ANMELDENO semestre de outono estava em pleno andamento na Academia das meninas, e eu fiz o time de torcida imediatamente. Sacudimos o rabo no voleibol, no hóquei em campo e, especialmente, nos jogos de futebol contra a Academia dos rapazes.
Adorei a forma como a minha pequena saia de uniforme subia, a mostrar as minhas coxas tonificadas e o meu rabo apertado enquanto o meu padrasto, o meu treinador, observava do lado de fora com aquele olhar faminto que ele tentava esconder.Na manhã seguinte, ainda me sentia bem com o modo como o dia anterior tinha corrido. Iniciei sessão e encontrei uma mensagem do BigRod. «Ótima transmissão ao vivo ontem. Aquelas cuecas ficavam fantásticas.» Agradeci-lhe. Ele respondeu imediatamente. «O que achas de levar as coisas para outro nível? Tenho uma ideia.» Perguntei-lhe o que queria dizer. «Gostas de encenação?» escreveu ele. Nunca tinha experimentado, mas a ideia despertou a minha curiosidade. Presumi que ele se referisse a usá-la numa transmissão ao vivo. «Eis o que tenho em mente», continuou ele. «Pede aos membros que sugiram ideias atrevidas para encenações. Escolhe algumas de que gostes e, depois, faz um sorteio. O vencedor poderá encenar a cena contigo pessoalmente.» Fiquei a olhar para o ecrã. «Pessoalmente?» «Sim. E compreendo que possas não querer que estranhos venham a tua casa, p
A minha cabeça estava a dar voltas enquanto tentava pensar numa resposta. A ideia toda parecia uma loucura, mas respondi-lhe na mesma. «Olá, BigRod, é algo em que nunca tinha pensado antes. Mas, como és um assinante fiel e já me ajudaste com ideias, estou disposta a experimentar.» Mal conseguia acreditar que tinha enviado aquilo. A resposta dele chegou rapidamente. «Uau, incrível. Que tal cinquenta libras? E se pudesses usar aquela tanga branca amanhã durante o dia todo e depois enviá-la por correio para mim, seria perfeito.» Fiquei a olhar para o ecrã por um momento. «Está bem, BigRod. Posso fazer isso.» Na manhã seguinte, não conseguia parar de pensar nisso. Enquanto me preparava para levar os miúdos à escola, tirei a tanga branca do armário e vesti-a. O tecido fino fez-me sentir uma mistura de nervosismo e excitação ao mesmo tempo. Tirei algumas fotos
À medida que lia as respostas, a realidade do que eu tinha proposto começou a fazer-me sentido. Estaria eu realmente preparada para mostrar tanto de mim online a estranhos? A questão não me saía da cabeça. Mesmo assim, a curiosidade levou a melhor. Desci as escadas em silêncio, instalei a câmara na cozinha e decidi gravar um pequeno vídeo de teste vestindo apenas uma t-shirt e uma tanga. Tirei as calças de ganga e fiquei ali, vestida com uma t-shirt branca simples e uma tanga preta de algodão. As minhas mãos tremiam quando carreguei no botão de gravar. Comecei a arrumar a cozinha como sempre fazia, na esperança de que a rotina habitual tornasse tudo menos estranho.Passados cinco minutos, parei e vi as imagens no meu portátil. Fiquei de olhos arregalados. Dava para ver as minhas nádegas várias vezes e, quando me inclinei para arrumar os produtos de limpeza debaixo do lavatório, a câmara captou uma imagem nítida da tanga e do tecido que me cobria.
Chamo-me Laura. Tenho trinta e seis anos e sou mãe solteira a criar dois filhos nos arredores de uma grande cidade no norte de Inglaterra.Cuido deles a tempo inteiro. O dinheiro que recebo todos os meses dá para cobrir o essencial na maior parte das vezes, mas com o aumento do custo dos alimentos, das contas e de tudo o resto, a situação ficou mais apertada do que gosto de admitir. Foi assim que acabei por me meter em sérios apuros.Comecei a usar o meu cartão de crédito para cobrir as despesas do dia-a-dia. No início, não estava muito preocupada, porque ainda tinha um pequeno emprego a tempo parcial no supermercado, duas noites por semana. O salário ajudava-me a ir pagando o saldo. Depois, perdi esse emprego e a situação piorou rapidamente. Continuei a usar o cartão para que as crianças não ficassem sem o necessário, dizendo a mim própria que resolveria tudo mais tarde. Conseguia sempre juntar o pagamento mínimo, por isso convenci-me
Espalho gel KY por toda a sua abertura e coloco um pouco na mão dele. O Jeff espalha-o por todo o seu pau e está pronto para começar. O Jeff deita-se de costas e ela senta-se a cavalo sobre as ancas dele, de frente para ele. O pau dele está a apontar para cima, encostado à barriga dela. Ela inclina-se para a frente, agarra-o e coloca o pau dele, protegido pelo preservativo, mesmo contra a sua fenda molhada. Ela desce lentamente à medida que o pau dele entra até ao fundo. Ela olha para mim e diz: «É uma sensação muito boa.» Ela balança-se suavemente sobre ele, tentando habituar-se ao seu volume. Ele segura-lhe as nádegas com ambas as mãos enquanto tenta penetrá-la mais profundamente. Ele está completamente enterrado dentro dela e todo o movimento pára. A Michelle rola para o lado esquerdo e leva o Jeff com ela. Eles viram-se completamente e ele fica agora mesmo por cima dela. Ele volta a penetrá-la na posição missionária. O
Chamo-me Jake. Conheço o Jeff há mais de vinte anos. Frequentámos o mesmo liceu e terminámos o curso no mesmo ano, mas naquela altura nunca nos dávamos muito bem. Hoje em dia, somos bons amigos. Ainda vamos beber uma cerveja depois do trabalho, trocamos piadas como fazíamos quando éramos miúdos, e ele é a única pessoa em quem confio para guardar um segredo. A Michelle é minha mulher há dez anos. Apaixonei-me por ela no momento em que a vi na cantina do trabalho. Ela era calada, inteligente e tinha aquele tipo de sorriso que te fazia esquecer tudo o resto. Nunca imaginei que ela se apaixonasse por mim. E muito menos imaginei que acabaria por partilhá-la com outro homem. Naquela tarde de domingo, apanhei o Jeff a olhar para as fotos que guardo na minha caixa de ferramentas. Fotos da Michelle. Aquelas que tiro dela quando ela não sabe que estou a olhar. Aquelas em que ela está a rir, ou a inclinar-se, ou simplesmente deitada ao sol de







