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A Heroína Erótica Presa em um Jogo de Terror

A Heroína Erótica Presa em um Jogo de Terror

Eu sou a heroína de uma história erótica. Meu talento? Transformar qualquer coisa que seja escaldante ou gélida em algo intensamente provocante. No primeiro dia em que cheguei a um jogo de terror, o chefe mandou todos escolherem como queriam morrer. Eu sorri e respondi: — Quero falta de ar, pernas trêmulas, olhos vidrados… e um prazer tão intenso que me leve à morte. Chefe: — ???
Short Story · Fantasia
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A Míope se Mete num Jogo de Terror

A Míope se Mete num Jogo de Terror

Eu entrei num jogo de terror e, por causa da miopia pesada, não enxerguei nada direito. Acabei cuidando da menina sinistra de vestido ensanguentado como minha filha, tratando o Boss final como marido, e honrando as velhas entidades como meus pais. Na primeira vez que encontrei o Boss, agarrei os músculos do abdômen dele e suspirei: — Que corpo ótimo… Pena que só é meio baixinho. O Boss riu de raiva, encaixou a própria cabeça de volta no pescoço e rangeu os dentes: — Tenho 1,86m. Olha de novo agora.
Short Story · Fantasia
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A Secretária do Meu Marido Me Chamou de Amante

A Secretária do Meu Marido Me Chamou de Amante

No terceiro ano de casamento, finalmente engravidei. Carregando uma marmita, preparei-me para ir à empresa do meu marido e contar-lhe essa boa notícia. Mas acabei sendo confundida com uma amante pela secretária dele. Ela virou a marmita sobre minha cabeça, arrancou minhas roupas e, à força, me fez perder o bebê. — Uma empregada, ousando seduzir o Diretor Borges e ainda ficar grávida dele. — Hoje vou te mostrar o destino que espera o filho de uma amante. Depois, orgulhosa, foi contar vantagem ao meu marido: — Diretor Borges, resolvi o problema de uma empregada que queria te seduzir. Como pretende me recompensar?
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Quando A Esposa Secreta do Don Se Foi

Quando A Esposa Secreta do Don Se Foi

Eu era a Conselheira e a assassina mais habilidosa de Don Alexander, além de sua esposa secreta. Mesmo assim, após cinco anos de casamento, ele nunca permitiu que nosso filho o chamasse de pai. Ele dizia que as famílias inimigas estavam constantemente nos observando, e que nós éramos a sua única fraqueza, então aquilo era para nos proteger. Eu acreditava nele, por isso aceitava tudo em silêncio, ajudando a administrar todos os assuntos da Família. E foi assim até o dia em que Bella, o primeiro amor de Alexander, voltou e trouxe consigo um menino de cinco anos. Naquele dia, era aniversário do nosso filho, Leo, que esperava ansiosamente pela visita do pai, segurando um bolo quase derretido. Enquanto isso, Alexander havia reservado a Disneylândia inteira para se divertir com sua nova família. Foi então que eu perdi as esperanças e fiz uma ligação: — Me ajude a desaparecer e apagar todas as informações sobre mim e Leo. Então, quando eu finalmente desapareci, o poderoso Don Alexander enlouqueceu, procurando pelo mundo todo qualquer vestígio de mim e de Leo...
Short Story · Máfia
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Meu Marido Força Filho a Ajoelhar na Véspera

Meu Marido Força Filho a Ajoelhar na Véspera

Depois de ser usada como banco de sangue pela amante do meu marido, eu morri de doença em um apartamento alugado que ele, um bilionário, me ofereceu por caridade. Hoje era o terceiro dia desde a minha morte, e meu filho de seis anos finalmente percebeu que algo estava errado. Ele se cortou com um brinquedo, mas eu não o consolei. Ele abriu um biscoito e tentou colocá-lo em minha boca, mas eu não o impedi. Ele se deitou em meus braços, agarrando minhas roupas e sussurrando "mamãe", mas eu não respondi. Sem saber o que fazer, ele encontrou meu celular e ligou para o pai bilionário. — Papai, por que a mamãe ainda está dormindo? O homem respondeu enviando uma foto dele e de sua amante em uma farta ceia de Véspera de Natal, e disse com frieza: — Ela está apenas dormindo, não está morta. Hoje é Véspera de Natal, estou muito ocupado. Diga a essa sua mãe que só venha me procurar quando estiver disposta a admitir seu erro. A ligação foi encerrada, e Mateus ficou parado por um longo tempo. Ele pegou o último biscoito da casa que estava no lixo, partiu-o em dois e ofereceu um pedaço à minha boca. — Mamãe, vamos comer também.
Short Story · Romance
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Retorno à Noite Trágica: A Luta pela Verdade

Retorno à Noite Trágica: A Luta pela Verdade

Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava. Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada. Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível. Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim. Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado. Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão. Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou. Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria. Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo. Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
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Contrato de Sangue: A Esposa Comprada do Don

Contrato de Sangue: A Esposa Comprada do Don

No dia em que a glória da minha família virou ruína, fui eu quem arrancou meu pai da beira do prédio, antes que ele escolhesse a morte para fugir da própria culpa. À porta, os credores já esperavam. E minha mãe, consumida por um câncer de pulmão em estágio terminal, havia se tornado moeda de ameaça. Eu tinha apenas três dias para pagar os cinco milhões que meu pai perdera no jogo. Foi então que aceitei me casar com Don Lorenzo Vittorio. Mas impus uma condição: eu queria cinco milhões de dólares. Do outro lado da linha, Lorenzo permaneceu em silêncio por três segundos. Depois, soltou uma risada baixa. — Fechado. Lorenzo Vittorio, herdeiro da família Vittorio, já havia sido aliado do meu pai. Também foi o homem que eu amei por três anos. E eu, ingênua o bastante, acreditei que ele compreenderia o peso do meu sacrifício. Acreditei errado. Menos de seis meses depois do casamento, ele levou uma mulher chamada Ana para dentro da nossa casa. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, um acordo pré-nupcial foi atirado na minha cara. — Não se esqueça do seu lugar. Você não vendeu a própria vida por cinco milhões? — Esse valor já basta para comprar a sua obediência pelo resto da vida. Fechei os punhos até sentir as unhas rasgando a própria pele, sem forças para responder. Até o dia em que minha mãe teve uma crise, e ainda faltavam quinhentos dólares para pagar os remédios no hospital. Quando liguei para Lorenzo, a voz dele veio fria, cruel: — Virou vício bancar a interesseira? Naquele mesmo instante, ele gastou cinquenta milhões de dólares em um colar para Ana, comemorando o fato de ela ter se entregado a ele. Quando a enfermeira abriu a porta pela terceira vez para cobrar o pagamento, eu apenas curvei os lábios num sorriso vazio... e aceitei a proposta de Ana. Entrei ao vivo. E, diante de todos, declarei que nunca amei Lorenzo Vittorio. Um casamento comprado por cinco milhões também merece um fim. Nossa dívida está paga. E o nosso fim finalmente havia chegado.
Short Story · Máfia
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A Estagiária me Acusou de Roubo, Então eu Levei Tudo

A Estagiária me Acusou de Roubo, Então eu Levei Tudo

Por três anos, usei as conexões da minha família para trazer centenas de milhões em receita para a empresa. Mas na reunião trimestral, a nova estagiária se levantou diante de todos, exibindo meus relatórios de presença e de despesas, e me acusou de "faltas injustificadas" e de "esbanjar fundos da empresa". — Esses clubes de luxo, esses restaurantes... — declarou ela, com a voz carregada de superioridade. — Ela gasta milhares de dólares todas as vezes! São despesas completamente desnecessárias. Recomendo fortemente que o CEO a demita imediatamente para preservar o caixa da empresa. Olhei para Claude, o CEO. Meu antigo colega de classe. Ele sabia exatamente quanta receita cada uma daquelas reuniões gerava. Ele também sabia que, quando eu não estava no escritório, estava em algum bar, negociando com investidores, às vezes bebendo até meu estômago revirar. Mas ele apenas me encarou friamente. — Caroline, qual é a sua explicação para as ausências e despesas que Lia apresentou? Eu sorri. — Não tenho nada a explicar. Todos eles aprenderiam, muito em breve, as consequências dessa pequena encenação.
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O Alfa Escolheu O Bastardo, Eu Escolhi A Vingança

O Alfa Escolheu O Bastardo, Eu Escolhi A Vingança

Meu filho de três anos, Ethan, se perdeu e acabou no território dos renegados, onde foi brutalmente assassinado. Quando fiquei sabendo disso, eu simplesmente desmaiei. Quando acordei, meu companheiro Alfa, Alexander, segurava minha mão com força. A voz dele estava rouca de tanto chorar. — Ivy, eu juro que vou vingar o Ethan. Vou dilacerar esses malditos renegados com minhas próprias garras. Mas apenas três dias depois, durante o funeral, eu ouvi uma conversa entre Alexander e o seu Beta, Marcus. — Alfa, eu não entendo — Marcus parecia confuso — Por que você não deixou o médico da alcateia salvar o Ethan? Ele só estava muito machucado, mas se tivéssemos agido a tempo... — Foi o Lucas. Ele empurrou o Ethan sem querer no território dos renegados — a voz de Alexander estava carregada de dor — mas ele é só uma criança que não conhece os limites do território. Ele não fez de propósito. — Se eu tivesse deixado o médico cuidar do Ethan, o menino teria contado a verdade a todos. Sophia acabaria presa e o Conselho condenaria Lucas à morte. Eu não podia deixar isso acontecer. — Alexander completou. — Mas e o herdeiro da alcateia? — Marcus perguntou, apreensivo. — Não faz diferença — a voz de Alexander voltou a uma calma assustadora — Assim que Ivy se acalmar, eu vou trazer o Lucas de volta. Nós vamos dizer que ele é um órfão adotado e o próximo Alfa será criado pela própria Ivy. Então, a pessoa que matou o meu filho era o filho ilegítimo dele com a amante. Meu filho poderia ter sido salvo, mas Alexander preferiu sacrificar o meu Ethan por causa desse bastardo. Disquei um número que não ligava há cinco anos. — Papai, sou eu. A Ivy. — Mudei de ideia — disse, com a voz soando fria e firme. — Vou voltar para herdar a Alcateia Real. — E quanto à Alcateia Pedra da Lua? — Eu quero que a Pedra da Lua seja apagada da existência.
Short Story · Lobisomen
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Esposa no Vapor: A Verdade que Ele Quis Esconder

Esposa no Vapor: A Verdade que Ele Quis Esconder

A queridinha de infância do meu marido, a doce e intocável Carla, sofreu queimaduras com água fervente. E, como castigo pelo que ele acreditava que eu tinha feito... Ele me trancou viva dentro de uma câmara de vapor, pequena demais pra eu sequer me mexer. Aumentou o fogo ao máximo. — A dor que a Carla sentiu, você vai sentir mil vezes pior! — Ele gritou, com os olhos cheios de ódio. Presa naquele espaço sufocante, o ar ficou pesado, quase impossível de respirar. O calor queimava por dentro, como se estivesse me cozinhando viva. Eu chorava, implorava por piedade: — Eu vou morrer! Por favor, me tira daqui! Mas ele... Ele apenas segurou Carla nos braços e saiu sem olhar pra trás. — Fica tranquila. Você não vai morrer... Mas só assim vai entender o que ela passou. Meus gritos de desespero ecoavam abafados dentro da câmara. A água borbulhava sob meus pés, lançando respingos ferventes contra minha pele. A dor era insuportável. Minha voz foi sumindo... Engolida pelo calor. Enquanto isso, ele curtia uma viagem internacional com Carla, sorrindo como se nada tivesse acontecido. Uma semana depois, ao voltar, lembrou de mim como quem se lembra de uma encomenda esquecida: — Aquela vagabunda já deve ter aprendido a lição. Podem soltá-la. O que ele não sabia... É que dentro daquela câmara abafada, onde a água já tinha secado e o vapor cessado, o que restava de mim... Já estava sendo devorado por vermes.
Short Story · Romance
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