เข้าสู่ระบบPor mais que eu esteja com raiva de Jack, e ele quem procuro em busca de qualquer ajuda. E ele me socorre.
— Quando vendemos o seu Honda, você lembra onde o deixamos?
— Claro. Eu queria muito reformá-lo novamente, mas você disse que aquilo era ultrapassado e o melhor lugar para ele era no ferro velho. – Os policiais sorriram. Pelo jeito essa parte eles já sabiam. – Eu só não entendo o que isso tem a ver com o carro preto.
Eles se olham.
— Aquele veículo que vocês deixaram no ferro velho nunca foi destruído.
— Mas não deixamos ele lá para ser destruído e sim que ele achasse alguém para ele. – Olho para Jack e vejo que fui enganada. — Jack. Eu só aceitei deixa-lo lá porque você jurou que o homem encontraria alguém.
— Sim, foi isso que eu disse, mas falei que se em um mês ele não encontrasse ninguém que ele destruísse o carro.
Eu literalmente bufo de frustração.
Eu sinto que preciso fazer essa pergunta, mas eu tenho medo de que algo que foi tão valioso para mim por muito tempo acabe se tornando meu pior pesadelo.
- Aquele carro preto era o meu carro?
O silêncio na sala foi minha resposta. Eu me levanto e sinto meus olhos se encherem de lagrimas. Jack segura meu rosto.
— Você está bem? Podemos fazer isso uma outra hora.
— Eu estou bem. Só querendo entender o que está acontecendo. Eu fui atropelada pelo meu próprio carro? É isso?
— Sim. O que tudo mostra é que aquele carro é o seu carro que deixamos no ferro velho. Só que o dono não sabe para quem vendeu, porque não deixamos os documentos, então ele vendeu com a promessa que resolveria isso.
— O que queremos, Srta., e saber qual o nome que o policial passou para você naquele dia.
Nossa. Como eu lembraria?
— Kevin estava lá comigo. Mas se vocês investigaram, já sabem o nome dele.
— Sim, investigamos, porém temos algumas inconsistências.
— Kevin, você lembra do nome?
— Carl. Já falei esse nome nem sei quantas vezes.
— Nenhum sobrenome?
— Já falei que não. E se falaram eu estava mais preocupado em cuidar dela.
Minha pergunta saí sem que eu a controle.
— Foi esse homem quem me atropelou?
Os três homens que estavam a minha frente olham para Jack. Ele somente confirma com a cabeça.
Eu me deixei cair no sofá que estava atras de mim.
Eu estava sendo levada para aquele dia do acidente. Eu tentei me agarrar na voz dele, porém, tudo se perdeu.
Eu conseguia ver somente um rosto. Aquele mesmo rosto que eu conhecia, mas não sabia de onde. Aquele rosto era muito real, eu podia descrevê-lo sem perder nenhum detalhe. Eu poderia ver o seu sorriso cínico para um Jack completamente destruído.
Eu podia ver com detalhes ele passando a mão no rosto para limpar o sangue que escorria de seu ferimento na cabeça e aquele gesto era tão familiar que uma onda de pânico me atingiu.
— Quem é ele, Jack?
Sinto seus braços em volta de mim.
— Não sabemos ainda. — A voz do detetive fez meu corpo gelar.
Eu sinto meu corpo tremer e Jack me aperta ainda mais contra seu corpo.
— Chega, ok? Amanhã podemos continuar.
Eu estava em choque. Tudo que aconteceu depois disso foi um borrão.
Não sei como fui para o meu quarto; não sei como eu consegui dormir. Só sei que acordei de madruga com Jack dormindo na poltrona que ficava perto da janela, mas que hoje, ela estava de frente para a cama.
Jack estava todo torto e com a mesma roupa do dia. Eu tive que sorrir porque ele estava lindo mesmo babando. Eu me desvencilhei das cobertas e engatinhei para o seu lado. Jack acordou e me assustou.
- Que susto, Amor.
- Você está bem?
- Eu estou. Você estava babando.
Ele sorri lindamente. Jack me levou de novo para as cobertas e deitou comigo.
Seu corpo gelado se chocou com o meu que estava quente. Não fazíamos amor há quatro meses. Eu não tinha Jack assim perto de mim desde que voltei para casa, então eu iria aproveitar. E aproveitei.
Deslizei minhas mãos pelo seu peito, como ele não me parou aproveitei para tirar sua camisa e beijei seu peito. Sentir a textura de sua pele, o gosto de seu corpo, o cheiro que tanto amo, me fez entrar em ebulição.
Deslizei minha língua pelo seu peito musculoso e fiz o caminho que estava ansiosa para fazer. Jack me ajudou com o cinto e a calça jeans. Quando ele ficou somente de cueca box na minha frente eu caí literalmente de boca. Seu pau estava tão duro e quente que cheguei a salivar de tanto que estava delicioso.
Eu deslizei minha boca e senti o gosto salgado da sua excitação. Eu quase gozei. Eu sugava seu membro e a cada descida e subida eu sentia minha boca mais cheia. Ele preenchia toda a minha boca. Os gemidos que ele deixava escapar aumentava ainda mais minha vontade de fazê-lo gozar. Jack procurou meu corpo, mas eu travei suas mãos. Ele sorriu. Eu sabia que medir forças não seria uma luta justa por isso eu intensifiquei minha sucção.
- Puta merda, Vida. Vou gozar assim.
Eu relaxei e ele aproveitou para inverter nossa posição. Ele tinha um brilho diferente nos olhos. Ele atacou minha boca sem piedade. Senti sua língua me preenchendo. Senti seu beijo molhado - me ainda mais. Ele se firmou em seus braços e pairou sobre mim.
- Oi.
- Oi.
Foi como me encontrar novamente. Foi como me reconectar com este mundo mais uma vez. Eu senti tudo o que ele queria que eu sentisse. Eu senti cada musculo dele sobre mim. Eu senti cada gota de suor caindo sobre mim. Eu senti todo meu corpo se desfazendo em um gozo forte. Eu somente senti. Como era bom sentir. Como era maravilhoso estar com ele. Como era bom tirar aquela sensação de que não pertenço mais a este mundo. Porque a partir de hoje eu voltei. Voltei forte, voltei cheia de energia e vida.
Um barulho de porta sendo esmurrada podia ser ouvido. Nick entrou em nosso quarto segurando um celular e tampando os olhos.— Espero que vocês estejam vestidos. Walter precisa falar com você urgente. Ele olha para o relógio que estava na cabeceira da cama e solta um palavrão. Ele corre para o chuveiro e de lá grita para Nick.— Avisa que em dez minutos estarei no escritório. Ela transmite o recado.— Ele não gostou muito.- Imaginei. Vai indo na frente e enrola o quanto puder até eu chegar. Ela me mandou um beijou e saiu do quarto. Fiquei sentada na cama vendo Jack correr para se trocar. Achei a cena hilária, porque Jack nunca se atrasava para nada. Olhei para o relógio e vi que eram sete e meia da manhã.— Eu tinha uma reunião às sete horas. Você pode me ajudar com esta gravata? Eu me levanto e o ajudo.— Terminei.— Ok. – Ele me beija rápido. – Juro por Deus que queria ficar e te beijar como você merece, mas estou muito atrasado.
— Quando você tinha esses breves despertares, você não o reconhecia. Só depois que você estabilizou foi que lembrou. Ele ficou sem chão. Achava que isso tudo era culpa dele. Não aguento e o interrompo.— Eu me lembro de ter acordado com ele dormindo ao meu lado. Eu me lembro disso.— Seu quadro se estabilizou naquela noite. – Ele coça a cabeça e olha para a escada, acredito que esperando Jack aparecer e facilitar sua vida. Mas isso não ocorreu. Ele respira fundo e continua. – A verdade é que ensaiamos o que diríamos a você. Como dizer a uma pessoa viva que ela morreu e que foi atestado seu óbito?Uau. Jack falou que eu havia morrido. Como assim? Tudo ficou tão confuso.— Pelo amor de Deus, Kevin. Explica isso direito. Eu não queria entrar em pânico, mas era isso que estava acontecendo. Haviam atestado minha morte?Ele respira fundo e despeja tudo de uma vez.— Você sofreu um ferimento muito sério na cabeça. Os médicos disseram que você teve morte cerebral. Iniciou-se
Eu estava me sentindo em casa, mesmo estando aqui a menos de duas horas. Entendi que minha casa é onde Jack e Nick estão. Vendo a sincronia dos dois em preparar o nosso jantar, constato que era disso que eu estava sentindo falta. Sorrio e isso não passou despercebido.— Gosta do que vê? Nick foi logo quebrando o clima.— Nem comecem com as sacanagens de vocês. Eu tive que gargalhar. Fazíamos isso para provoca-la.— Como você acha que os seus sobrinhos virão?— Pelo correio. Jack estava sério.— Espero que os meus sobrinhos venham pelo correio mesmo. Eu tive que gargalhar. Jack falava sério.— Pelo amor de Deus, Vida. O clima ficou leve e nossa refeição foi regada em provocações e risadas. Mesmo o clima estando leve, percebo que Jack sempre me encara de forma preocupada. Pensei em perguntar, mas imaginei algumas respostas e elas não me agradariam, então resolvi deixar de lado e não estragar nosso
Ele engole em seco.— O homem que te seguiu por alguns dias, ficará aqui ainda... Natasha se levantou e colocou as mãos na cintura. J imitava esse gesto dela e eu sempre dizia a ele: “pode parar de fazer essa xicrinha para mim.” Ele sorria e mantinha a pose da mãe.— Jack, quero esse homem fora das minhas vistas agora. Eu vou até minha amiga e seguro suas mãos.— Amiga. – Eu engulo em seco. — Jack contou que J, ontem, quase foi sequestrado. Uma Natasha repete meu gesto de colocar a mão na boca para conter um grito. Jack conta como aconteceu.— Depois que descobrimos que as filmagens foram plantadas. Comecei a desconfiar que você também poderia ser algo, já que ele fez um esforço tremendo para que você parecesse culpada. Eu estava certo em manter o Jorge com vocês.— Esse é o nome dele?— Sim. Conversei com seu marido e expliquei... Natasha explode mais uma vez.— Você está me dizendo que meu marido sabia? Jack fica sem sab
A loucura maior disso tudo é que eu esqueci o porquê de estar com raiva dele. Eram tantos sentimentos dentro de mim que iam se colidindo, que fiz o que meu coração pedia para ser feito. Eu o beijei. Dei tudo de mim. Jack se entregou da mesma maneira. Nosso beijo foi banhado por nossas lagrimas. Eu sentia uma necessidade tão grande dele que aprofundei o beijo. Sinto meus pés saírem do chão. Envolvo sua cintura com minhas pernas. Jack desliza sua boca em meu pescoço, eu afundo minhas mãos em seu cabelo. Ele mais uma vez investe em minha boca. Engolimos todos os gemidos que ambos soltavam de prazer. Estar nos braços de Jack, depois de tudo, era tão certo, era como me encontrar depois de tudo. Meu mundo voltou a girar no eixo de sempre. Jack. Sentir seu prazer era uma das melhores sensações que existia. Sentir que ele me amava incondicionalmente me fazia enlouquecer. Jack neste momento estava me dizendo, com seu corpo, que me protegeri
Ele abaixou a cabeça, eu o abracei. Ele chorava como criança, seus soluços eram audíveis por conta do meu silêncio.Eu não conseguia dizer nada. Eu estava começando a entender o porquê Jack estava em silêncio esse tempo todo. Relembrar o que aconteceu o machucava até hoje. Só que para o desespero dele eu precisava de tudo para poder entender o que se passava em minha cabeça.Ele afrouxou o abraço e nos afastamos. Jack beijou minha testa.O homem que estava a minha frente em nada se parecia com o homem que eu conhecia. Eu estava vendo um Jack completamente vulnerável. Um Jack sem chão.Pensei por um momento em deixar para um outro dia. Mas ele continuou. Sua voz estava carregada de tanta emoção que era difícil entender o que ele estava dizendo.— No sonho ela não tinh







