เข้าสู่ระบบ— Ah... — ela gemeu com os olhos semicerrados e as mãos apoiadas no meu peito. — Eduardo...— Tá doendo? — perguntei, preocupado, as mãos subindo para a cintura dela.— Não... — respondeu ela, abrindo os olhos. — Tá... perfeito. Ela começou a se mover com quadril rolando contra o meu em um vaivém l
— Você é o homem mais incrível do mundo, Eduardo... Mas eu sei que tem um peso enorme esmagando o seu peito aí dentro — sussurrou com a voz mansa e os olhos castanhos transbordando de um amor que quase me fez chorar. — Quando é que você vai ter coragem de me olhar nos olhos e contar o que essa mald
O silêncio que se abateu sobre o gabinete foi ensurdecedor.O meu corpo inteiro começou a tremer de um jeito incontrolável. O oxigênio parecia ter virado fogo na minha garganta.Eu tinha uma filha. Ou um filho. Uma criança gerada pelo meu sangue, fruto daquele passado que eu tanto odiava, que havi
— Até logo na reunião de amanhã, Eduardo... Vamos ver até quando você consegue bancar o herói incorruptível.O relógio de parede do meu gabinete marcava exatamente sete horas da noite. O silêncio da delegacia já começava a se instalar, com a maioria dos agentes do plantão noturno assumindo os postos
[Ponto de Vista: Eduardo]Uma semana inteira havia se passado desde a apreensão dos armamentos e daquele susto com a invasão do Marcos na sala de reuniões.Na superfície, a rotina da delegacia parecia correr nos trilhos habituais. Mas, nos bastidores, o jogo de aparências exigia estômago de ferro.
Franzi a testa, sentindo um frio estranho na espinha. Acompanhei-o até o sofá, sentando ao lado dele, com os olhos fixos em seu rosto.— Pode falar, amor. O que tá acontecendo? Tem a ver com a operação? — perguntei, engolindo em seco.Eduardo limpou a garganta, cruzou os dedos das mãos e olhou diret







