Beranda / Romance / No amor e na guerra / 46- O “senhor das armas”

Share

46- O “senhor das armas”

Penulis: luproencio
last update Tanggal publikasi: 2024-03-12 08:13:44

- Agora sabe, estamos com pressa pode nos dar licença. Yuri disse com desagrado e estendendo a mão para Rosana.

- Sou Akira. O homem fez que não percebeu a má vontade de Yuri em relação a ele estendendo-lhe a mão.

- Marechal Yuri. Ele disse apertando a mão do homem com força fazendo questão de dizer-lhe sua patete.

- Ora um soldado? Estamos em guerra com a província vizinha, não é? Deve ser difícil deixar a esposa em casa sozinha. Ele disse olhando nos olhos de Rosana, que estava com as mãos geladas ao sentir o clima entre os dois homens.

- Ela não está sozinha, vamos querida. Yuri disse isso dando a mão para que Rosana se levantasse e o acompanhasse.

Ela deu a mão a ele, que depois colocou um dos braços em volta de sua cintura.

- Adeus Sr. Akira, temos que ir. Yuri disse com satisfação ao deixar o homem parado ao lado da mesa, sem ter o que falar.

O Homem se sentiu irritado olhando Yuri sair com Rosana, Akira é um homem de negócios e não costuma perder, na verdade ele não sabe perder. Dono de uma rede de fabricas desde alimentícias a produção de armas, ele exportava muita coisa para o exterior.

- Miague. Ele chamou seu criado que estava do lado de fora observando tudo. – Descubra quem são, não importa por quanto, mas quero a mulher para mim. Com um sorriso malicioso nos lábios “dizem que todo mundo tem um preço”.

No caminho Yuri, estava lidando com um sentimento que mais que uma simples irritação pela petulância do homem.

- O que ele queria? Perguntou a Rosana.

- Na verdade, eu não sei. Ele se sentou e se apresentou apenas dizendo seu nome e perguntando o meu, daí você chegou. Ela disse, sem entender a irritação dele.

- Tem certeza? Não de atenção a esses sujeitos galanteadores, tome cuidado.

- Ela olhou para ele com curiosidade. – Está com ciúmes?

- O que? Ele perguntou rindo sem graça. – Não é isso me preocupo com você, não sabe como as coisas funcionam por aqui.

- Hum, está bem. Ela disse, não acreditando nele, mas não queria aborrece-lo mais.

“Ciúmes”? Ele caminhou se perguntando.

Eles caminharam calados, até que ela resolveu quebrar o gelo. – Como estão as coisas?

- Onde? Ele perguntou estava distraído.

- Oras, a guerra você não foi tomar informações? E os soldados com as vítimas chegaram bem?

- Sim estão todos bem, a guerra está avançando, mas depois de deixa-la no palácio voltarei para terminar com isso.

- Não vou ficar no palácio. Ela disse diretamente.

- Onde você pretende ficar? Ele parou e olhou para ela.

- Eu não sei, mas não sou bem-vinda lá, além disso sua noiva está lá, não está? Ela disse isso e ao dizer sentiu uma dor no peito, ela era amante de um homem comprometido, só agora ela pensou nisso.

Yuri notou que depois que ela disse isso seu semblante mudou.

- Não tenho noiva e sim Meilin está lá porque minha mãe a convidou, mas não tenho nada com ela e nem pretendo.

- Não é bem assim que as coisas funcionam para vocês. Ela disse cabisbaixa.

- Olhe para mim! Nada nem ninguém afastará você de mim, nem mesmo você poderá decidir sobre isso. Ele disse a abraçando.

- O que você quer dizer com isso? Ela perguntou não entendendo a parte que nem ela poderia decidir se afastar dele.

- Vamos esquecer este assunto, venha vamos fazer seus documentos.

- Documentos? Ela olhou para ele curiosa.

- Sim, você não possui documentos, certidão de nascimento ou qualquer documento de identificação.

- Oras não só eu não tenho, muita gente não tem, mas somos cadastrados pelo governo, por isso ele sabe quanto cada aldeia deve enviar de produtos para ele.

- Vocês não têm documentos para identifica-los, são apenas números uteis ao seu governo, mas isso vai acabar. Ele disse com um certo rancor.

Foram até o departamento e depois de muita conversa e explicação enfim, Yuri conseguiu fazer os documentos dela, ela queria colocar que era nascida na sua província, mas por questões burocráticas, segundo Yuri, era melhor colocar que ela havia nascido na província Oeste.

Ela não entendeu, mas também não se importou.

Voltaram para a estação e embarcaram para a capital onde estava o palácio e a central do exército.

- Quando chegaremos a capital? Ela perguntou cruzando os braços sobre o peito para se proteger dos ventos gelados, já estava escurecendo e os dois estavam comendo na estação enquanto esperavam pelo trem.

- Está com frio? Logo o trem chega e lá dentro será mais confortável, chegaremos amanhã de manhã. Coma, e tome o chá vai te manter aquecida. Ele disse admirando a garota fofa, que ficou ainda mais fofa com o capuz de pelúcia, bochechas e nariz rosados pelo vento.

O trem chegou e os dois se aconchegaram em uma cabine quentinha, abraçados os dois se aqueceram e dormiram.

Akira, estava sentado em uma poltrona em seu escritório fumando um charuto.

-Senhor, aquele homem Raoni o nome dele mandou um recado para o senhor. Disse Miague.

- Me dê!

Ao abrir o bilhete Raoni queria um encontro com ele, os dois já haviam feito negócios.

Raoni queria armas para os rebeldes da província Leste, ele agora era um fugitivo da província Oeste e precisava derrota-los a qualquer preço, se não ele não teria mais vida.

Para Akira, pouco importava as intenções de Raoni, desde que ele pagasse pelas armas tudo bem.

Akira era um homem de negócios, ele tinha fábricas em várias localidades e as usava para mascarar contrabandos de armas e munições, no mercado negro ele era conhecido como o “senhor das armas”, ele tinha contato com outros países fazendo trocas de produtos em armas e vice-versa.

Ele escreveu outro bilhete para que fosse entregue a Raoni e marcou um encontro em alto mar.

Embora ele já tivesse feito negócios com Raoni quando ele ainda era militar, ele não confiava nele e até hoje não sabia por qual motivo ele havia se desertado e de uma hora para outra deixou de ser um soldado de alta patente para se tornar um fugitivo.

Lanjutkan membaca buku ini secara gratis
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi

Bab terbaru

  • No amor e na guerra   108- FIM!

    Os dias se passaram Yuri tinha muito trabalho, Rosana se dedicava a caridade, sempre viajavam para a província Leste para saber como estavam indo as coisas por lá. Sempre que os dois apareciam em público, as pessoas os cumprimentavam felizes e agradecendo tudo que o casal havia feito pela província. Depois Rosana já não podia acompanhar mais Yuri, pois já estava no finalzinho da gestação, ele também estava evitando viajar para longe queria estar ao lado dela quando seu filho nascesse, seu pai o ajudava, o imperador passou a levar a imperatriz com ele quando saia nas viagens de negócios, ela estava bem mais fácil de lidar. A avó de Yuri estava sempre perto de Rosana a ajudando, Yuri pediu para que fosse construída uma casa para eles na propriedade, para que ficassem perto deles. Yuri e Rosana estavam jantando em casa quando ela sentiu uma dor, vendo-a. – O que foi? Está bem? Yuri perguntou preocupado. - Acho que está na hora! Ela disse tentando se levantar com a mão em sua barriga

  • No amor e na guerra   107- Estou esperando um bebê!

    Numa certa manhã Rosana e Yuri tomavam café juntos, na casa de verão, raramente iam ao palácio, a não ser que tivesse algum evento, Rosana estava estudando, e ajudava algumas instituições de caridade representando Yuri, ele não tinha ocupado o trono estava adiando enrolando seu pai, mas já era ele que tomava praticamente todas as decisões. - Precisamos nos casar! Ele disse, de supetão. - Agora? Já estamos juntos, não precisamos disso. - Sim precisamos! Você merece uma festa linda! - Não gosto dessas coisas, você sabe! - Você é uma princesa, merece uma festa a sua altura! - Terei que ir ao estrangeiro para uma reunião entre líderes, quero que vá comigo, lá compraremos seu vestido. Ele disse se levantando da mesa. Antes de sair ele ainda acrescentou. – Faça uma lista do que você gostaria que tivesse na festa e quem você gostaria que estivesse presente. Antes que diga algo, não importa a distância, mandaremos trazer todos que você queira na nossa festa! Ele saiu e Rosana ficou pen

  • No amor e na guerra   106- O povo gritava por Yuri!

    - Você não foi para seu quarto? Ela disse, segurando a toalha com força.- Este é meu quarto! Você quer que eu vá embora?- Não é isso é que...- Você está com vergonha de que saibam que dormimos jutos? Você é minha mulher, já estávamos prestes a se casar, por falar nisso faremos isso o quanto antes! Venha cá.Ela caminhou até ele devagar, seus cabelos estavam enrolados na toalha, e ela segurava a que estava envolta de seu corpo com firmeza, a sensação que sentia era indescritível, seu coração estava palpitando.- Vire-se ele pediu.Ela olhou-o nos olhos e não disse nada apenas obedeceu.Sentiu quando delicadamente ele passou a mão a sua frente e sentiu quando pousou em seu pescoço algo gelado. Ele segurou sua cintura a guiando até o espelho.- O que acha? Ele perguntou em seu ouvido.- É lindo. Ela disse tocando o colar com os dedos.- Não tanto quanto você! Ele disse abraçando-a de costas para ele, que tirou a toalha de seus cabelos e pegou as mãos dela para que soltasse a toalha qu

  • No amor e na guerra   105- E se unirmos nossas províncias?

    Os dois se amaram, a saudade não cabia em seus peitos, Yuri parecia insaciável.Na manhã seguinte os dois chegaram bem cedinho a pensão, nem perceberam haviam dormido fora, estavam preparando o café quando o imperador entrou na cozinha, os cumprimentou os três se sentaram e tomaram café juntos.- O senhor já está recuperado, vou leva-lo de volta. Disse Yuri, colocando um bolinho no prato de Rosana.- Oras você está me expulsando? O homem perguntou curioso.- Não é isso! Mas você precisa ir cuidar das suas coisas, não posso ficar lá, tenho meu trabalho aqui agora.- Você é herdeiro da Província Oeste, tem suas responsabilidades, além disso estou bem aqui e já estou velho preciso descansar.- Pai não comece, já discutimos isso...- Me leve a capital, mas a da Província Leste.- O que você quer fazer lá?Rosana com os olhos regalados observava a conversa dos dois, mas se ateve a ficar quietinha comendo sua comida.- Vamos conversar com o parlamento.- O que você quer conversar? Yuri perg

  • No amor e na guerra   104- Também já haviam sido jovens.

    Mais dois dias se passaram, Yuri soube que os soldados estavam com Akira na mira ele desceu até a fronteira, queria participar da operação.Quando chegou a fronteira já passava da meia noite, estavam à espreita disseram que Akira tentaria fugir naquela noite pois tinham recebido informações que um pequeno avião o esperava no pais vizinho, se ele conseguisse cruzar a fronteira ficaria mais difícil, pegá-lo.Como Yuri era herdeiro da Província Oeste e era chefe do exército da Província Leste ele tinha jurisdição para pegar Akira em qualquer uma das duas províncias.Conforme as investigações iam avançando, descobria-se que Akira, embora tivesse uma boa aparência e parecia um nobre, ele era responsável pelo maior esquema de contrabandos de armas e drogas, além disso era bem provável que ele também estivesse envolvido com lavagem de dinheiro e tráfico de humanos.Estavam todos à espreita quando um caminhão suspeito passou na estrada, mais a frente um grupo tinha colocado uma barreira para

  • No amor e na guerra   103- Não sabe como trato meus inimigos.

    O médico examinou o imperador, ele havia sido atingido peito, mas não tinham acertado o coração, levaram-no para o hospital ele ia ter que passar por cirurgia. Rosana estava desolada dona Satoko e as pensionistas tentavam acalma-la. Quando percebeu a movimentação o imperador, que depois que conversou com o filho se sentou no fundo próximo da entrada onde seria a cerimonia, caminhou discretamente entre os carros e arvores e quando iam colocar Rosana no carro ele atirou com precisão atingindo o homem que a soltou, mas revidaram e acabou sendo atingido. Yuri e seus homens não perderam de vista os carros da gangue de Akira, seguindo-os de perto e trocando tiros. No caminho já encontraram alguns soldados da Província Leste que tinha vindo ajudar. - Avisem as fronteiras e portos. Yuri disse aos soldados da Província Leste. E ele continuou. - E vocês dois, vão para a Província Oeste e diga o que aconteceu, diga que estou ordenando que fechem as fronteiras e deem busca e apreensão em tod

Bab Lainnya
Jelajahi dan baca novel bagus secara gratis
Akses gratis ke berbagai novel bagus di aplikasi GoodNovel. Unduh buku yang kamu suka dan baca di mana saja & kapan saja.
Baca buku gratis di Aplikasi
Pindai kode untuk membaca di Aplikasi
DMCA.com Protection Status