A Pele Que o CEO Não Esqueceu
Ela engoliu em seco, os ombros tensos, a postura rígida que sempre a definira agora vacilava, como se estivesse prestes a desmoronar.
O silêncio que se seguiu não era apenas desconfortável; era um grito mudo, uma confissão sem palavras. Luna tentou responder, mas as palavras se perderam antes de alcançarem seus lábios. ― Eu... eu... ― balbuciou, a voz trêmula, os olhos fugindo dos dele.
Naquele instante, quase imperceptível, algo se partiu. A máscara de controle absoluto que Luna sempre usara rachou, expondo uma vulnerabilidade que ela lutava desesperadamente para esconder.