia saber que você reagiria assim? Além disso, nós duas sabemos que você nunca foi boa o suficiente para o Alexander. Então, pare de fingir. Alexander estava ao lado dela, com um olhar frio e desdenhoso: — Se não fosse pelo contrato de casamento, ninguém teria se aproximado de você. Você sabe disso, não é? O que ele não sabia era que a mulher que ele chamava de vagabunda havia salvado a vida dele mais vezes do que ele poderia contar.
Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela - Romance novels & stories
Yogurt Monster
No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
Nossa História Termina Aqui - Romance novels & stories
Nabo Mirtilo
Minha melhor amiga me entrega os papéis de divórcio que ela mesma redigiu. — Você passou cinco anos correndo atrás do Joe até finalmente conquistá-lo. Por que, de repente, quer se divorciar? Forço um sorriso. — Porque ele não quer jantar comigo. Cinco horas antes, enviei a Joe Watson o endereço de um restaurante. — Fiz uma reserva para comemorarmos nosso terceiro aniversário de casamento. Ele respondeu quase imediatamente: — Estou ocupado agora. Passei cinco anos correndo atrás dele e três anos como sua esposa, apenas para receber essas palavras em troca. Então o vi do lado de fora do escritório, conduzindo protetoramente uma mulher de cabelos curtos até o carro. Quando comecei a correr atrás de Joe, mal conseguia arrancar uma resposta dele. Mas, pouco a pouco, ele se abriu comigo e começou a compartilhar todas as suas alegrias e frustrações. Agora, tudo o que ouço dele é: — Estou ocupado agora. Achei que eu simplesmente não estivesse mais me esforçando tanto quanto antes. Mas não era isso. Ele simplesmente havia se apaixonado por outra pessoa. Meu telefone toca. É o restaurante. — Sra. Gray, quantas pessoas irão jantar esta noite? Coloco os papéis de divórcio dentro da bolsa. — Apenas uma. Eu sei que Joe levou aquela mulher ao mesmo restaurante, o que acaba sendo perfeito. A partir de agora, ele pode compartilhar o prato especial da casa com quem quiser. Isso não é mais problema meu. Eu vou apreciá-lo sozinha.
Minha Menstruação Expôs Tudo - Romance novels & stories
Washing Wheat
Na véspera da minha menstruação, encontrei uma anotação no celular do meu noivo. "A menstruação dela deve descer amanhã. Já deixei absorventes e analgésicos na bolsa." Sorri, emocionada com o cuidado dele. Mas, no dia seguinte, quando senti uma cólica forte e revirei minha bolsa com o rosto pálido, não encontrei nada. O sangue escuro atravessou minha calça, e os alunos apontaram para mim e riram. Pensei que ele tivesse apenas se esquecido. Até que a nova professora estagiária fez uma publicação no Instagram: "Mal comecei a trabalhar e já ganhei o melhor orientador do mundo! Ele até preparou absorventes e analgésicos para mim. Desta vez, nem senti cólica." Na foto, havia um comprimido de ibuprofeno, absorventes e um chá de camomila com mel. O remédio era o mesmo que eu sempre mantinha em casa por causa das cólicas. Os absorventes eram da única marca que não me causava alergia. Desliguei o celular e fiquei um bom tempo encarando o anel no meu dedo. Depois, me levantei e fui até a sala da diretora me candidatar a uma vaga em um programa de intercâmbio docente no exterior. Depois de sete anos, ele ainda não se lembrava da data da minha menstruação. Agora, também não precisaria mais se lembrar.
Entre a Vida e a Morte, Ele Consolava Sua Primeira Paixão - Romance novels & stories
Soninho
A ex-namorada claustrofóbica de Mateus Souza bloqueou meu carro à beira do penhasco, na Estrada Alto da Serra. A cento e sessenta quilômetros por hora, bateu no meu carro doze vezes. Quando Mateus chegou, acompanhando a viatura da polícia, os bombeiros estavam me retirando à força do banco do motorista, já completamente deformado. Ele, porém, foi direto ao carro esportivo de edição limitada, que tinha apenas alguns arranhões na pintura, e abraçou Beatriz Martins, que tremia dos pés à cabeça. — Sr. Mateus, a Srta. Sabrina está com um ferimento na testa e sangrando. Precisamos levá-la imediatamente ao hospital para sutura. Mateus ergueu a mão, impedindo a passagem da maca de que me carregava, lançou um olhar rápido para minha testa ensanguentada e para os hematomas no meu braço: — É apenas um ferimento leve. Beatriz sofre de claustrofobia; aqui, neste lugar isolado, a situação dela é mais urgente. Levem-na primeiro ao hospital. No momento em que fui abandonada, reuni minhas últimas forças e me agarrei, em desespero, à barra da calça dele. Com o cenho franzido, ele abriu meus dedos um a um: — Beatriz não fez por mal, foi apenas uma crise. Você é advogada, deve entender o que é força maior. Pare de criar problemas. — Em seguida, pegou um acordo de conciliação das mãos do assistente, segurou meu pulso já sem forças e pressionou minha digital no papel. — Há mais veículos de resgate a caminho. Aguente mais um pouco.
Quando as Desculpas Acabam - Romance novels & stories
Yogurt Monster
No meu aniversário, meu marido, Adrian Grant, apareceu de repente com minha irmã adotiva mais nova, Bella Reed, e a filha dela, Tia Reed. Quando chegou a hora de sair, ele bem naturalmente acomodou Bella no banco do passageiro da frente. Depois se virou para mim e disse calmamente: — A Tia enjoa fácil no carro. O banco de trás está cheio de coisas. Já que você não enjoa, vá de ônibus. Nossos amigos imediatamente começaram a concordar, um após o outro: — Você é a irmã mais velha. Cuidar da sua sobrinha é o mínimo. Quatro carros estavam saindo, mas não sobrou um único assento para mim, a suposta protagonista do dia. Sentei no ônibus, engolindo minha mágoa, e vi Adrian e Bella interagindo de forma ambígua no grupo de mensagens. Eles até falavam sobre assuntos dos quais eu não sabia absolutamente nada. Quando abri o vídeo que tinham acabado de enviar, não restava nada na mesa preparada para mim além de sobras. Adrian ainda pegou o bolo de aniversário que eu havia preparado com tanto cuidado e tratou como se fosse apenas uma sobremesa qualquer, dando colheradas na boca de Bella e da filha dela. Alguém finalmente não aguentou e perguntou se aquilo era apropriado. Adrian, que limpava cuidadosamente a boca de Bella, sequer levantou os olhos. — Somos todos família. A Julia não vai ficar brava. Naquele momento, meu casamento de sete anos tinha chegado ao seu fim.
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