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O Inverno Que Já Não Traz Geada

O Inverno Que Já Não Traz Geada

Meu pai nos levou ao mercado negro para escolher um par de gêmeos como nossos guarda-costas. Minha mana escolheu primeiro o irmão mais velho, alto e forte, e me deixou com o caçula, o "mudo" que mal respirava. Com pena dele, acabei deixando que ficasse ao meu lado. Ele não falava, então eu o levava para procurar médicos e remédios. Ele tinha uma mania séria de limpeza, então eu mantinha distância. Eu achava que ele só tinha passado por algum trauma para ficar daquele jeito. Até que os inimigos do meu pai sequestraram a mim e à minha mana. E ele me largou para trás, escolhendo sem hesitar morrer bloqueando a bala pela minha mana. Antes de morrer, ele falou pela primeira vez, com os olhos vermelhos, olhando para ela: — Finalmente você pode me ver. E, para mim, ele disse: — Na próxima vida... por favor, não me escolha. Só então percebi que ele não era mudo, nem tinha mania de limpeza. Esse "mudo" e essa "mania" eram só para mim e mais ninguém. Quando abri os olhos de novo, voltei ao dia em que fomos escolher os guarda-costas. Desta vez, fiz exatamente como ele queria.
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Deixei o Homem que Morreu por Mim

Deixei o Homem que Morreu por Mim

Desde a morte do primeiro amor de Luís Almeida, ele passou a me odiar por dez anos. Tentei agradá-lo de todas as formas, mas ele apenas zombava friamente: — Se você realmente quer me agradar, então morra. Aquilo doeu profundamente. Mas, quando um caminhão avançou na minha direção, foi ele quem se jogou na frente... e morreu sobre uma poça de sangue para me salvar. Antes de fechar os olhos, ele me lançou um olhar profundo e murmurou: — Teria sido melhor... se eu nunca tivesse te conhecido. No funeral, minha sogra estava inconsolável: — Eu devia ter deixado o Luís ficar com a Gabriela Nunes. Nunca deveria ter forçado esse casamento! Meu sogro me culpava com raiva: — O meu finho salvou sua vida três vezes! Um homem como ele... Por que não foi você quem morreu no lugar dele? Todos lamentavam o fato de ele ter se casado comigo. Até eu me arrependia. Fui expulsa do funeral, completamente atordoada. Três anos depois, uma máquina do tempo surgiu do nada — e eu voltei ao passado. Desta vez, escolhi cortar todos os laços com Luís... e realizar o desejo de todos.
Short Story · Romance
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Após o Aborto, Recebi o Amor Tardio do Meu Marido

Após o Aborto, Recebi o Amor Tardio do Meu Marido

Quando eu estava grávida de seis meses, minha irmã sofreu um acidente de carro e precisava urgentemente de uma transfusão de sangue. Após os testes, ficou claro que apenas o meu tipo sanguíneo era compatível. Mas eu já estava exausta por conta dos enjoos da gravidez. Fraca e abatida, recusei doar sangue. Minha família, no entanto, me arrastou à força para a sala de transfusão. Carregando uma barriga pesada, sem forças para resistir, só me restou pedir ajuda ao meu marido. Para minha surpresa, ele apenas me olhou friamente e disse: — Você está saudável, doar um pouco de sangue não vai te matar. Yona, por outro lado, tem um futuro brilhante e não pode atrapalhá-la. Depois do procedimento, desmaiei na sala de transfusão. Quando acordei, a primeira coisa que fiz foi marcar uma consulta para o aborto.
Short Story · Romance
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Me Casei com o Padrinho no Meu Casamento

Me Casei com o Padrinho no Meu Casamento

No dia do casamento, Afonso entrou tarde no salão, de braço dado com sua primeira paixão, vestindo o traje de padrinho. O terno do noivo? Jogado de qualquer jeito no sofá, num claro sinal de desordem. — Afonso, hoje não é o nosso casamento... — Júlia. — Ele interrompeu, com uma voz fria, cheia de aviso enquanto olhava para mim firme. — Você sabe muito bem o que pode e o que não pode dizer. Seja madura, não me faça te odiar. Só pude soltar um sorriso amargo. Tudo isso aconteceu porque a primeira paixão de Afonso perdeu a memória. Desde então, todos ao redor entraram nesse teatro coletivo para ajudá-la a recuperar as lembranças. Ninguém podia permitir que ela se sentisse perturbada. Para manter a paz, Afonso até tentou me consolar, aproximando-se para um abraço e murmurando ao meu ouvido: — Juju, você entende meu lado, certo? Acenei em silêncio, e fui capaz de me desprender de tudo ao segurar a mão do verdadeiro padrinho e seguir de cabeça erguida rumo ao altar. No entanto, mais tarde, enquanto eu, grávida, fazia compras no shopping, Afonso apareceu diante de mim, com os olhos cheios de lágrimas. — Juju, não estávamos apenas atuando todo esse tempo? Como você pôde engravidar?
Short Story · Romance
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O Segredo da Meia Noite do Meu Alfa

O Segredo da Meia Noite do Meu Alfa

Meu marido Alfa, Ryder, sempre detestou o som de um filhote a chorar. Mas, recentemente, ele começou a cuidar do filhote recém-nascido da minha irmã adotiva, ficando ao lado dele no berçário todas as noites até o amanhecer. Toda vez que Ryder saía do nosso quarto para o berçário, uma dor forte e inexplicável perfurava meu peito. Essa agonia durava a noite inteira, até o amanhecer, quando ele voltava. Eu finalmente tinha chegado ao meu limite. No Festival da Lua Cheia, anunciei na frente de toda a alcateia que estava rejeitando nosso Laço de Companheiro. A conexão mental da alcateia explodiu em sussurros de que a batalha havia danificado minha mente. Uma luz dourada acendeu nos olhos de Ryder enquanto ele me encarava, descrente. — Por eu estar ocupado demais para verificar se você estava bem quando se feriu, você está rejeitando nosso laço por causa de um filhote de seis meses? Eu não o encarei. Em vez disso, meu olhar se demorou na leve marca de batom borrada dentro da gola dele. Minha voz tremeu, mas não vacilou. — Já que você ama tanto o filhote dela, assim que nosso laço for rompido, você poderá ser abertamente o pai.
Short Story · Lobisomen
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Doutor, o Cachorro Vale Mais Que Sua Esposa?

Doutor, o Cachorro Vale Mais Que Sua Esposa?

Me casei com Sérgio, o filho mais velho da família Lima, um renomado obstetra. Minha melhor amiga, Vanessa, se casou com Valentino, o filho mais novo, que era presidente de uma grande farmacêutica. No meu aniversário, a amada do meu marido me mandou um gato morto, me causando um choque que desencadeou um parto prematuro. Vanessa me levou ao hospital, onde sofri uma embolia amniótica. Nenhum médico sabia o que fazer, e quando pedi ajuda ao Sérgio, ele respondeu com desprezo: — Só porque faltei no seu aniversário, já vem se fazer de vítima e inventar mentira? O cachorro da Alícia vai parir, preciso estar presente e não tenho tempo para drama! Vanessa me operou e salvou minha vida, mas meu filho foi para a UTI. Ela ligou para Valentino pedindo um remédio especial, e ele respondeu: — O cachorro da Alícia tá mal depois do parto, estou aqui fazendo caldo para ele. Sério, vocês duas são iguais e sempre arrumaram confusão. Acham que só existo para lidar com crise de ciúmes. No fim, meu filho morreu. E com ele, toda a minha esperança. — Vanessa, decidi que quero me divorciar. — Se você vai terminar, eu também vou. Homem que não presta não merece esposa! Quando finalmente falamos do divórcio para Sérgio e Valentino, eles entraram em pânico.
Short Story · Romance
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Casei com o CEO Estéril, e Meu Ex Pirou

Casei com o CEO Estéril, e Meu Ex Pirou

Depois que minha irmã perdeu a lucidez, o noivado com a influente família Montelo caiu sobre mim. Acreditei que era um presente do destino: finalmente me casaria com Francisco, o garoto que meu coração amou desde sempre. Mas na noite de núpcias, fui deixada sozinha e virei motivo de riso em toda Cidade Antoril. Pior ainda: ao descobrir um segredo cruel da minha irmã, ela me matou. Jogou meu corpo como lixo, como se eu nunca tivesse existido. Mas o tempo, às vezes, nos dá uma segunda chance. Acordei no dia em que os destinos foram trocados. Francisco estava lá, ajoelhado diante da minha irmã confusa, beijando-lhe os dedos com devoção: — Bian, não importa como você esteja, você sempre será o amor da minha vida. Dessa vez, não hesitei. Virei as costas e aceitei o pedido de casamento de Leonardo Zuanetti — o CEO frio, inalcançável… e estéril. Mas Francisco enlouqueceu. Implorou para que eu voltasse. Tarde demais.
Short Story · Romance
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A Filha Que Eles Gostariam Que Nunca Tivesse Nascido

A Filha Que Eles Gostariam Que Nunca Tivesse Nascido

Antes de completar dezoito anos, eu era a adorada princesa da família Moretti. Tudo mudou no meu décimo oitavo aniversário, quando meu pai trouxe para casa uma garota órfã chamada Carina. — Ela precisa de um lar. — Disse meu pai. — Você cuidará dela, como uma irmã. A partir daquele momento, nada foi igual. Meu irmão, que antes me adorava, tornou-se frio e distante. E meu noivo... o amor dele por mim parecia se reduzir pela metade da noite para o dia. A família elogiava Carina por ser dócil e obediente, chamando-a de uma filha muito melhor do que eu, sua própria carne e sangue. Depois de muito ser deixada de lado por Carina, finalmente desabei e segurei a manga do meu pai. — O sangue não significa nada? — Perguntei. A fúria do meu pai se acendeu. Ele abrigou Carina em lágrimas atrás dele, e diante de toda a família, deu-me um tapa no rosto. — Seu desperdício egoísta. Eu devia nunca ter tido você. — Você traz vergonha a esta família. — A voz do meu irmão Marco soou fria como uma lâmina. — Saia. E meu noivo, Vincent, olhou para mim com desapontamento: — Se ao menos eu estivesse noivo da Carina desde o início. Eles achavam que eu me curvaria aos pés deles, como sempre fizera. Mas não disse uma palavra; apenas fui até o cofre da família, retirei os documentos oficiais e risquei meu nome com um único traço. Tirei o anel de noivado do dedo e o coloquei sobre a mesa. Dei a Carina tudo aquilo que eles achavam que eu não merecia. Afinal, eu tinha apenas mais vinte e quatro horas de vida. Mas eles não faziam ideia, naquele momento, de que — em meio às ruínas da família Moretti — um dia se ajoelhariam na chuva implorando pelo meu retorno.
Short Story · Máfia
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A Todos, Meu Adeus

A Todos, Meu Adeus

Era meu aniversário. Eu achei que ele fosse me levar à praia para ver os fogos de artifício, mas ele levou outra mulher e a filha dela. — A Bruna tem uma filha, não é fácil para ela. Seja compreensível. Ela não conhece o caminho e tem muita bagagem. Vou levá-las ao hotel primeiro. — Ele falou isso com a maior leveza, como se estivesse explicando algo trivial. Era justamente essa leveza que fazia até mesmo a minha raiva parecer exagerada. Ele colocou as duas no carro, colocou pessoalmente o cinto de segurança da criança e, sorrindo para mim, disse: — Eu já volto, não fica imaginando coisa. Fiquei parada à beira da estrada, vendo eles partirem como se fossem uma família de verdade. A noite caiu, e a brisa do mar estava gelada. Eu ainda estava esperando, até que um vídeo da Bruna apareceu na minha tela. Ele estava abraçando a filha dela, na praia, assistindo à queima de fogos. Aquela cena era a surpresa que eu mesma tinha preparado para o meu aniversário. Nos comentários, só tinha: [São perfeitos juntos, uma família tão feliz] Alguém perguntou por que ele não tinha ido me buscar. Ele sorriu e respondeu: [A Camila tem bom temperamento, ela não vai se irritar] Naquele instante, meu bolo virou uma poça de glacê derretido. No fundo, ele nunca foi verdadeiramente cruel, ele só me tinha por garantida, como se eu o fosse esperar para sempre. Mas ser ignorada com delicadeza por tanto tempo esfriou meu coração. As ondas quebravam na costa, uma após a outra, e com elas se quebravam também as minhas últimas ilusões. Desta vez, eu não vou mais esperar ele voltar.
Short Story · Romance
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Meu Amor, Teu Desdém.

Meu Amor, Teu Desdém.

— Malu, eu te amarei para sempre! — Eduardo rugiu em desespero com a voz carregada de desejo. No instante em que estavam prestes a alcançar o clímax, o celular dele começou a vibrar insistentemente. Em um momento como aquele, é claro que ele não deu importância. Mas logo a tela se acendeu e, no momento, que ele reconheceu o nome escrito na notificação, seus movimentos pararam de repente. Maria Luíza ouviu-o atender: — Alô? — Edu, você sabia que a Jordana... — No silêncio da noite, a voz do outro lado soou nítida. — Fale mais baixo, o momento não é conveniente. — Eduardo interrompeu em árabe, num tom contido. — O resultado dos exames saiu. — Do outro lado, a pessoa também passou a falar árabe, mas a voz continuava alta. — Jordana está com câncer terminal, e só tem um mês de vida! Ela quer ser sua esposa. Você pode realizar o último desejo dela antes que ela morra? — O quê? — O rosto de Eduardo mudou drasticamente. — Espera por mim! — Malu, surgiu uma urgência. — Ele se voltou para Maria após desligar o telefone. — Eu preciso sair um instante. Fique em casa descansando, eu volto logo. Sem esperar pela resposta dela, Eduardo levantou-se, lavou-se rapidamente, trocou de roupa e saiu sem olhar para trás. Logo em seguida, o celular de Maria vibrou. A tela iluminada mostrava a mensagem de Jordana Torres: [Maria, você perdeu. Eu já te disse antes que o Eduardo é meu.] E logo acima, tinha uma mensagem enviada por ela três dias antes: [Se eu tivesse câncer, você acha que Eduardo te deixaria para vir atrás de mim? Eu aposto que sim.] O olhar de Maria ergueu-se lentamente desviando a tela do celular até a porta do quarto, ainda aberta. Eduardo não sabia, mas ela já dominava o idioma árabe há tempos, e tinha entendido cada palavra daquela conversa. Depois de muito tempo em silêncio, um sorriso amargo se desenhou em seu rosto. — É... eu perdi...
Short Story · Romance
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