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Capítulo 3

ผู้เขียน: The Red
Quando recuperei a consciência, percebi que estava flutuando acima da sala. Meu corpo ainda estava encolhido no canto da câmara fria, e uma fina camada de gelo cobria minha pele.

Não consegui suportar olhar, então me virei e atravessei as pesadas portas de ferro, seguindo em direção à Mansão Vesta. O salão de baile estava cheio de vida com uma festa para celebrar a recuperação de Benedetta.

Sob o lustre de cristal, Carlo vestia um terno de veludo preto, segurando um copo de uísque. Benedetta estava sentada ao lado dele em uma poltrona, com um cobertor de caxemira sobre as pernas. Ela ainda parecia pálida, mas sua maquiagem estava impecável.

— Os médicos disseram que, se tivéssemos chegado cinco minutos mais tarde, ela não teria sobrevivido. — Disse Matteo Conti, pai de Benedetta e consigliere da família Vesta, erguendo o copo.

— A rápida reação de Carlo salvou a vida dela.

Os convidados repetiram o brinde, levantando suas taças em uníssono.

— Onde está Margherita? — Perguntou um dos mais velhos. — Ela deveria estar aqui.

O rosto de Carlo ficou mais frio.

— Ela está refletindo.

— Ela ainda está no cofre frio? Carlo, ela ficou lá a noite inteira. Já chega. Lembre-se: a Margherita é filha da família Rossi.

— Eu disse que ela está refletindo — interrompeu Carlo. Sua voz carregava um aviso que silenciou a sala por um momento.

Sussurros rapidamente preencheram o ambiente.

— Ouvi dizer que a senhorita Rossi tem ciúmes da relação entre a senhorita Conti e o senhor Vesta…

— Um casamento arranjado não é páreo para um amor que começou na infância…

— O senhor Vesta está furioso desta vez. Quem sabe por quanto tempo ele vai mantê-la confinada…

Benedetta puxou suavemente a manga de Carlo.

— Deixe-a sair, Carlo. Eu sei que ela não quis fazer aquilo. Olha, eu estou bem.

O olhar de Carlo suavizou quando ele olhou para ela.

— Você é sempre bondosa demais, mas a família tem regras. — Disse ele, acariciando gentilmente o dorso da mão dela.

Eu me aproximei mais, querendo dar um tapa no rosto de Benedetta. Minha mão atravessou diretamente o corpo dela. Ela não percebeu nada e apenas sorriu para Carlo, como se nada tivesse acontecido.

Enquanto eu observava, uma dor repentina atravessou meu peito. Aquele calor já tinha pertencido apenas a mim.

Nesse momento, o mordomo se aproximou e perguntou:

— Senhor Vesta, o guarda da câmara fria perguntou se a senhorita Rossi deveria receber um pouco de comida e água. Já faz bastante tempo.

Carlo olhou para o relógio e hesitou. Notei seus dedos batendo na mesa, um hábito que ele tinha sempre que estava pensando profundamente.

Em silêncio, desejei que ele não tivesse se esquecido de mim.

— Já passou um tempo. Muito bem, levem para ela. — Disse ele.

De repente, Benedetta começou a tossir, segurando o peito. Seu rosto ficou pálido como um fantasma, e sua respiração se tornou curta e irregular.

— Benedetta?

Carlo imediatamente a segurou.

— Estou bem. — Murmurou ela fracamente. — É só uma falta de ar repentina, provavelmente um efeito depois de quase me afogar.

Carlo a segurou com firmeza e disse ao mordomo:

— Chame o médico.

— E a senhorita Rossi…

— Falaremos sobre isso depois. — Disse Carlo, carregando Benedetta em direção à saída. — Primeiro ela precisa de um médico.

O mordomo parecia querer dizer algo, mas no fim cedeu.

— Sim, senhor Vesta.

Enquanto eles saíam da sala, ainda consegui ouvir a voz de Benedetta.

— Carlo, sinto muito. Eu passei mal de novo em um momento como esse. Não se preocupe comigo. Vamos tirar Margherita de lá.

— Não mencione ela. — Retrucou Carlo. — Ela precisa ser punida.

Um breve sorriso de satisfação cruzou o rosto de Benedetta antes que ela fingisse preocupação.

— Eu só tenho medo de que ela passe a me odiar.

— Ela não ousaria. — Disse Carlo.

Eu já estava morta. Mesmo que eu a odiasse, o que isso mudaria?

Mesmo se ainda estivesse viva, não havia nada que eu pudesse fazer contra ela com ele a protegendo.

Naquele momento, eu já não me sentia ansiosa.

Não importava se Carlo algum dia perceberia que eu tinha desaparecido.

Mas quando ele descobrisse a verdade, eu me perguntava como ele reagiria. Isso eu estava ansiosa para ver.
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