로그인— “Brida, para ele completar o ritual, precisa de uma Striga, então você fará o seguinte... — O Barão falava com a garota em sua mente.”
— Phílos, venha aqui, agora. — Pedro ordenava.
— “Phílos, ganhe tempo. — O Barão pediu.”
— Não, sem mim nada pode fazer.
— Tem razão, amigão. Mas mato ela por pura diversão. — E apertou seu pescoço, fazendo a garota gemer.
Phílos quase desmaiou tamanha foi a sensação de agonia que sentiu ao ver sua amada sofrer. Mas tinha que se segurar, concentrou-se em sua raiva.
— Vou me render, seu monstro.
— “AGORA, MENINAS.”
Em um momento de distração Gaia, a Baronesa e Brida lançaram um raio contra Pedro, lançando o jovem para longe de Jéssica. O Barão que estava mais próximo correu para pegar a garota, o que ele não contava é que Thiry o impedisse com uma forte rajada de poder, o que levou o homem cair sem vida aos pés da moça.
A Baronesa não tinha consolo. Queria de todas as formas acertar Thiry com seus raios, em toda sua fúria e tristeza, mesmo com a ajuda de seus amigos e o escudo protetor de Brida, ela se aproximou demais da vilã. Não teve a menor chance com todas as garotas e Pedro que já havia se recuperado. Ela caiu em cima do corpo do amado esposo.
Apesar de Jéssica ter voltado para seus amigos, a batalha estava mais que perdida. Não havia muito o que se fazer.
Eles estavam atrás do carro conversando no que poderiam fazer. Foi quando olharam para Brida e viram seu rosto ficar pálido. Olharam para os lados e Jéssica já não estava lá. Ela andava calmamente para o meio entre os rivais. Brida estava daquela forma pois a garota a havia invocado em seus pensamentos e contato seus planos.
— JÉSSICA!!! — Phílos tentou correr até ela, mas foi impedido pela irmã que chorava.
Pedro sorria satisfeito com a tão sonhada vitória. Thiry e sua seguidoras dançavam à luz da lua como se ouvissem alguma música.
Jéssica parou e olhou para trás.
— Benção vou te amar eternamente.
Dessa vez foi Brida que o impediu com uma redoma só para ele. Entre choro e pedidos de perdão.
— DIGA AS PALAVRAS LOGO!!! — Pedro não via a hora de sentir o poder.
— Eu me entrego de bom grado. — E olhou fixamente para ela. — BRIDA!!!
Esta lançou um raio azul sobre a jovem e com o coração sangrando de dor, começou a sugar sua energia.
Phílos gritava e batia na redoma com todas as forças.
Pedro tentava lançar raios sobre a garota que de nada adiantava. E Thiry não sabia o que fazer.
Em alguns segundos, Jéssica se foi. E Brida brilhou de tal forma que cegou a todos que ali estavam.
Pedro e Thiry ficaram tão apavorados que tentaram fugir, mas a tristeza de Brida era tão grande que ela a transformou em um grito de dor e os aprisionou todos de uma vez. Depois lançou-se aos prantos no chão desolada.
— ÚLTIMA CHAMADA PARA SETOR B!!! — o alto-falante da prisão, anunciava o final da jornada de passeio no pátio daquele dia.— Prisioneira T77, Dra.Flor a aguarda. — Antes que a moça entrasse na cela, uma guarda a alertou.— A hora mais feliz do meu dia. — Uma moça de lindos cabelos cacheados e compridos, pele morena, jambo e traços simétricos; respondeu com tom de ironia e sarcasmo.O consultório era dividido por um vidro “fortificado”, não somente em termos comuns. De um lado um belo escritório clássico, com mesa, estantes e muitos livros. Nele uma mulher muito elegante, sentada em uma cadeira com um notebook em mãos, esperava sua paciente das 17h.Do outro lado, a prisioneira chegou e antes de ser convidada se jogou em um pequeno sofá, que era a única coisa que fi
— Bom dia, flor do dia. — Gaia abria as cortinas do quarto do irmão, deixando entrar a luz sobre o rosto do rapaz.— Qual é, milady. Ainda está muito cedo ainda. — Phílos cobria a cabeça com o travesseiro.— Nada disso, vamos levantar, já fiz o café. E ela deve estar chegando a qualquer momento.— Ok, ok!! Agora vai, que vou tomar um banho. — E jogou o travesseiro na irmã.Gaia foi até a cozinha e pegou uma xícara de café, levou para sala onde fechou os olhos e invocou a irmã.— “Onde você está?”— “No aeroporto, acabei de pousar.”— “Porque não abriu um portal e apareceu aqui?”— “Já te falei, tenho medo de ir parar no Everest ou em Marte e morrer sem ar.”Gaia ria muito disso, cad
— “Brida, para ele completar o ritual, precisa de uma Striga, então você fará o seguinte... — O Barão falava com a garota em sua mente.”— Phílos, venha aqui, agora. — Pedro ordenava.— “Phílos, ganhe tempo. — O Barão pediu.”— Não, sem mim nada pode fazer.— Tem razão, amigão. Mas mato ela por pura diversão. — E apertou seu pescoço, fazendo a garota gemer.Phílos quase desmaiou tamanha foi a sensação de agonia que sentiu ao ver sua amada sofrer. Mas tinha que se segurar, concentrou-se em sua raiva.— Vou me render, seu monstro.— “AGORA, MENINAS.”Em um momento de distração Gaia, a Baronesa e Brida lançaram um raio contra Pedro, lançando o jovem para longe de Jéssica. O Barão que est
No caminho para resgatar seus amigos, Brida explicou sobre como seria o ritual que possivelmente Thiry queria fazer para tomar o poder dos jovens amantes. Ela iria precisar de mais uma Striga, a energia de seis seres humanos, sendo três machos e três fêmeas, o casal de amantes, sendo um Strix e um humano. O humano tem que dar seu poder de bom grado a Striga, e está se tornará além de imortal, sem precisar mais sugar mais ninguém, mais poderosa que qualquer um dos Strix.Depois que ela falou, todos ficaram em silêncio o resto da viagem, mergulhados em seus pensamentos mais sombrios.Gaia e Phílos chegaram no mirante, ele pisou no freio com tanta força que o carro derrapou quase chegando ao precipício, de onde estavam já avistaram Amanda. Mal o carro parou e Gaia abriu a porta do carro e saltou, correu até a amiga que faltava pouco para cair.— Mandi, Mandi!!! Acorde!!! El
— Tenho que ir em casa, você leva a Jéssi pra lá.— Mas Brida, o que você descobriu?— Acho que sei porque Thiry voltou. E melhor: Como detê-la. — Ela já falava e andava. — Tenho que ir.Ela correu para casa, no seu quarto tinha uma estante com vários livros comuns para as jovens da sua idade, livros escolares e mais abaixo, vários jogos de videogame. Ela passou a mão em frente aos livros que se revelaram outros muito diferentes. Mais antigos, alguns muito grossos e com capas de couro. Ela puxou um da estante. Era muito grosso, com páginas amareladas, tinha o papel áspero e cheio de figuras, cada página tinha a borda dourada. Folheou bastante procurando algo em específico.— ACHEI!!!— Que foi besta? Que livro é esse? — Um garotinho ruivo entrou pulando em sua cama, devia ter uns sete anos.— Oi
— Brida, aquela é Amanda, minha melhor amiga, ela… — Gaia falava levando a garota para mais perto quando foi interrompida.— Já sei de tudo, querida irmã. — Pois depois da tragédia que os uniu, era assim que se consideravam. — Quando me despertaram, me atualizei de toda a situação. Infelizmente não posso quebrar o encantamento de outra Striga sozinha. — Brida viu a esperança esvair do olhar da irmã. — Hei!! — Ela passou a mão pelo rosto da garota, segurou em seu queixo e olhou bem em seus olhos. — Não disse que não a salvaremos. — As duas se abraçaram. — Vamos sair daqui. Deixei os outros apenas desmaiados. Temos muito o que conversar.— E Amanda?— Vou