Diagnóstico proibido: Obsessão do médico Bilionário
Vi aquela precisão cirúrgica, aquela calma quase sobrenatural enquanto ele segurava a vida de um paciente entre os dedos.
A medicina não era apenas o que ele fazia; era a forma como ele se redimia, era o seu altar, o único lugar onde o sobrenome Strauss não importava, apenas a sua competência, o seu dom, a sua entrega absoluta.
Uma imagem passou pela minha mente como um filme de horror: Arthur acordando. Arthur sentindo a rigidez, a dor, a paralisia. Arthur olhando para as próprias mãos e percebendo que o seu propósito, a sua voz no mundo, o seu maior tesouro, tinha sido reduzido a algo inútil. Para alguém como ele, que sempre controlou tudo, que sempre foi o mestre absoluto de qualquer cená