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Apocalipse de Calor: Sobrevivi com Meu Marido Bestial

Apocalipse de Calor: Sobrevivi com Meu Marido Bestial

Na vida passada, minha irmã Ursula e eu salvamos dois ovos. Do ovo de Ursula nasceu Gélido, enquanto do meu ovo nasceu Flamejante. Ursula tomou de mim Flamejante que eu havia chocado, mas jamais esperava que o mundo fosse sucumbir ao apocalipse das altas temperaturas. Ursula morreu queimada pelo calor. Antes de morrer, ela instigou meu marido Gélido a me estrangular até a morte. Jamais imaginei que renasceríamos justamente no dia em que os dois ovos chocaram. Desta vez, Ursula ficou com Gélido. Ela acreditava que, tendo Gélido, conseguiria atravessar o apocalipse de calor sem dificuldades. Mas o que ela não sabia era que, para manter o poder extraordinário, Gélido precisava alimentar-se diariamente de sangue fresco.
Short Story · Fantasia
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Sobrevivir al apocalipsis con mi esposo bestia

Sobrevivir al apocalipsis con mi esposo bestia

En mi vida pasada, mi hermana Marina y yo dimos con dos huevos misteriosos y los pusimos a salvo. Del suyo nació una serpiente de hielo, y del mío un fénix envuelto en llamas. Marina me arrebató el fénix que yo había criado con tanto cariño, pero nunca pensó que acabaríamos viviendo un apocalipsis de calor extremo. Ella se murió asfixiada por el calor y, en su último aliento, logró persuadir a Iván, mi esposo —la serpiente de hielo— para que me estrangulara. Pero nadie imaginó que volveríamos al mismo día en que esos dos huevos empezaban a romperse. Esta vez, Marina se quedó con Iván. Creía que, con él a su lado, podría salir adelante sin problema en ese infierno de calor, confiando en su poder helado. Pero lo que no sabía era que, para mantener su fuerza, esa serpiente necesitaba alimentarse de sangre fresca todos los días.
Short Story · Fantasía
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L’immortelle serpentine : Les Liens du Destin

L’immortelle serpentine : Les Liens du Destin

Après la Grande Guerre entre les Humains et les Bêtes, un accord était conclu : le monde serait désormais gouverné par les Hommes-Bêtes. Tous les cent ans, une union sacrée était scellée entre les deux races, et celui ou celle qui donnerait naissance en premier à un enfant hybride deviendrait le dirigeant de la prochaine génération. Dans ma vie antérieure, j'avais choisi d'épouser Jordan Malet, le fils aîné du Clan des Loups, réputé pour sa passion fidèle. Je lui avais donné un Homme-Bête au sang sacré de loup blanc. Notre enfant était devenu le successeur désigné de l'Alliance Humano-Bestiale, et Jordan avait logiquement acquis un pouvoir absolu. Ma sœur Denise Vasseur, elle, séduite par la beauté des Renards, avait épousé l'aîné du Clan des Renards. Mais ce dernier, au cœur volage et à la vie dissolue, lui avait transmis une maladie et l'avait rendue stérile. Dévorée par la jalousie, Denise avait mis le feu à notre demeure et nous avait brûlés vifs, moi et mon jeune fils… Quand j'ai rouvert les yeux, je me suis retrouvée le jour même de l'union entre Humains et Bêtes. Denise, plus rapide cette fois, s'était déjà glissée dans le lit de Jordan. Oui, elle aussi s'était visiblement réincarnée. Mais ce qu'elle ignorait, c'était que Jordan, derrière son apparente noblesse, cachait une nature brutale et violente. Il n'avait jamais été, et ne serait jamais, un bon partenaire !
Short Story · Imagination
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Esposa no Vapor: A Verdade que Ele Quis Esconder

Esposa no Vapor: A Verdade que Ele Quis Esconder

A queridinha de infância do meu marido, a doce e intocável Carla, sofreu queimaduras com água fervente. E, como castigo pelo que ele acreditava que eu tinha feito... Ele me trancou viva dentro de uma câmara de vapor, pequena demais pra eu sequer me mexer. Aumentou o fogo ao máximo. — A dor que a Carla sentiu, você vai sentir mil vezes pior! — Ele gritou, com os olhos cheios de ódio. Presa naquele espaço sufocante, o ar ficou pesado, quase impossível de respirar. O calor queimava por dentro, como se estivesse me cozinhando viva. Eu chorava, implorava por piedade: — Eu vou morrer! Por favor, me tira daqui! Mas ele... Ele apenas segurou Carla nos braços e saiu sem olhar pra trás. — Fica tranquila. Você não vai morrer... Mas só assim vai entender o que ela passou. Meus gritos de desespero ecoavam abafados dentro da câmara. A água borbulhava sob meus pés, lançando respingos ferventes contra minha pele. A dor era insuportável. Minha voz foi sumindo... Engolida pelo calor. Enquanto isso, ele curtia uma viagem internacional com Carla, sorrindo como se nada tivesse acontecido. Uma semana depois, ao voltar, lembrou de mim como quem se lembra de uma encomenda esquecida: — Aquela vagabunda já deve ter aprendido a lição. Podem soltá-la. O que ele não sabia... É que dentro daquela câmara abafada, onde a água já tinha secado e o vapor cessado, o que restava de mim... Já estava sendo devorado por vermes.
Short Story · Romance
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L'Indifférence, ce poison mortel

L'Indifférence, ce poison mortel

J'ai été infectée par l'aconit lunaire, une maladie chronique, et j'ai fait face à la mort. Mais le seul antidote, la Panacée rouge, a été acheté par mon compagnon Léo et offert à ma demi-sœur Jeanne, simplement parce qu'il pensait que je faisais semblant d'être malade. J'ai abandonné le traitement conservateur et avalé des analgésiques puissants. Le prix à payer : ils me tueraient en trois jours, en faisant atrophier mes organes. Durant ces trois jours, j'ai tout abandonné : Quand j'ai offert ma filature, bâtie de mes propres mains, à Jeanne, mes parents m'ont félicitée : « Enfin, Viviane sait aimer sa sœur. » Quand j'ai proposé à Léo de rompre notre lien, il a souri : « Tu deviens enfin compréhensive. » Quand j'ai ordonné à mon fils d'appeler Jeanne « Maman », le petit a ri : « Jeanne est la plus gentille du monde ! » Lorsque j'ai transféré toutes mes économies à Jeanne, personne n'a perçu l'anormalité. Ils ont simplement hoché la tête, satisfaits : « Viviane n'est plus aussi mauvaise qu'avant. » Mais après ma mort, regretteraient-ils leurs actions ?
Short Story · Loup-garou
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A Troca Com a Deusa da Lua

A Troca Com a Deusa da Lua

Para salvar os três homens mais importantes da minha vida, fiz um acordo com a Deusa da Lua. Trocar minha vida pela deles. Se eu pudesse fazer qualquer um deles me amar de verdade em cinco anos, eu teria o direito de viver. Mas no último dia da contagem regressiva, todos os três ainda tinham sentimentos negativos por mim. De acordo com as regras, eu havia falhado. Minha vida estava prestes a ser apagada. — Deusa da Lua, eu poderia enviar uma última mensagem? Uma tentativa final? Talvez por pena, ela me concedeu esta última chance. Esta mensagem era meu tiro final. Eu apertei o botão de voz em nosso bate-papo em grupo, lutando para manter minha voz firme. — Vocês poderiam me amar só um pouquinho? Eu realmente vou morrer. Após um momento de silêncio, veio o riso impiedoso deles. — Você fará qualquer coisa para competir com Lidia por atenção, não fará? — Pare com as mentiras. Isso só faz com que te odiemos mais. — Se você está tão desesperada para morrer, então faça isso de uma vez. Missão falhada. Eu lhes dei exatamente o que queriam. Mas quando eu estava prestes a morrer, todos eles surtaram.
Short Story · Lobisomen
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Manual de Sobrevivência da Contadora 'Robô'

Manual de Sobrevivência da Contadora 'Robô'

Na cabine do banheiro da empresa, ouvi alguém falando mal de mim. A estagiária que eu treinei pessoalmente por três meses reclamava: — Ela é uma bruxa velha e insensível, como um robô que não sabe pensar. Quando eu estava prestes a abrir a porta para interromper, outra pessoa concordou rindo. — Os documentos estão incompletos. — Os recibos não estão em conformidade. — O chefe não assinou, não posso pagar. — As frases de sempre dela, já sabemos todas de cor! Depois que todas foram embora, voltei silenciosamente para o meu escritório. A estagiária jogou uma pilha grossa de pedidos de reembolso na minha mesa: — Não venha com um monte de desculpas de novo para não reembolsar o pessoal de propósito. Dei uma olhada na nota fiscal falsificada, mas não a desmascarei como costumava fazer. Desta vez, eu sorri levemente: — Estou com dor de cabeça, não consigo enxergar as letras direito.
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Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Depois de ser empurrada escada abaixo pela queridinha do meu marido, morri de parto no canto da escada do hospital particular da família Moreira. Antes de morrer, meu filho de seis anos chorou, implorando para que seu pai me salvasse. Na primeira vez, Davi Moreira apenas riu com desprezo: — Sua mãe ficou esperta, hein? Usando a criança para bancar a coitadinha e me enganar. E, dito isso, afastou a mão do menino sem nenhuma piedade e foi embora. Na segunda vez, meu filho disse que eu não parava de sangrar. Davi respondeu com impaciência no rosto: — Que exagero... Foi só um aborto espontâneo. Nada demais. Ela que gosta de drama! Depois de expulsar o menino, ele ainda ordenou aos médicos que nnguém deve cuidar de mim. — A culpa é minha por tê-la mimado demais. Sem sofrer, ela nunca vai aprender. Na última vez, meu filho se ajoelhou diante da amante dele, batendo a cabeça no chão, suplicando por mim. Davi explodiu de raiva e mandou os seguranças jogarem o menino, todo machucado, para fora do quarto, enquanto todos riam dele. — Se ousar incomodar a recuperação da Marina mais uma vez, mando sua mãe embora da família Moreira e você nunca mais vai vê-la! Meu filho rastejou até mim, deixando um rastro de sangue no chão. Dessa vez, você conseguiu. Nossos corpos estão frios. Nunca mais nos verá nesta vida.
Short Story · Romance
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Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Grávida de nove meses, vi a amada do meu marido se mudar para a nossa casa com uma desculpa qualquer. Ela fingia sofrimento sempre que me via, e ele me acusava de exibir a barriga só para provocá-la. — A Rafa já sofre demais! E você ainda exibe essa barriga enorme só pra machucar! Só vai aprender se eu te der uma lição. — Rosnou ele, com frieza. Sem hesitar, mandou me trancar no sótão e proibiu qualquer um de me trazer comida. Supliquei, dizendo que os gêmeos estavam grandes, que o médico havia pedido minha internação urgente, pois o parto podia acontecer a qualquer momento. Mas ele apenas riu como se eu estivesse contando alguma piada tola. — Ainda faltam três dias pro parto. Não inventa desculpa para escapar! Vai pro sótão pensar bem no que você fez! Isso é o mínimo, depois do que fez com a Rafa! — Ele insistiu, ignorando completamente a minha dor. No sótão escuro, gritei até minhas unhas se quebrarem na porta. No silêncio sufocante, as contrações rasgavam meu corpo, cada onda de dor parecia não ter fim. Coberta de sangue, exausta e ainda presa, percebi que meu filho não sobreviveria. Três dias depois, enquanto tentava tomar um mingau, meu marido, já incomodado, comentou com desprezo: — Manda a Joyce descer para me preparar o mingau, e depois vá pedir desculpas à Rafa. Se ela pedir de um jeito decente, pode até levar ela pro hospital na hora de parir. Mas ninguém respondeu, pois o sangue já escorria do sótão, degrau por degrau, inundando a casa num silêncio mais aterrador que qualquer grito.
Short Story · Romance
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Noiva Substituída: Meu Noivo Casou com Minha Irmã

Noiva Substituída: Meu Noivo Casou com Minha Irmã

No dia do meu casamento, meus pais chegaram em casa com o meu noivo e uma decisão que partiu meu mundo ao meio: a noiva seria outra. — Sua irmã está morrendo. O último desejo dela é se casar com Otávio. — Disseram, com a voz firme de quem já decidiu. — Você é a irmã mais nova. Seja generosa. Faça esse sacrifício por ela. Otávio, o homem que eu amava, olhou nos meus olhos e disse com uma calma gelada: — É só um casamento simbólico. Quando ela partir, nós oficializamos o nosso. Eu disse não. E por isso, me prenderam. Com cordas e promessas vazias. — Depois da cerimônia, vamos te soltar. — Garantiram. Mas a cerimônia aconteceu. E, enquanto eles celebravam o que chamaram de amor, um estranho entrou pela porta da frente. E me matou. Sem piedade. Quando finalmente lembraram de mim, encontraram apenas o silêncio da casa e o meu corpo, já sem vida, tomado pelo tempo.
Short Story · Romance
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