Filter By
Updating status
AllOngoingCompleted
Sort By
AllPopularRecommendationRatesUpdated
Me Casei com o Padrinho no Meu Casamento

Me Casei com o Padrinho no Meu Casamento

No dia do casamento, Afonso entrou tarde no salão, de braço dado com sua primeira paixão, vestindo o traje de padrinho. O terno do noivo? Jogado de qualquer jeito no sofá, num claro sinal de desordem. — Afonso, hoje não é o nosso casamento... — Júlia. — Ele interrompeu, com uma voz fria, cheia de aviso enquanto olhava para mim firme. — Você sabe muito bem o que pode e o que não pode dizer. Seja madura, não me faça te odiar. Só pude soltar um sorriso amargo. Tudo isso aconteceu porque a primeira paixão de Afonso perdeu a memória. Desde então, todos ao redor entraram nesse teatro coletivo para ajudá-la a recuperar as lembranças. Ninguém podia permitir que ela se sentisse perturbada. Para manter a paz, Afonso até tentou me consolar, aproximando-se para um abraço e murmurando ao meu ouvido: — Juju, você entende meu lado, certo? Acenei em silêncio, e fui capaz de me desprender de tudo ao segurar a mão do verdadeiro padrinho e seguir de cabeça erguida rumo ao altar. No entanto, mais tarde, enquanto eu, grávida, fazia compras no shopping, Afonso apareceu diante de mim, com os olhos cheios de lágrimas. — Juju, não estávamos apenas atuando todo esse tempo? Como você pôde engravidar?
Short Story · Romance
3.2K viewsCompleted
Read
Add to library
Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu

Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu

No momento do terremoto, meu marido, capitão da equipe de resgate, me deixou para trás e correu para salvar a mulher que amava, Luna Soares. Eu não o impedi. Apenas deixei que ele fosse. Tudo porque, na minha vida passada, diante da mesma escolha, ele me resgatou primeiro, eu, grávida de oito meses. E Luna, por causa do atraso no socorro, foi soterrada nos escombros durante uma réplica e morreu asfixiada. Mais tarde, no dia em que fui dar à luz, ele me levou até o túmulo dela. Assistiu friamente enquanto eu desabava no chão de tanta dor, implorando ajuda. — Talita, está doendo? A dor que a Luna sentiu debaixo dos escombros foi mil vezes pior! Olhei, incrédula, para o homem enlouquecido à minha frente. — No dia do terremoto você estava numa zona segura! Se não tivesse usado a gravidez como chantagem, Luna teria tido a chance de ser salva! — Todo o sofrimento da Luna… eu quero que você sinta com seu próprio corpo! Ele me forçou a ajoelhar e bater a cabeça diante da foto da Luna, enquanto o sangue escorria por entre minhas pernas. Acabei morrendo de hemorragia durante o parto. Quando abri os olhos novamente, era o mesmo dia do terremoto. Desta vez, nem eu nem meu filho vamos esperar por ele.
Read
Add to library
Na Véspera do Casamento, Decidi Fazer um Aborto

Na Véspera do Casamento, Decidi Fazer um Aborto

Na véspera do nosso casamento, Leonardo Silva foi brutalmente agredido em um incidente inesperado. Quando cheguei ao hospital, desesperada com a notícia, ele já não me reconhecia mais. Os médicos diagnosticaram uma amnésia temporária causada pelo trauma na cabeça. Então, fiz de tudo. Planejei roteiros. Refiz nossos passos. Levei-o aos lugares que guardavam nossas memórias. Tudo para reacender algo, qualquer coisa. Mas, numa das visitas ao hospital, durante uma simples consulta de retorno, ouvi por acaso uma conversa entre ele e os amigos: — A Sabrina se esforça tanto por você. Isso não te comove? — Perguntou um deles. — Comover? Dá até enjoo. — Respondeu Leonardo, rindo. — Ela só me leva nos mesmos lugares de sempre. Tudo sem graça. As novinhas, sim... Sabem inovar. — E por que ainda vai se casar com ela? Se fosse eu, eu já teria cancelado o noivado e ido aproveitar a vida. Leonardo explodiu: — Cala a boca! Como pode dizer isso? Eu amo a Sabi! Nunca romperia com ela! Eu vou me casar com ela! Só... Talvez com um pequeno adiamento. Naquele momento, olhando o relatório médico perfeitamente normal em minhas mãos, tudo fez sentido. Não há grito que desperte quem escolheu fechar os olhos.
Short Story · Romance
3.6K viewsCompleted
Read
Add to library
Veneno Silencioso

Veneno Silencioso

No quinto ano de casamento, Virgínia Prado reclamou que o suplemento de vitamina C que o marido havia comprado era amargo demais. Ela decidiu levar o frasco ao hospital. O médico, após examinar o conteúdo, ergueu os olhos e disse que aquilo não era vitamina C. — Doutor, pode repetir o que disse? — Perguntou Virgínia. — Repetir quantas vezes não vai mudar nada. — Respondeu o médico, apontando para o frasco. — Isto aqui é mifepristona. Se for ingerido em excesso, não só causa infertilidade, como também prejudica seriamente o corpo. Virgínia sentiu a garganta apertar, como se algo a estivesse sufocando. A mão dela que segurava o frasco ficou pálida de tanto que ela o apertava. — Isso é impossível. Foi o meu marido que preparou isso para mim. Ele se chama Marcus Mello. Ele também é médico aqui no hospital. O médico ergueu a cabeça e olhou para Virgínia com um olhar estranho, carregado de algo difícil de decifrar. Por fim, ele sorriu de forma enigmática e disse: — Senhora, é melhor você procurar o setor de psiquiatria. Todos aqui conhecem a esposa do Dr. Marcus. Há dois meses ela deu à luz. Não perca seu tempo, querida. Você não tem chance.
Short Story · Romance
11.5K viewsCompleted
Read
Add to library
Quando A Última Rejeição Se Transformou Em Apelo

Quando A Última Rejeição Se Transformou Em Apelo

Rocco Falcone, que é o Don da família Falcone e meu suposto marido, desliga na minha cara pelo que parece ser a 99ª vez. Tendo sido diagnosticada com leucemia, arrasto meu corpo devastado até o escritório do advogado da família. — Estou aqui para pedir o divórcio. — Eu disse. … Quando Rocco fica sabendo, ele invade o local com a minha família dez minutos depois. No momento em que entra, ele me dá um tapa. — Você usou a linha de emergência só para arruinar a grande noite da Sofia? Você perdeu a cabeça? Lily Marone, minha mãe, arranca o diagnóstico da minha mão e o folheia rapidamente. Ela ri de forma desdenhosa. — Você fingiu estar doente só para chamar atenção? Quantas mentiras você contou desde criança, Claire? Sofia Moretti segura o braço de Rocco com lágrimas nos olhos. — Me perdoe, Claire. Eu não deveria ter aceitado o cargo. Por favor, pare de se machucar e de machucar o Rocco. Eu limpo o sangue da boca e me viro de volta para o advogado. — Eu não tenho mais família. Por favor, agilize a papelada do divórcio. Preciso que tudo esteja resolvido antes da minha cremação em três dias.
Short Story · Máfia
4.3K viewsCompleted
Read
Add to library
99 Vezes de Coração Partido

99 Vezes de Coração Partido

Até que ponto meu marido já me amou um dia? Naquela época, para poder se casar comigo, ele me pediu em casamento noventa e nove vezes. Somente na centésima vez, fui finalmente tocada por sua tenacidade. Tornei-me a Sra. Menezes, invejada por todos em Cidade Solmar. No dia do nosso casamento, dei a ele noventa e nove cupons de perdão. Combinamos que, enquanto esses cupons de perdão não fossem todos usados, eu permaneceria sempre ao seu lado. Em cinco anos de casamento, cada vez que ele saía para encontrar seu antigo amor, um cupom de perdão era usado. Quando ele usou o 97º cupom, ele de repente percebeu que eu havia mudado. Eu não chorava mais, nem implorava para que ele ficasse. Só quando ele perdia a cabeça por sua secretária, encantadora e ingênua, eu perguntava baixinho: — Se você vai ficar com ela, posso usar um cupom de perdão? O homem hesitou por um momento, e uma rara brandura surgiu em seu coração: — Tudo bem, de qualquer forma, só usei uns sessenta e poucos. Pode usar se quiser. Eu assenti com um murmúrio e o deixei ir. Ele não sabia que aquele era o 97º cupom de perdão que usava. Restavam apenas dois dos nossos cupons de perdão.
Short Story · Romance
772 viewsCompleted
Read
Add to library
Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Depois de ser empurrada escada abaixo pela queridinha do meu marido, morri de parto no canto da escada do hospital particular da família Moreira. Antes de morrer, meu filho de seis anos chorou, implorando para que seu pai me salvasse. Na primeira vez, Davi Moreira apenas riu com desprezo: — Sua mãe ficou esperta, hein? Usando a criança para bancar a coitadinha e me enganar. E, dito isso, afastou a mão do menino sem nenhuma piedade e foi embora. Na segunda vez, meu filho disse que eu não parava de sangrar. Davi respondeu com impaciência no rosto: — Que exagero... Foi só um aborto espontâneo. Nada demais. Ela que gosta de drama! Depois de expulsar o menino, ele ainda ordenou aos médicos que nnguém deve cuidar de mim. — A culpa é minha por tê-la mimado demais. Sem sofrer, ela nunca vai aprender. Na última vez, meu filho se ajoelhou diante da amante dele, batendo a cabeça no chão, suplicando por mim. Davi explodiu de raiva e mandou os seguranças jogarem o menino, todo machucado, para fora do quarto, enquanto todos riam dele. — Se ousar incomodar a recuperação da Marina mais uma vez, mando sua mãe embora da família Moreira e você nunca mais vai vê-la! Meu filho rastejou até mim, deixando um rastro de sangue no chão. Dessa vez, você conseguiu. Nossos corpos estão frios. Nunca mais nos verá nesta vida.
Short Story · Romance
3.3K viewsCompleted
Read
Add to library
O Amor Que Morreu Duas Vezes

O Amor Que Morreu Duas Vezes

Depois que a amiga de infância dele morreu, Eduardo Ribeiro me odiou por dez anos inteiros. No segundo dia após o casamento, ele pediu transferência para servir nas fronteiras. Durante esses dez anos, enviei incontáveis cartas, tentando lhe agradar de todas as formas, mas a resposta dele era sempre a mesma: "Se você realmente se sente culpada, então morra logo!" Até que, quando fui sequestrada, ele entrou sozinho no esconderijo dos bandidos e me salvou, levando vários tiros. Antes de morrer, com o último fio de força, ele arrancou a mão dele da minha. — O maior arrependimento da minha vida... foi ter me casado com você... — Se tudo pudesse recomeçar, por favor... não volte a me atormentar... No funeral, Sra. Ana, a mãe dele, soluçava de arrependimento: — Filho, a culpa é da mãe... eu não devia ter te forçado... O pai dele me lançou um olhar cheio de ódio: — Você matou a Jamile, e agora matou também meu filho! Maldita azarada, por que ainda não morre?! Até o coronel que tinha insistido no nosso casamento balançou a cabeça e suspirou: — Foi erro meu separar dois corações. Eu devo um pedido de desculpas ao Eduardo. Todos lamentavam por Eduardo Ribeiro. Inclusive eu. Fui expulsa da organização e, naquela mesma noite, engoli veneno no meio de um campo abandonado. Quando abri os olhos novamente, estava de volta à véspera do casamento. Desta vez, decidi realizar o desejo de todos eles.
Read
Add to library
O Marido Mafioso da Minha Irmã Implorou Quando Finalmente Fui Embora

O Marido Mafioso da Minha Irmã Implorou Quando Finalmente Fui Embora

Depois que minha irmã morreu, assinei um contrato de casamento de cinco anos com o marido mafioso dela, Horton Falcone. Me tornei madrasta do meu sobrinho de cinco anos, Luca. No meu aniversário, usei o colar de cruz de diamantes da minha falecida irmã, sem perceber o que era. No jantar de família, Luca veio até mim com uma taça de vinho tinto e jogou o vinho no meu rosto. O vinho tinto escorreu pelas minhas bochechas, seu cheiro forte ardendo nos meus olhos e manchando meu vestido branco. Ele inclinou a cabeça para trás para me olhar, seus olhos tão frios e cruéis quanto os do pai. — Não pense que pode substituir minha mãe só porque se casou com a família Falcone — ele disse com um sorriso malicioso. — Você é a razão dela estar morta. Eu queria que você tivesse morrido. Assim eu poderia destruir sua lápide em vez de comemorar esse aniversário estúpido. Eu juro, quando eu crescer, a primeira coisa que vou fazer é te jogar no Rio Hudson eu mesmo! A memória ardia tão intensamente quanto o vinho, e tudo o que eu conseguia sentir era desespero. Encarei a criança que passei cinco anos criando como se fosse minha, uma dor aguda pulsando no meu peito. Eu tinha pensado que poderia me dedicar à família Falcone, que poderia conquistá-lo com meu amor. Mas agora, eu estava simplesmente exausta de tudo isso. Era uma família sem amor, uma criança que me via como sua inimiga mortal. Parei de me iludir. Era hora de deixar para lá. Mas depois que fui embora, aquele pai e filho arrogantes voltaram rastejando até mim como cachorros castigados, implorando pelo meu perdão.
Short Story · Máfia
2.1K viewsCompleted
Read
Add to library
A Noiva Que Perdeu Tudo

A Noiva Que Perdeu Tudo

No dia que deveria ser o meu casamento... a noiva não era eu. A cerimônia pela qual esperei durante cinco anos se transformou em uma piada quando Valentina, minha irmã, entrou pelo corredor de mármore usando um vestido de noiva branco. Seu braço estava entrelaçado ao de Luca, o homem que deveria estar me esperando no altar. — Sinto muito, Bianca. — Disse ela suavemente. — Mas hoje você não é mais a noiva. Então ela tocou a própria barriga, os olhos brilhando de triunfo. — Estou grávida do filho de Don Romano. Suas palavras explodiram dentro da minha cabeça, e o mundo inteiro mergulhou no silêncio. Como se temesse que eu não acreditasse, ela ergueu algo brilhante em direção à luz. Uma imagem de ultrassom em preto e branco. Nela, lia-se claramente: Idade gestacional — 12 semanas. Meus olhos arderam, as lágrimas queimando enquanto me virei para Luca, procurando desesperadamente qualquer coisa, uma negação, uma explicação, arrependimento. Em vez disso, ele apenas suspirou, cansado e resignado. — Bianca, me desculpa... — Disse ele, impotente. — Valentina não tem muito tempo de vida. Este casamento… era o último desejo dela. — Eu vou compensar você. — Acrescentou. — Podemos ter outro casamento depois. Meu pai, Moretti, estava atrás dele, usando a mesma expressão severa que carregou durante toda a minha vida. Nunca o vi sorrir para mim, nem uma única vez. — Bianca!! — Disse ele, ríspido. — Sua irmã está morrendo. Deixe que ela fique com isso. Meu irmão assentiu em silêncio, como se isso fosse uma resposta suficientemente sólida. Durante toda a minha vida, eles sempre a escolheram, as lágrimas dela, seus caprichos, suas necessidades, acima das minhas. Hoje não foi diferente. Algo dentro de mim se quebrou silenciosamente. Tudo bem. Se ninguém nesta família se importa comigo, eu vou embora.
Short Story · Máfia
531 viewsCompleted
Read
Add to library
PREV
1234
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status